Manifesto assinado por Álvaro Araújo Pereira (pai do Ricardo)
Não sou Funcionário Público, mas o Estado trata-me como se eu o fosse, enquanto REFORMADO.
Dizem que os Reformados não têm poder de contestação, que de nada lhes serve tomar uma atitude contestatária (uma GREVE deles é inconsequente por não afectar nada nem ninguém).
Eu não estou de acordo! E como tal, decidi tomar uma posição que traduzo no seguinte:
MANIFESTO
Considerando:
1. Que me foram retirados o 13º e 14º mês até 2018;
2. Que me reduziram a Reforma para a qual fiz descontos milionários durante uma vida de trabalho;
3. Que me foram aumentados os descontos para o IRS, o IMI, no Consumo de Electricidade, da Água e do Gás, para a “Compensação aos Operadores” respectivos (EDP, Tejo Energia e Turbo Gás), nos Combustíveis, para o Investimento das Energias Renováveis, para os custos da Autoridade da Concorrência e da ERSE, na Alimentação, na taxa de Esgotos, para a Utilização do Subsolo, para a Rádio, para a Televisão, para a TNT, para a Harmonização Tarifária dos Açores e Madeira, Rendas de Passagem pelas Autarquias e Munícipes, para o auxílio social aos calões que recebem indevida e impunemente o RSI (Rendimento para a Inserção Social), para pagamento dos cartões de crédito de políticos, para as portagens nas SCUTS e aumento nas auto-estradas, para a recuperação de BPNs, para que os Dias Loureiros, os Duartes Limas, os Isaltinos de Morais e quejandos depositem as minhas economias em nome deles em offshores, para as novas taxas de Apoio Social, para as remodeladas Taxas de Urgência nos Hospitais Civis, para as asneiras provocadas pelas ideias megalómanas de políticos incompetentes que criaram auto-estradas sem trânsito, para as Contrapartidas e Compensações a Concessionários de diferentes estruturas, para pagamento das dívidas às Parcerias Público-Privadas durante 50 anos ou mais, etc., etc., etc., tudo recheado com 23% de IVA (por enquanto);
4. Que, cada voto que um cidadão deposita na urna eleitoral, para além de pôr no poleiro os espertalhões que os (se) governam, representa um óbolo igual a 1/135 do salário mínimo nacional (actualmente em
€485,00) a reverter para os seus cofres (1 voto = €3,60), a que acrescem as subvenções às campanhas e verbas para os grupos parlamentares.
(Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas
Eleitorais: Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho, com as alterações introduzidas pelo Decreto-lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro (Declaração de Rectificação n.º 4/2004, de 9 de Janeiro), Lei n.º 64‐A/2008, de 31 de Dezembro1 e Lei n.º 55/2010, de 24 de Dezembro).
5. Que esse valor é atribuído pelos quatro anos de legislatura, o que significa entregar aos partidos votados o quadruplo dessa importância (€14,40), atingindo uma despesa superior a 70 milhões de euros;
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1231653&page=-1;
6. Que, no caso dos votos em branco ou nulos, essa valia é distribuída por todos os partidos concorrentes às eleições;
7. E que, se eu me abstiver de votar, não há montante a ser distribuído pelos partidos concorrentes às eleições,
Eu, ARTUR ÁLVARO NEVES DE ALMEIDA PEREIRA, cidadão de pleno direito, com o BI 1158208 e o NIF 121934322, com todos os impostos pagos e ainda credor do Estado por taxação indevida e não devolvida em sede de IRS, embora prescindindo de uma liberdade coarctada durante quase 40 anos e restituída em 25 de Abril de 1974, decido que, dependendo do cenário político-económico, meu e do meu país, entrarei em
GREVE DE ELEITORADO, e
SUSPENDO O MEU DIREITO DE VOTO ATÉ 2018!
Recebida por email de C. monteiro
Date: Tue, 8 May 2012 13:10:49 +0100
quarta-feira, maio 09, 2012
terça-feira, maio 08, 2012
Estrutura Curricular a aprtir de 2012 2013 do 2 CEB ao Sec
Revisão da Estrutura Curricular - Versão Final que entra em vigor em 2012/2013
http://www.portugal.gov.pt/media/550035/20120326__revisao_estrutura_curricular.pdf
1.ATUALIZAÇÃO DO CURRÍCULO
A redução da dispersão curricular concretiza-se no reforço de disciplinas fundamentais, tais como a
Língua Portuguesa, a Matemática, a História, a Geografia, as Ciências Físico-Químicas e da Natureza.
Concretiza-se também pela promoção do ensino do Inglês, mantendo a pluralidade de oferta de
Línguas Estrangeiras, bem como as Expressões. Mantém-se a Educação para a Cidadania como
intenção educativa em todas as áreas curriculares, mas não como disciplina isolada obrigatória, e
acentua-se o seu caráter transversal. Esta revisão permite às escolas consolidar a autonomia
pedagógica e organizativa, conferindo-lhes a capacidade de tomar decisões em continuidade e
harmonia com as do Ministério.
http://www.portugal.gov.pt/media/550035/20120326__revisao_estrutura_curricular.pdf
1.ATUALIZAÇÃO DO CURRÍCULO
A redução da dispersão curricular concretiza-se no reforço de disciplinas fundamentais, tais como a
Língua Portuguesa, a Matemática, a História, a Geografia, as Ciências Físico-Químicas e da Natureza.
Concretiza-se também pela promoção do ensino do Inglês, mantendo a pluralidade de oferta de
Línguas Estrangeiras, bem como as Expressões. Mantém-se a Educação para a Cidadania como
intenção educativa em todas as áreas curriculares, mas não como disciplina isolada obrigatória, e
acentua-se o seu caráter transversal. Esta revisão permite às escolas consolidar a autonomia
pedagógica e organizativa, conferindo-lhes a capacidade de tomar decisões em continuidade e
harmonia com as do Ministério.
segunda-feira, maio 07, 2012
sábado, abril 28, 2012
ALECRIM Chá Benefícios
ALECRIM, ERVA SAGRADA.... BENEFICIOS DO
Quero partilhar um pequeno acontecimento que se deu entre mim e o Alecrim.
Já lá vão uns anos que me apareceu um caroço nas costas do tamanho aproximadamente dum ovo.
De acordo com o Rx e a Eco, o meu médico disse-me tratar-se de um quisto linfático.
Fui ao cirurgião Prof. Bento de Jesus marcar operação.
Entretanto encontrei-me com uma amiga que me disse que alguém na família teve uma coisa parecida.
Adiantou que ia ao Alentejo visitar a avó e que me traria Alecrim para fazer chá e beber.
A avó tinha dito que " isso de caroços desfazem-se com chá de Alecrim "!
Como ainda tinha um mês de espera para a pequena cirurgia, resolvi aceitar este conselho precioso da avó.
Próximo da data da cirurgia, reparei que já não tinha caroço (?!).
Fui falar com o Professor dizendo-lhe que talvez não fosse necessário operar.
Ele quis examinar-me com a ajuda da Eco, mas não encontrou nada!!!
Ele perguntou-me, com aquela amizade que nos unia: O que aconteceu? O que foi que fez?
Respondi-lhe com um sorriso : Bebi chá de Alecrim!
Ele apenas me disse : Já tinha ouvido falar nisso pelos meus avós! Rimos os dois e desmarcámos a operação.
Nunca mais me apareceram quistos, mas eu faço uma limpeza, de vez em quando,
bebendo chá de Alecrim.
É preciso, no entanto, ter em conta que muito chá de Alecrim também pode fazer subir a tensão arterial!
Recebi de uma amiga via email Regina B.
Quero partilhar um pequeno acontecimento que se deu entre mim e o Alecrim.
Já lá vão uns anos que me apareceu um caroço nas costas do tamanho aproximadamente dum ovo.
De acordo com o Rx e a Eco, o meu médico disse-me tratar-se de um quisto linfático.
Fui ao cirurgião Prof. Bento de Jesus marcar operação.
Entretanto encontrei-me com uma amiga que me disse que alguém na família teve uma coisa parecida.
Adiantou que ia ao Alentejo visitar a avó e que me traria Alecrim para fazer chá e beber.
A avó tinha dito que " isso de caroços desfazem-se com chá de Alecrim "!
Como ainda tinha um mês de espera para a pequena cirurgia, resolvi aceitar este conselho precioso da avó.
Próximo da data da cirurgia, reparei que já não tinha caroço (?!).
Fui falar com o Professor dizendo-lhe que talvez não fosse necessário operar.
Ele quis examinar-me com a ajuda da Eco, mas não encontrou nada!!!
Ele perguntou-me, com aquela amizade que nos unia: O que aconteceu? O que foi que fez?
Respondi-lhe com um sorriso : Bebi chá de Alecrim!
Ele apenas me disse : Já tinha ouvido falar nisso pelos meus avós! Rimos os dois e desmarcámos a operação.
Nunca mais me apareceram quistos, mas eu faço uma limpeza, de vez em quando,
bebendo chá de Alecrim.
É preciso, no entanto, ter em conta que muito chá de Alecrim também pode fazer subir a tensão arterial!
Recebi de uma amiga via email Regina B.
segunda-feira, abril 23, 2012
Educação Professora Agredida na Aula
PARTICIPAÇÃO DISCIPLINAR MUITO GRAVE:
Professora agredida: Leonídia Marinho
Grupo Disciplinar: 10º B - Filosofia
Agressor: ********
Contextualização:
Dia vinte e seis de Março de 2010. Último dia de aulas. Às 14 horas dirigi-me à sala 15 no Pavilhão A para dar a aula de Área de Integração à turma 10º DG do Curso Profissional de Design Gráfico. Propus aos alunos a ida à exposição no Polivalente e à Feira do Livro, actividades a decorrer no âmbito dos dias da ESE. A grande maioria dos elementos da turma concordou, com excepção de três ou quatro elementos que queriam permanecer dentro da sala de aula sozinhos. Deixar que os alunos fiquem sozinhos na sala de aula sem a presença do professor é algo que não está previsto no Regulamento Interno da Escola pelo que, perante a resistência dos alunos que não manifestavam qualquer interesse nas actividades supracitadas decidi que ficaríamos todos na sala com a seguinte tarefa: cada aluno deveria produzir um texto subordinado ao tema "A socialização" o qual me deveria ser entregue no final da aula. Será preciso dizer qual a reacção dos alunos? Apenas poderei afirmar que os alunos desta turma resistem sempre pela negativa a qualquer trabalho porque a escola é, na sua perspectiva, um espaço de divertimento mais do que um espaço de trabalho. Digamos que é uma Escola a fingir onde TUDO É PERMITIDO!
É muito fácil não ter problemas com os alunos. Basta concordar com eles e obedecer aos seus caprichos. Esta não é, para mim, uma solução apaziguadora do meu estado de espírito. Antes pelo contrário. A seriedade é uma bússola que sempre me orientou mas tenho que confessar, não raras vezes, sinto imensas dificuldades em estimular o apetite pelo saber a alunos que têm por este um desprezo absoluto. As generalizações são abusivas. Neste caso, não se trata de uma generalização abusiva mas de uma verdade inquestionável. Permitam-me um desabafo: os Cursos Profissionais são o maior embuste da actual Política Educativa. Acabar com estes cursos? Não me parece a solução. Alterem-se as regras.
Factos ocorridos na sala de aula:
Primeiro Facto: Dei início à aula não sem antes solicitar aos alunos que se acomodassem nos seus lugares. Todos o fizeram exceptuando o aluno ***********, que fez questão de se sentar em cima da mesa com a intenção manifesta de boicotar a aula e de desafiar a autoridade da professora.
Dei ordem ao aluno para que se sentasse devidamente e este fez questão de que eu o olhasse com atenção para verificar que ele, ***********, já estava efectivamente sentado e ainda que eu não concordasse com a sua forma peculiar de se sentar no contexto de sala de aula, seria assim que ele continuaria: sentado em cima da mesa. Por três vezes insisti para que o aluno se acomodasse correctamente e por três vezes o aluno resistiu a esta ordem.
Reacção da maioria dos elementos da turma: Risada geral.
Reacção do aluno *********: Olhar de agradecimento dirigido aos colegas porque afinal a sua "ousadia" foi reconhecida e aplaudida.
Reacção da professora: sensação de impotência e quebra súbita da auto-estima.
Senti este primeiro momento de desautorização como uma forma que o aluno, instalado na sua arrogância, encontrou de me tentar humilhar para não se sentir humilhado.
Como diria Gandhi, "O que mais me impressiona nos fracos, é que eles precisam de humilhar os outros, para se sentirem fortes..."
Saliento que neste primeiro momento da aula a humilhação não me atingiu a alma embora essa fosse manifestamente a intenção do aluno.
Segundo Facto: Dei ordem de expulsão da sala de aula ao aluno **********, com falta disciplinar. O aluno recusou sair da sala e manteve-se sentado em cima da mesa com uma postura de "herói" que nenhum professor tem o direito de derrubar sob pena de ter que assumir as consequências físicas que a imposição da sua autoridade poderá acarretar.
Nem sempre um professor age ou reage da forma mais correcta quando é confrontado com situações de indisciplina na sala de aula. Deveria eu saber fazê-lo? Talvez! Afinal, a normalização da indisciplina é um facto que ninguém poderá negar. Deveria ter chamado o Director da Escola para expulsar o aluno da sala de aula? Talvez...mas não o fiz. Tenho a certeza de que se tivesse sido essa a minha opção a minha fragilidade ficaria mais exposta e doravante a minha autoridade ficaria arruinada.
Dirigi-me ao aluno e conduzi-o eu própria, pelo braço, até à porta para que abandonasse a sala. O aluno afastou-me com violência e fez questão de se despedir de uma forma tremendamente singular: colocou os seus dedos na boca e em jeito de despedida absolutamente desprezível, atirou-me um beijo que fez questão de me acertar na face com a palma da mão. Dito de uma forma muito simples e SEM VERGONHA: Fui vítima de agressão. Pela primeira vez em aproximadamente vinte anos de serviço.
Intensidade Física da agressão: Média (sem marcas).
Intensidade Psicológica e Moral da agressão: Muito Forte.
Reacção dos alunos: Riso Nervoso.
Reacção do aluno **********: Ódio visível no olhar.
Reacção da professora: Humilhação.
Ainda que eu saiba que a humilhação é fruto da arrogância e que os arrogantes nada mais são do que pessoas com complexos de inferioridade que usam a humilhação para não serem humilhados, o que eu senti no momento da agressão foi uma espécie de visita tão incómoda quanto desesperante. Acreditem: a visita da humilhação não é nada agradável e só quem já a sentiu na alma pode compreender a minha linguagem.
Terceiro Facto: O aluno preparava-se para fugir da sala depois de me ter agredido e, conforme o Regulamento Interno determina, todos os alunos que são expulsos da sala de aula terão que ser conduzidos até ao GAAF, Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família. Para o efeito, chamei, sem êxito, a funcionária do Pavilhão A, que não me conseguiu ouvir por se encontrar no rés-do-chão. Enquanto tal, não larguei o aluno para que ele não fugisse da escola (embora lhe fosse difícil fazê-lo porque os portões da escola estão fechados).
Mais uma vez, o aluno agrediu-me, desta vez, com maior violência, sacudindo-me os braços para se libertar e depois de conseguir o seu objectivo, começou a imitar os movimentos típicos de um pugilista para me intimidar. Esta situação ocorreu já fora da sala de aula, no corredor do último piso do Pavilhão A.
Reacção dos alunos (que entretanto saíram da sala para assistir à cena lamentável de humilhação de uma professora no exercício das suas funções): Risada geral.
Reacção do aluno ********: Entregou-se à funcionária que entretanto se apercebeu da ocorrência.
Reacção da Professora: Revolta e Dor contidas que só o olhar de um aluno mais atento ou mais sensível conseguiria descodificar. Porque, acreditem: dei a aula no tempo que me restou com uma máscara de coragem que só caiu quando a aula terminou e sem que nenhum aluno se apercebesse. Entretanto, a funcionária bateu à porta para me informar que o aluno queria entrar na aula para me pedir desculpa pelo seu comportamento "exemplar".
Diz-se que um pedido de desculpas engrandece as partes: quem o pede e quem o aceita. Não aceitei este pedido por considerar que, fazendo-o, estaria a pactuar com um sistema em que os professores são constantemente diabolizados, desprestigiados e ameaçados na sua integridade física e moral. Em última análise, a liberdade não se aliena. O aluno escolheu o seu comportamento. O aluno deverá assumir as consequências do comportamento que escolheu e deverá responder por ele. É preciso PUNIR quem deve ser punido. E punir em conformidade com a gravidade de cada situação. A situação relatada é muito grave e deverá ser punida severamente. Sou suspeita por estar a propor uma pena severa? Não! Estou simplesmente a pedir que se faça justiça.
Vamos ser sérios. Vamos ser solidários. Vamos lutar por uma Escola Decente.
Ps: Este caso já foi participado na Polícia e seguirá para Tribunal.
Ermesinde, 30 de Março de 2010
Recebida por email de A. Cordeiro
Professora agredida: Leonídia Marinho
Grupo Disciplinar: 10º B - Filosofia
Agressor: ********
Contextualização:
Dia vinte e seis de Março de 2010. Último dia de aulas. Às 14 horas dirigi-me à sala 15 no Pavilhão A para dar a aula de Área de Integração à turma 10º DG do Curso Profissional de Design Gráfico. Propus aos alunos a ida à exposição no Polivalente e à Feira do Livro, actividades a decorrer no âmbito dos dias da ESE. A grande maioria dos elementos da turma concordou, com excepção de três ou quatro elementos que queriam permanecer dentro da sala de aula sozinhos. Deixar que os alunos fiquem sozinhos na sala de aula sem a presença do professor é algo que não está previsto no Regulamento Interno da Escola pelo que, perante a resistência dos alunos que não manifestavam qualquer interesse nas actividades supracitadas decidi que ficaríamos todos na sala com a seguinte tarefa: cada aluno deveria produzir um texto subordinado ao tema "A socialização" o qual me deveria ser entregue no final da aula. Será preciso dizer qual a reacção dos alunos? Apenas poderei afirmar que os alunos desta turma resistem sempre pela negativa a qualquer trabalho porque a escola é, na sua perspectiva, um espaço de divertimento mais do que um espaço de trabalho. Digamos que é uma Escola a fingir onde TUDO É PERMITIDO!
É muito fácil não ter problemas com os alunos. Basta concordar com eles e obedecer aos seus caprichos. Esta não é, para mim, uma solução apaziguadora do meu estado de espírito. Antes pelo contrário. A seriedade é uma bússola que sempre me orientou mas tenho que confessar, não raras vezes, sinto imensas dificuldades em estimular o apetite pelo saber a alunos que têm por este um desprezo absoluto. As generalizações são abusivas. Neste caso, não se trata de uma generalização abusiva mas de uma verdade inquestionável. Permitam-me um desabafo: os Cursos Profissionais são o maior embuste da actual Política Educativa. Acabar com estes cursos? Não me parece a solução. Alterem-se as regras.
Factos ocorridos na sala de aula:
Primeiro Facto: Dei início à aula não sem antes solicitar aos alunos que se acomodassem nos seus lugares. Todos o fizeram exceptuando o aluno ***********, que fez questão de se sentar em cima da mesa com a intenção manifesta de boicotar a aula e de desafiar a autoridade da professora.
Dei ordem ao aluno para que se sentasse devidamente e este fez questão de que eu o olhasse com atenção para verificar que ele, ***********, já estava efectivamente sentado e ainda que eu não concordasse com a sua forma peculiar de se sentar no contexto de sala de aula, seria assim que ele continuaria: sentado em cima da mesa. Por três vezes insisti para que o aluno se acomodasse correctamente e por três vezes o aluno resistiu a esta ordem.
Reacção da maioria dos elementos da turma: Risada geral.
Reacção do aluno *********: Olhar de agradecimento dirigido aos colegas porque afinal a sua "ousadia" foi reconhecida e aplaudida.
Reacção da professora: sensação de impotência e quebra súbita da auto-estima.
Senti este primeiro momento de desautorização como uma forma que o aluno, instalado na sua arrogância, encontrou de me tentar humilhar para não se sentir humilhado.
Como diria Gandhi, "O que mais me impressiona nos fracos, é que eles precisam de humilhar os outros, para se sentirem fortes..."
Saliento que neste primeiro momento da aula a humilhação não me atingiu a alma embora essa fosse manifestamente a intenção do aluno.
Segundo Facto: Dei ordem de expulsão da sala de aula ao aluno **********, com falta disciplinar. O aluno recusou sair da sala e manteve-se sentado em cima da mesa com uma postura de "herói" que nenhum professor tem o direito de derrubar sob pena de ter que assumir as consequências físicas que a imposição da sua autoridade poderá acarretar.
Nem sempre um professor age ou reage da forma mais correcta quando é confrontado com situações de indisciplina na sala de aula. Deveria eu saber fazê-lo? Talvez! Afinal, a normalização da indisciplina é um facto que ninguém poderá negar. Deveria ter chamado o Director da Escola para expulsar o aluno da sala de aula? Talvez...mas não o fiz. Tenho a certeza de que se tivesse sido essa a minha opção a minha fragilidade ficaria mais exposta e doravante a minha autoridade ficaria arruinada.
Dirigi-me ao aluno e conduzi-o eu própria, pelo braço, até à porta para que abandonasse a sala. O aluno afastou-me com violência e fez questão de se despedir de uma forma tremendamente singular: colocou os seus dedos na boca e em jeito de despedida absolutamente desprezível, atirou-me um beijo que fez questão de me acertar na face com a palma da mão. Dito de uma forma muito simples e SEM VERGONHA: Fui vítima de agressão. Pela primeira vez em aproximadamente vinte anos de serviço.
Intensidade Física da agressão: Média (sem marcas).
Intensidade Psicológica e Moral da agressão: Muito Forte.
Reacção dos alunos: Riso Nervoso.
Reacção do aluno **********: Ódio visível no olhar.
Reacção da professora: Humilhação.
Ainda que eu saiba que a humilhação é fruto da arrogância e que os arrogantes nada mais são do que pessoas com complexos de inferioridade que usam a humilhação para não serem humilhados, o que eu senti no momento da agressão foi uma espécie de visita tão incómoda quanto desesperante. Acreditem: a visita da humilhação não é nada agradável e só quem já a sentiu na alma pode compreender a minha linguagem.
Terceiro Facto: O aluno preparava-se para fugir da sala depois de me ter agredido e, conforme o Regulamento Interno determina, todos os alunos que são expulsos da sala de aula terão que ser conduzidos até ao GAAF, Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família. Para o efeito, chamei, sem êxito, a funcionária do Pavilhão A, que não me conseguiu ouvir por se encontrar no rés-do-chão. Enquanto tal, não larguei o aluno para que ele não fugisse da escola (embora lhe fosse difícil fazê-lo porque os portões da escola estão fechados).
Mais uma vez, o aluno agrediu-me, desta vez, com maior violência, sacudindo-me os braços para se libertar e depois de conseguir o seu objectivo, começou a imitar os movimentos típicos de um pugilista para me intimidar. Esta situação ocorreu já fora da sala de aula, no corredor do último piso do Pavilhão A.
Reacção dos alunos (que entretanto saíram da sala para assistir à cena lamentável de humilhação de uma professora no exercício das suas funções): Risada geral.
Reacção do aluno ********: Entregou-se à funcionária que entretanto se apercebeu da ocorrência.
Reacção da Professora: Revolta e Dor contidas que só o olhar de um aluno mais atento ou mais sensível conseguiria descodificar. Porque, acreditem: dei a aula no tempo que me restou com uma máscara de coragem que só caiu quando a aula terminou e sem que nenhum aluno se apercebesse. Entretanto, a funcionária bateu à porta para me informar que o aluno queria entrar na aula para me pedir desculpa pelo seu comportamento "exemplar".
Diz-se que um pedido de desculpas engrandece as partes: quem o pede e quem o aceita. Não aceitei este pedido por considerar que, fazendo-o, estaria a pactuar com um sistema em que os professores são constantemente diabolizados, desprestigiados e ameaçados na sua integridade física e moral. Em última análise, a liberdade não se aliena. O aluno escolheu o seu comportamento. O aluno deverá assumir as consequências do comportamento que escolheu e deverá responder por ele. É preciso PUNIR quem deve ser punido. E punir em conformidade com a gravidade de cada situação. A situação relatada é muito grave e deverá ser punida severamente. Sou suspeita por estar a propor uma pena severa? Não! Estou simplesmente a pedir que se faça justiça.
Vamos ser sérios. Vamos ser solidários. Vamos lutar por uma Escola Decente.
Ps: Este caso já foi participado na Polícia e seguirá para Tribunal.
Ermesinde, 30 de Março de 2010
Recebida por email de A. Cordeiro
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Educação Professora Agredida na Aula
sexta-feira, abril 13, 2012
Agua horas para beber a saúde agradece
Água Antes de Dormir
Cerca de 90% dos ataques de coração ocorrem de manhã cedo
e podem ser minimizados se tomarmos um ou dois copos de água
(NÃO bebida alcoólica ou cerveja) antes do repouso da noite.
Eu sabia que a água é importante
Mas nunca soube sobre as horas especiais para a beber.
Tu sabias?!
Bebendo água na hora correcta, maximizas a sua efectividade no corpo
humano:
1 copo de água depois de acordar – ajuda a activar os órgãos internos
1 copo de água 30 minutos antes de uma refeição – ajuda a digestão
1 copo de água antes de tomar um banho – ajuda a baixar a pressão
sanguínea
1 copo de água antes de ir para a cama – evita um derrame cerebral ou
ataque de coração
Por favor, passa isto para as pessoas com as quais te preocupas...
Eu acabo de o fazer!!!...
Recebi por Email de C. Monteiro
Cerca de 90% dos ataques de coração ocorrem de manhã cedo
e podem ser minimizados se tomarmos um ou dois copos de água
(NÃO bebida alcoólica ou cerveja) antes do repouso da noite.
Eu sabia que a água é importante
Mas nunca soube sobre as horas especiais para a beber.
Tu sabias?!
Bebendo água na hora correcta, maximizas a sua efectividade no corpo
humano:
1 copo de água depois de acordar – ajuda a activar os órgãos internos
1 copo de água 30 minutos antes de uma refeição – ajuda a digestão
1 copo de água antes de tomar um banho – ajuda a baixar a pressão
sanguínea
1 copo de água antes de ir para a cama – evita um derrame cerebral ou
ataque de coração
Por favor, passa isto para as pessoas com as quais te preocupas...
Eu acabo de o fazer!!!...
Recebi por Email de C. Monteiro
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Agua horas para beber a saúde agradece
Eça de Queiroz
Genialidade é conseguir condensar numa obra, numa página, ou se possível num parágrafo, uma "fotografia" fiel de um tempo concreto, mas que ao mesmo tempo seja suficientemente intemporal para perdurar.
Eça de Queiroz
Eça de Queiroz
Mudanças nas escolas para 2012 2013
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentID=EACD109D-9A4D-465A-A857-63BC54A59A25&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021
As turmas do 5º ao 12º ano de escolaridade vão ser maiores, passando do máximo de 28 para 30 alunos. O despacho do secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, divulgado no Portal das Escolas, estipula que o número mínimo de alunos por turma passa de 24 para 26.
Por:Edgar Nascimento
Para constituir turma no recorrente, é exigido um mínimo de 30 alunos. No pré-escolar, as turmas terão entre 20 a 25 crianças, excepto no caso de terem três anos – cada educador não deve ter mais que 15 alunos na sua sala. Segundo o despacho, os pais podem escolher a escola para os filhos (do pré-escolar ao 9º ano), mas se na área de residência houver vaga em escola com o plano de formação desejado, os custos associados à ida para fora da área de residência ficam a cargo da família do aluno. O pedido de matrícula deve ser feito preferencialmente pela internet, de 15 de Abril a 15 de Junho.
As turmas do 5º ao 12º ano de escolaridade vão ser maiores, passando do máximo de 28 para 30 alunos. O despacho do secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, divulgado no Portal das Escolas, estipula que o número mínimo de alunos por turma passa de 24 para 26.
Por:Edgar Nascimento
Para constituir turma no recorrente, é exigido um mínimo de 30 alunos. No pré-escolar, as turmas terão entre 20 a 25 crianças, excepto no caso de terem três anos – cada educador não deve ter mais que 15 alunos na sua sala. Segundo o despacho, os pais podem escolher a escola para os filhos (do pré-escolar ao 9º ano), mas se na área de residência houver vaga em escola com o plano de formação desejado, os custos associados à ida para fora da área de residência ficam a cargo da família do aluno. O pedido de matrícula deve ser feito preferencialmente pela internet, de 15 de Abril a 15 de Junho.
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Mudanças nas escolas para 2012 2013
quinta-feira, março 22, 2012
Carta aberta ao Sr. Presidente da Republica Portuguesa (objetiva)
Por muitissimo menos, o presidente da Alemanha pediu a demissão, quando circulou a noticia que teria feito um emprestimo com juros "de amigo".
Neste país da ética republicana e de Abril tudo é permitido...desde que se tenha as costas bem quentes.
Estas dúvidas deveriam ter sido esclarecidas antes da reeleição.
Agora é tarde! A anátema vai acompanhá-lo até ao seu estertor político.
Simões
Exmo Senhor Presidente da República, Aníbal António Cavaco Silva
Vou usar um meio hoje praticamente em desuso mas que, quanto a mim, é a forma mais correcta de o questionar, porque a avaliar pelas conversas que vou ouvindo por aqui e por ali, muitos portugueses gostariam de ver esclarecidas as dúvidas que vou colocar a V/Exa e é por tal razão que uso a forma "carta aberta", carta que espero algum dos jornais a que a vou enviar com pedido de publicação dê à estampa, desejando que a resposta de V/Exa fosse também pública.
Tenho 74 nos, sou reformado, daqueles que descontou durante 41 anos, embora tenha trabalhado durante 48, para poder ter uma reforma e que, porque as pernas já me não permitem longas caminhadas e o dinheiro para os transportes e os espectáculos a que gostaria de assistir não abunda, passo uma parte do meu dia a ler, sei quantos cantos há nos Lusíadas, conheço Camilo, Eça, Ferreira de Castro, Aquilino, Florbela, Natália, Sofia e mais uns quantos de que penso V/Exa já terá ouvido falar, ou visto ao "navegar na net".
São precisamente as "modernices" com que tenho bastante dificuldade em lidar que motivam esta minha tomada de posição porquanto é aí que circulam a respeito de V/Exa afirmações que desprestigiam a figura máxima do País Portugal, que, em minha opinião, não pode estar sujeita a tais insinuações que espero V/Exa desminta categoricamente.
Passemos à frente das insinuações de que V/Exa foi 1º Ministro de Portugal durante mais de dez anos, época em que V/Exa vendeu as nossa pescas, a nossa agricultura, a nossa indústria a troco dos milhões da CEE, milhões que, ao contrário do que seria desejável, não serviram para qualquer modernização ou reforma do nosso País mas sim para encher os bolsos de alguns, curiosamente seus correligionários, senão mesmo, seus amigos. Acredito que esse tempo que vivemos sob o comando de V/Exa e que tanto mal nos fez foi apenas fruto de incompetência o que, sendo lamentável, não é crime, os crimes foram praticados por aqueles que se encheram à custa do regabofe, perdoe-me o popularismo, que se viveu nessa época e que, curiosamente, ou talvez não, continuam sem prestar contas à justiça.
Entremos então no que mais me choca, porque nesses outros comentários, a maioria dos quais anónimos mas alguns assinados, é a honestidade de V/Exa que é posta em causa e eu não quero que o Presidente da República do meu país seja o indivíduo que alguns propalam pois que entendo que o cargo só pode ser ocupado por alguém em quem os portugueses se revejam como símbolo de coerência e honestidade, é assim que penso que nesta carta presto um favor a V/Exa, pois que respondendo às 4 questões que vou colocar, findarão de vez as maledicências que, quero acreditar, são os escritos que por aí circulam.
1ª Questão:
Circula por aí um "escrito" que afirma que V/Exa, professor da Universidade Nova de Lisboa, após ser ministro das finanças, foi convidado para professor da Universidade Católica, cargo que aceitou sem se ter desvinculado da Nova o que motivou que lhe fosse movido um processo disciplinar por faltar injustificadamente às aulas da Nova, processo esse conducente ao despedimento com justa causa, que se teria perdido no gabinete do então ministro da educação, a quem competiria o despacho final, João de Deus Pinheiro, seu amigo e beneficiado depois de V/Exa ascender a 1º Ministro com o lugar de comissário europeu, lugar que desempenhou tão eficazmente que o levou a ficar conhecido como "comissário do golfe".
Pergunta directa:
Foi ou não movido a V/Exa um processo disciplinar enquanto professor da Universidade Nova de Lisboa?
Se a resposta for afirmativa, qual o resultado desse processo?
Se a resposta for negativa é evidente que todas as informações que andam por aí a circular carecem de fundamento.
2ª Questão:
Circulam por aí vários escritos sobre a regularidade da transacção de acções do BPN que V/Exa adquiriu. Sendo certo que as referidas acções não estavam cotadas em bolsa e portanto só poderiam ser transaccionadas por contactos directos, vulgo boca a boca, faço sobre a matéria várias perguntas:
1ª - Quem aconselhou a V/Exa tal investimento?
2ª- A quem adquiriu V/Exa as referidas acções?
3ª- Em que data, de que forma e a quem vendeu V/Exa as acções?
4ª- Sendo V/Exa um renomado economista, não estranhou um lucro de 140% numa aplicação de tão curto prazo?
3ª Questão
Tendo em atenção o que por aí circula sobre a Casa da Coelha, limito-me a fazer perguntas:
1ª- É ou não, verdade, que o negócio entre a casa de Albufeira e a casa a Coelha foi feito como permuta de imóveis do mesmo valor para evitar pagamento de impostos?
2ª- Se já foi saldada ao estado a diferença de impostos com que atraso em relação à escritura se processou a referida regularização?
3ª- É ou não verdade que as alterações nas obras feitas na casa da Coelha, nomeadamente a alteração das áreas de construção foram feitas sem conhecimento da autarquia?
4ª- A ser positiva a resposta à pergunta anterior, se já foi sanado o problema resultante de obras feitas à revelia da autarquia, em que data foi feita tal regularização e se foi feita antes ou depois das obras estarem concluídas?
5ª- Última pergunta, esta de mera curiosidade, será que V/Exa já se lembra do cartório em que foi feita a escritura?
4ª- Questão
Ouvi V/Exa na TV dizer que tinha uma reforma de 1300 €, que quase lhe não chegava para as despesas, passando fugazmente pela reforma do Banco de Portugal. Assim, pergunto:
1ª- Quantas reformas tem V/Exa?
2ª- De que entidades e a que anos de serviços são devidas essas reformas?
3ª- Em quantas não recebe 13º e 14º mês?
4ª- Abdicou V/Exa do ordenado de PR por iniciativa própria ou por imposição legal?
5ª Recebe ou não V/Exa alguns milhares de euros como "despesas de representação"?
Fico a aguardar a resposta de V/Exa com o desejo de que a mesma seja de tal forma conclusiva e que, se V/Exa o achar conveniente, venha acompanhada de cópias de documentos, que provem a todos os portugueses que o que por aí circula na Net, não passam de calúnias e intrigas movidas contra a impoluta figura de Sua Exa o Senhor Presidente da República de Portugal.
A terminar e depois de recordar mais uma das suas afirmações na TV, lembro uma frase do meu avô, há muito falecido, alentejano, analfabeto e vertical:
" NÃO HÁ HOMENS MUITO, OU POUCO SÉRIOS, HÁ HOMENS SÉRIOS E OUTRAS COISAS QUE PARECEM HOMENS".
Por mim, com a idade que tenho, já não preciso nem quero nascer outra vez, basta-me morrer como tenho vivido.
Sério.
Com os meus melhores cumprimentos.
José Nogueira Pardal
E EU TAMBÉM DIGO
Que nunca doa a mente, nem as mãos, a quem escreveu esta carta
Neste país da ética republicana e de Abril tudo é permitido...desde que se tenha as costas bem quentes.
Estas dúvidas deveriam ter sido esclarecidas antes da reeleição.
Agora é tarde! A anátema vai acompanhá-lo até ao seu estertor político.
Simões
Exmo Senhor Presidente da República, Aníbal António Cavaco Silva
Vou usar um meio hoje praticamente em desuso mas que, quanto a mim, é a forma mais correcta de o questionar, porque a avaliar pelas conversas que vou ouvindo por aqui e por ali, muitos portugueses gostariam de ver esclarecidas as dúvidas que vou colocar a V/Exa e é por tal razão que uso a forma "carta aberta", carta que espero algum dos jornais a que a vou enviar com pedido de publicação dê à estampa, desejando que a resposta de V/Exa fosse também pública.
Tenho 74 nos, sou reformado, daqueles que descontou durante 41 anos, embora tenha trabalhado durante 48, para poder ter uma reforma e que, porque as pernas já me não permitem longas caminhadas e o dinheiro para os transportes e os espectáculos a que gostaria de assistir não abunda, passo uma parte do meu dia a ler, sei quantos cantos há nos Lusíadas, conheço Camilo, Eça, Ferreira de Castro, Aquilino, Florbela, Natália, Sofia e mais uns quantos de que penso V/Exa já terá ouvido falar, ou visto ao "navegar na net".
São precisamente as "modernices" com que tenho bastante dificuldade em lidar que motivam esta minha tomada de posição porquanto é aí que circulam a respeito de V/Exa afirmações que desprestigiam a figura máxima do País Portugal, que, em minha opinião, não pode estar sujeita a tais insinuações que espero V/Exa desminta categoricamente.
Passemos à frente das insinuações de que V/Exa foi 1º Ministro de Portugal durante mais de dez anos, época em que V/Exa vendeu as nossa pescas, a nossa agricultura, a nossa indústria a troco dos milhões da CEE, milhões que, ao contrário do que seria desejável, não serviram para qualquer modernização ou reforma do nosso País mas sim para encher os bolsos de alguns, curiosamente seus correligionários, senão mesmo, seus amigos. Acredito que esse tempo que vivemos sob o comando de V/Exa e que tanto mal nos fez foi apenas fruto de incompetência o que, sendo lamentável, não é crime, os crimes foram praticados por aqueles que se encheram à custa do regabofe, perdoe-me o popularismo, que se viveu nessa época e que, curiosamente, ou talvez não, continuam sem prestar contas à justiça.
Entremos então no que mais me choca, porque nesses outros comentários, a maioria dos quais anónimos mas alguns assinados, é a honestidade de V/Exa que é posta em causa e eu não quero que o Presidente da República do meu país seja o indivíduo que alguns propalam pois que entendo que o cargo só pode ser ocupado por alguém em quem os portugueses se revejam como símbolo de coerência e honestidade, é assim que penso que nesta carta presto um favor a V/Exa, pois que respondendo às 4 questões que vou colocar, findarão de vez as maledicências que, quero acreditar, são os escritos que por aí circulam.
1ª Questão:
Circula por aí um "escrito" que afirma que V/Exa, professor da Universidade Nova de Lisboa, após ser ministro das finanças, foi convidado para professor da Universidade Católica, cargo que aceitou sem se ter desvinculado da Nova o que motivou que lhe fosse movido um processo disciplinar por faltar injustificadamente às aulas da Nova, processo esse conducente ao despedimento com justa causa, que se teria perdido no gabinete do então ministro da educação, a quem competiria o despacho final, João de Deus Pinheiro, seu amigo e beneficiado depois de V/Exa ascender a 1º Ministro com o lugar de comissário europeu, lugar que desempenhou tão eficazmente que o levou a ficar conhecido como "comissário do golfe".
Pergunta directa:
Foi ou não movido a V/Exa um processo disciplinar enquanto professor da Universidade Nova de Lisboa?
Se a resposta for afirmativa, qual o resultado desse processo?
Se a resposta for negativa é evidente que todas as informações que andam por aí a circular carecem de fundamento.
2ª Questão:
Circulam por aí vários escritos sobre a regularidade da transacção de acções do BPN que V/Exa adquiriu. Sendo certo que as referidas acções não estavam cotadas em bolsa e portanto só poderiam ser transaccionadas por contactos directos, vulgo boca a boca, faço sobre a matéria várias perguntas:
1ª - Quem aconselhou a V/Exa tal investimento?
2ª- A quem adquiriu V/Exa as referidas acções?
3ª- Em que data, de que forma e a quem vendeu V/Exa as acções?
4ª- Sendo V/Exa um renomado economista, não estranhou um lucro de 140% numa aplicação de tão curto prazo?
3ª Questão
Tendo em atenção o que por aí circula sobre a Casa da Coelha, limito-me a fazer perguntas:
1ª- É ou não, verdade, que o negócio entre a casa de Albufeira e a casa a Coelha foi feito como permuta de imóveis do mesmo valor para evitar pagamento de impostos?
2ª- Se já foi saldada ao estado a diferença de impostos com que atraso em relação à escritura se processou a referida regularização?
3ª- É ou não verdade que as alterações nas obras feitas na casa da Coelha, nomeadamente a alteração das áreas de construção foram feitas sem conhecimento da autarquia?
4ª- A ser positiva a resposta à pergunta anterior, se já foi sanado o problema resultante de obras feitas à revelia da autarquia, em que data foi feita tal regularização e se foi feita antes ou depois das obras estarem concluídas?
5ª- Última pergunta, esta de mera curiosidade, será que V/Exa já se lembra do cartório em que foi feita a escritura?
4ª- Questão
Ouvi V/Exa na TV dizer que tinha uma reforma de 1300 €, que quase lhe não chegava para as despesas, passando fugazmente pela reforma do Banco de Portugal. Assim, pergunto:
1ª- Quantas reformas tem V/Exa?
2ª- De que entidades e a que anos de serviços são devidas essas reformas?
3ª- Em quantas não recebe 13º e 14º mês?
4ª- Abdicou V/Exa do ordenado de PR por iniciativa própria ou por imposição legal?
5ª Recebe ou não V/Exa alguns milhares de euros como "despesas de representação"?
Fico a aguardar a resposta de V/Exa com o desejo de que a mesma seja de tal forma conclusiva e que, se V/Exa o achar conveniente, venha acompanhada de cópias de documentos, que provem a todos os portugueses que o que por aí circula na Net, não passam de calúnias e intrigas movidas contra a impoluta figura de Sua Exa o Senhor Presidente da República de Portugal.
A terminar e depois de recordar mais uma das suas afirmações na TV, lembro uma frase do meu avô, há muito falecido, alentejano, analfabeto e vertical:
" NÃO HÁ HOMENS MUITO, OU POUCO SÉRIOS, HÁ HOMENS SÉRIOS E OUTRAS COISAS QUE PARECEM HOMENS".
Por mim, com a idade que tenho, já não preciso nem quero nascer outra vez, basta-me morrer como tenho vivido.
Sério.
Com os meus melhores cumprimentos.
José Nogueira Pardal
E EU TAMBÉM DIGO
Que nunca doa a mente, nem as mãos, a quem escreveu esta carta
quarta-feira, março 21, 2012
Carta aos Professores e ou para TODOS
Carta a professores, alunos, pais, governantes, cidadãos e quaisquer outros que possam sentir-se tocados e identificados. por Sara Fidalgo a Sexta-feira, 9 de Março de 2012 às 11:21 ·
As reformas na educação estão na boca do mundo há mais anos do que os que conseguimos recordar, chegando ao ponto de nem sabermos como começaram nem de onde vieram. Confessando, sou apenas uma das que passou das aulas de uma hora para as aulas de noventa minutos e achei aquilo um disparate total.
Tirava-nos intervalos, tirava-nos momentos de caçadinhas e de saltar à corda e obrigava-nos a estar mais tempo sentados a ouvir sobre reis, rios, palavras estrangeiras e números primos.
Depois veio o secundário e deixámos de ter “folgas” porque passou a haver professores que tinham que substituir os que faltavam e nós ficávamos tristes.
Não era porque não queríamos aprender, era porque as “aulas de substituição” nos cansavam mais do que as outras.
Os professores não nos conheciam, abusávamos deles e era como voltar ao zero.
Eu era pequenina. E nunca me passou pela cabeça pensar no lado dos professores.
Até ao dia 1 de Março. Foi o culminar de tudo. Durante semanas e semanas ouvi a minha mãe, uma das melhores professoras de Inglês que conheci, o meu pilar, a minha luz, a minha companhia, a encher a boca séria com a palavra depressão.
A seguir vinham os tremores, as preocupações, as queixas de pais, as crianças a quem não conseguimos chamar crianças porque são tão indisciplinadas que parece que lhes falta a meninice. Acreditem ou não, há pais que não sabem o que estão a criar.
Como dizia um amigo meu: “Antigamente, fazíamos asneiras na escola e quando chegávamos a casa levávamos uma chapada do pai ou da mãe. Hoje, os miúdos fazem asneiras e os pais vão à escola para dar a dita chapada nos professores”. Sim, nos professores. Aqueles que tomam conta de tantos filhos cujos pais não têm tempo nem paciência para os educar. Sim, os professores que fazem de nós adultos competentes, formados, civilizados. Ou faziam, porque agora não conseguem.
A minha mãe levou a maior chapada de todas e não resistiu. Desculpem o dramatismo mas a escola, o sistema educativo, a educação especial, a educação sexual, as provas de aferição e toda aquela enormidade de coisas que não consigo sequer enumerar, levaram deste mundo uma das melhores pessoas que por cá andou. E revolta-me não conseguir fazer-lhe justiça.
Professores e responsáveis pela educação, espero que leiam isto e acordem, revoltem-se, manifestem-se (ainda mais) mas, sobretudo e acima de qualquer outra coisa, conversem e ajudem-se uns aos outros.
Levem a história da minha mãe para as bocas do mundo, para as conversas na sala dos professores e nos intervalos, a história de uma mulher maravilhosa que se suicidou não por causa de uma vida instável, não por causa de uma família desestruturada, não por dificuldades económicas, não por desgostos amorosos mas por causa de um trabalho que amava, ao qual se dedicou de alma e coração durante 36 anos. De todos os problemas que a minha mãe teve no trabalho desde que me conheço (todos os temos, todos os conhecemos), nunca ouvi a palavra “incapaz” sair da boca dela.
Nunca a vi tão indefesa, nunca a conheci como desistente, nunca pensei ouvir “ando a enganar-me a mim mesma e não sei ser professora”. Mas era verdade. Ela soube. Ela foi. Ela ensinou centenas de crianças, ela riu, ela fez o pino no meio da sala de aulas, ela escreveu em quadros a giz e depois em quadros eletrónicos. Ela aprendeu as novas tecnologias. O que ela não aprendeu foi a suportar a carga imensa e descabida que lhe puseram sobre os ombros sem sentido rigorosamente nenhum.
Eu, pelo menos, não o consigo ver. E, assim, me manifesto contra toda esta gentinha que desvaloriza os professores mais velhos, que os destrói e os obriga a adaptarem-se a uma realidade que nunca conheceram. E tudo isto de um momento para o outro, sem qualquer tipo de preparação ou ajuda.
Esta, sim, é a minha maneira de me revoltar contra aquilo que a minha mãe não teve forças para combater.
Quem me dera ter conseguido aliviá-la, tirar-lhe aquela carga estupidamente pesada e que ninguém, a não ser quem a vive, compreende.
Eu vivi através dela e nunca cheguei a compreender. Professores, ajudem-se.
Conversem. E, acima de tudo, não deixem que a educação seja um fardo em vez de ser a profissão que vocês escolheram com tanto amor. Pensem no amor.
E, com ele, honrem a vida maravilhosa que a minha mãe teve, até não poder mais.
Sara Fidalgo
As reformas na educação estão na boca do mundo há mais anos do que os que conseguimos recordar, chegando ao ponto de nem sabermos como começaram nem de onde vieram. Confessando, sou apenas uma das que passou das aulas de uma hora para as aulas de noventa minutos e achei aquilo um disparate total.
Tirava-nos intervalos, tirava-nos momentos de caçadinhas e de saltar à corda e obrigava-nos a estar mais tempo sentados a ouvir sobre reis, rios, palavras estrangeiras e números primos.
Depois veio o secundário e deixámos de ter “folgas” porque passou a haver professores que tinham que substituir os que faltavam e nós ficávamos tristes.
Não era porque não queríamos aprender, era porque as “aulas de substituição” nos cansavam mais do que as outras.
Os professores não nos conheciam, abusávamos deles e era como voltar ao zero.
Eu era pequenina. E nunca me passou pela cabeça pensar no lado dos professores.
Até ao dia 1 de Março. Foi o culminar de tudo. Durante semanas e semanas ouvi a minha mãe, uma das melhores professoras de Inglês que conheci, o meu pilar, a minha luz, a minha companhia, a encher a boca séria com a palavra depressão.
A seguir vinham os tremores, as preocupações, as queixas de pais, as crianças a quem não conseguimos chamar crianças porque são tão indisciplinadas que parece que lhes falta a meninice. Acreditem ou não, há pais que não sabem o que estão a criar.
Como dizia um amigo meu: “Antigamente, fazíamos asneiras na escola e quando chegávamos a casa levávamos uma chapada do pai ou da mãe. Hoje, os miúdos fazem asneiras e os pais vão à escola para dar a dita chapada nos professores”. Sim, nos professores. Aqueles que tomam conta de tantos filhos cujos pais não têm tempo nem paciência para os educar. Sim, os professores que fazem de nós adultos competentes, formados, civilizados. Ou faziam, porque agora não conseguem.
A minha mãe levou a maior chapada de todas e não resistiu. Desculpem o dramatismo mas a escola, o sistema educativo, a educação especial, a educação sexual, as provas de aferição e toda aquela enormidade de coisas que não consigo sequer enumerar, levaram deste mundo uma das melhores pessoas que por cá andou. E revolta-me não conseguir fazer-lhe justiça.
Professores e responsáveis pela educação, espero que leiam isto e acordem, revoltem-se, manifestem-se (ainda mais) mas, sobretudo e acima de qualquer outra coisa, conversem e ajudem-se uns aos outros.
Levem a história da minha mãe para as bocas do mundo, para as conversas na sala dos professores e nos intervalos, a história de uma mulher maravilhosa que se suicidou não por causa de uma vida instável, não por causa de uma família desestruturada, não por dificuldades económicas, não por desgostos amorosos mas por causa de um trabalho que amava, ao qual se dedicou de alma e coração durante 36 anos. De todos os problemas que a minha mãe teve no trabalho desde que me conheço (todos os temos, todos os conhecemos), nunca ouvi a palavra “incapaz” sair da boca dela.
Nunca a vi tão indefesa, nunca a conheci como desistente, nunca pensei ouvir “ando a enganar-me a mim mesma e não sei ser professora”. Mas era verdade. Ela soube. Ela foi. Ela ensinou centenas de crianças, ela riu, ela fez o pino no meio da sala de aulas, ela escreveu em quadros a giz e depois em quadros eletrónicos. Ela aprendeu as novas tecnologias. O que ela não aprendeu foi a suportar a carga imensa e descabida que lhe puseram sobre os ombros sem sentido rigorosamente nenhum.
Eu, pelo menos, não o consigo ver. E, assim, me manifesto contra toda esta gentinha que desvaloriza os professores mais velhos, que os destrói e os obriga a adaptarem-se a uma realidade que nunca conheceram. E tudo isto de um momento para o outro, sem qualquer tipo de preparação ou ajuda.
Esta, sim, é a minha maneira de me revoltar contra aquilo que a minha mãe não teve forças para combater.
Quem me dera ter conseguido aliviá-la, tirar-lhe aquela carga estupidamente pesada e que ninguém, a não ser quem a vive, compreende.
Eu vivi através dela e nunca cheguei a compreender. Professores, ajudem-se.
Conversem. E, acima de tudo, não deixem que a educação seja um fardo em vez de ser a profissão que vocês escolheram com tanto amor. Pensem no amor.
E, com ele, honrem a vida maravilhosa que a minha mãe teve, até não poder mais.
Sara Fidalgo
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Carta aos Professores e ou para TODOS
quarta-feira, março 14, 2012
LIÇÃO SOBERBA
SOBERBA LIÇÃO!!!
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."
A origem desta carta é desconhecida, mas ela traz "sorte" a todos os que a passam.
Não fiques com esta carta. Simplesmente, manda a
amigos a quem desejas bem!!!!!
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."
A origem desta carta é desconhecida, mas ela traz "sorte" a todos os que a passam.
Não fiques com esta carta. Simplesmente, manda a
amigos a quem desejas bem!!!!!
sábado, março 10, 2012
Passos Coelho disse
Assim falou... Pedro Passos Coelho:
1- "Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução."
2- "Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa."
3- "Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias."
4- "Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou."
5- "Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas."
6- "O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa."
7-"Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos."
8- "Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos."
9- "Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos."
10- "Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado."
11- "Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal."
12- "O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando."
13- "Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa."
14-"Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas."
15-"Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."
16- "A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."
17- "A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos."
18- "Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota"
19- "O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."
20- "Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate."
21- "Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"
Conta de Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010.
Os tuites aqui transcritos foram publicados entre Março de 2010 e Junho de 2011Frases célebres (...) de Pedro Passos Coelho...
(recebido da LG)
1- "Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução."
2- "Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa."
3- "Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias."
4- "Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou."
5- "Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas."
6- "O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa."
7-"Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos."
8- "Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos."
9- "Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos."
10- "Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado."
11- "Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal."
12- "O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando."
13- "Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa."
14-"Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas."
15-"Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."
16- "A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."
17- "A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos."
18- "Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota"
19- "O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."
20- "Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate."
21- "Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"
Conta de Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010.
Os tuites aqui transcritos foram publicados entre Março de 2010 e Junho de 2011Frases célebres (...) de Pedro Passos Coelho...
(recebido da LG)
quarta-feira, março 07, 2012
DEMITA-SE, SENHOR PRIMEIRO-MINISTRO
Nicolau Santos, na sua habitual coluna do semanário Expresso, desnudava a alma, com estes termos:
Sr. primeiro-ministro, depois das medidas que anunciou sinto uma força a crescer-me nos dedos e uma raiva a nascer-me nos dentes. Também eu, senhor primeiro-ministro. Só me apetece rugir!...
O que o Senhor fez, foi um Roubo! Um Roubo descarado à classe média, no alto da sua impunidade política! Por isso, um duplo roubo: pelo crime em si e pela indecorosa impunidade de que se revestiu. E, ainda pior: Vossa Excelência matou o País!
Invoca Sua Sumidade, que as medidas são suas, mas o déficite é do Sócrates! Só os tolos caem na esparrela desse argumento. O déficite já vem do tempo de Cavaco Silva, quando, como bom aluno que foi, nos anos 80, a mando dos donos da Europa, decidiu, a troco de 700 milhões de contos anuais, acabar com as Pescas, a Agricultura e a Industria. Farisaicamente, Bruxelas pagava então, aos pescadores para não pescarem, e aos agricultores para não cultivarem. O resultado foi uma total dependência alimentar, uma decadência industrial e investimentos faraónicos no cimento e no alcatrão. Bens não transacionáveis, que significaram o êxodo rural para o litoral, corrupção larvar e uma classe de novos muitíssimo-ricos. Toda esta tragédia, que mergulhou um País numa espiral deficitária, acabou, fragorosamente, com Sócrates. O déficite é de toda esta gente, que hoje vive gozando as delícias das suas malfeitorias. E você é o herdeiro e o filho predileto de todos estes que você, agora, hipocritamente, quer pôr no banco dos réus?
Mas o Senhor também é responsável por esta crise. Tem as suas asas crivadas pelo chumbo da sua própria espingarda. Porque deitou abaixo o PEC4, de má memória, dando asas aos abutres financeiros para inflacionarem a dívida para valores insuportáveis e porque invocou como motivo para tal chumbo, o caráter excessivo dessas medidas. Prometeu, entretanto, não subir os impostos. Depois, já no poder, anunciou como excecional o corte no subsídio de Natal. Agora, isto! Ou seja, de mentira em mentira, até a este colossal embuste, que é o Orçamento Geral do Estado.
Diz Vossa Eminência que não tinha outra saída. Ou seja, todas as soluções passam pelo ataque ao Trabalho e pela defesa do Capital Financeiro. Outro embuste. Já se sabia no que resultaram estas mesmas medidas na Grécia: no desemprego, na recessão e num déficite ainda maior. Pois o senhor, incauto e ignorante, não se importou de importar tão assassina cartilha. Sem Economia, não há Finanças, deveria saber o Senhor. Com ainda menos Economia (a recessão atingirá valores perto do 5% em 2012), com muito mais falências e com o desemprego a atingir o colossal valor de 20%, onde vai Sua Sabedoria buscar receitas para corrigir o déficite? Com a banca descapitalizada (para onde foram os biliões do BPN?), como traçará linhas de crédito para as pequenas e médias empresas, responsáveis por 90% do desemprego?
O Senhor burlou-nos e espoliou-nos. Teve a admirável coragem de sacar aos indefesos dos trabalhadores, com a esfarrapada desculpa de não ter outra hipótese. E há tantas! Dou-lhe um exemplo: o Metro do Porto. Tem um prejuízo de 3.500 milhões de euros, é todo à superfície e tem uma oferta 400 vezes!!! superior à procura. Tudo alinhavado à medida de uns tantos autarcas, embandeirados por Valentim Loureiro. Outro exemplo: as parcerias publico-privadas, grande sugadouro das finanças públicas. Outro exemplo: Dizem os estudos que, se V. Ex.ª cortasse, na mesma percentagem, os rendimentos das 10 maiores fortunas de Portugal, ficaríamos aliviadinhos de todo, desta canga deficitária. Até porque foram elas, as grandes beneficiárias desta orgia grega que nos tramou. Estaria horas, a desfiar exemplos e Você não gastou um minuto em pensar em deslocar-se a Bruxelas, para dilatar no tempo, as gravosas medidas que anunciou, para Salvar Portugal!
Diz Boaventura de Sousa Santos que o Senhor Primeiro-Ministro é um homem sem experiência, sem ideias e sem substrato académico para tais andanças. Concordo! Como não sabe, pretende ser um bom aluno dos mandantes da Europa, esperando deles, compreensão e consideração. Genuina ingenuidade! Com tudo isto, passou de bom aluno, para lacaio da senhora Merkel e do senhor Sarkhozy, quando precisávamos, não de um bom aluno, mas de um Mestre, de um Líder, com uma Ideia e um Projeto para Portugal. O Senhor, ao desistir da Economia, desistiu de Portugal! Foi o coveiro da nossa independência. Hoje, é, apenas, o Gauleiter de Berlim.
Demita-se, senhor primeiro-ministro, antes que seja o Povo a demiti-lo.
a) Nicolau Santos
Sr. primeiro-ministro, depois das medidas que anunciou sinto uma força a crescer-me nos dedos e uma raiva a nascer-me nos dentes. Também eu, senhor primeiro-ministro. Só me apetece rugir!...
O que o Senhor fez, foi um Roubo! Um Roubo descarado à classe média, no alto da sua impunidade política! Por isso, um duplo roubo: pelo crime em si e pela indecorosa impunidade de que se revestiu. E, ainda pior: Vossa Excelência matou o País!
Invoca Sua Sumidade, que as medidas são suas, mas o déficite é do Sócrates! Só os tolos caem na esparrela desse argumento. O déficite já vem do tempo de Cavaco Silva, quando, como bom aluno que foi, nos anos 80, a mando dos donos da Europa, decidiu, a troco de 700 milhões de contos anuais, acabar com as Pescas, a Agricultura e a Industria. Farisaicamente, Bruxelas pagava então, aos pescadores para não pescarem, e aos agricultores para não cultivarem. O resultado foi uma total dependência alimentar, uma decadência industrial e investimentos faraónicos no cimento e no alcatrão. Bens não transacionáveis, que significaram o êxodo rural para o litoral, corrupção larvar e uma classe de novos muitíssimo-ricos. Toda esta tragédia, que mergulhou um País numa espiral deficitária, acabou, fragorosamente, com Sócrates. O déficite é de toda esta gente, que hoje vive gozando as delícias das suas malfeitorias. E você é o herdeiro e o filho predileto de todos estes que você, agora, hipocritamente, quer pôr no banco dos réus?
Mas o Senhor também é responsável por esta crise. Tem as suas asas crivadas pelo chumbo da sua própria espingarda. Porque deitou abaixo o PEC4, de má memória, dando asas aos abutres financeiros para inflacionarem a dívida para valores insuportáveis e porque invocou como motivo para tal chumbo, o caráter excessivo dessas medidas. Prometeu, entretanto, não subir os impostos. Depois, já no poder, anunciou como excecional o corte no subsídio de Natal. Agora, isto! Ou seja, de mentira em mentira, até a este colossal embuste, que é o Orçamento Geral do Estado.
Diz Vossa Eminência que não tinha outra saída. Ou seja, todas as soluções passam pelo ataque ao Trabalho e pela defesa do Capital Financeiro. Outro embuste. Já se sabia no que resultaram estas mesmas medidas na Grécia: no desemprego, na recessão e num déficite ainda maior. Pois o senhor, incauto e ignorante, não se importou de importar tão assassina cartilha. Sem Economia, não há Finanças, deveria saber o Senhor. Com ainda menos Economia (a recessão atingirá valores perto do 5% em 2012), com muito mais falências e com o desemprego a atingir o colossal valor de 20%, onde vai Sua Sabedoria buscar receitas para corrigir o déficite? Com a banca descapitalizada (para onde foram os biliões do BPN?), como traçará linhas de crédito para as pequenas e médias empresas, responsáveis por 90% do desemprego?
O Senhor burlou-nos e espoliou-nos. Teve a admirável coragem de sacar aos indefesos dos trabalhadores, com a esfarrapada desculpa de não ter outra hipótese. E há tantas! Dou-lhe um exemplo: o Metro do Porto. Tem um prejuízo de 3.500 milhões de euros, é todo à superfície e tem uma oferta 400 vezes!!! superior à procura. Tudo alinhavado à medida de uns tantos autarcas, embandeirados por Valentim Loureiro. Outro exemplo: as parcerias publico-privadas, grande sugadouro das finanças públicas. Outro exemplo: Dizem os estudos que, se V. Ex.ª cortasse, na mesma percentagem, os rendimentos das 10 maiores fortunas de Portugal, ficaríamos aliviadinhos de todo, desta canga deficitária. Até porque foram elas, as grandes beneficiárias desta orgia grega que nos tramou. Estaria horas, a desfiar exemplos e Você não gastou um minuto em pensar em deslocar-se a Bruxelas, para dilatar no tempo, as gravosas medidas que anunciou, para Salvar Portugal!
Diz Boaventura de Sousa Santos que o Senhor Primeiro-Ministro é um homem sem experiência, sem ideias e sem substrato académico para tais andanças. Concordo! Como não sabe, pretende ser um bom aluno dos mandantes da Europa, esperando deles, compreensão e consideração. Genuina ingenuidade! Com tudo isto, passou de bom aluno, para lacaio da senhora Merkel e do senhor Sarkhozy, quando precisávamos, não de um bom aluno, mas de um Mestre, de um Líder, com uma Ideia e um Projeto para Portugal. O Senhor, ao desistir da Economia, desistiu de Portugal! Foi o coveiro da nossa independência. Hoje, é, apenas, o Gauleiter de Berlim.
Demita-se, senhor primeiro-ministro, antes que seja o Povo a demiti-lo.
a) Nicolau Santos
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DEMITA-SE,
SENHOR PRIMEIRO-MINISTRO
quarta-feira, fevereiro 29, 2012
Portugal à grande, mas com recursos sem interesse
Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
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segunda-feira, fevereiro 27, 2012
sábado, fevereiro 25, 2012
Acordo Ortográfico
http://www.portaldalinguaportuguesa.org/acordo.php?acordo&version=1990
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
BASE I: DO ALFABETO E DOS NOMES PRÓPRIOS ESTRANGEIROS E SEUS DERIVADOS
BASE II: DO H INICIAL E FINAL
BASE III: DA HOMOFONIA DE CERTOS GRAFEMAS CONSONÂNTICOS
BASE IV: DAS SEQUÊNCIAS CONSONÂNTICAS
BASE V: DAS VOGAIS ÁTONAS
BASE VI: DAS VOGAIS NASAIS
BASE VII: DOS DITONGOS
BASE VIII: DA ACENTUAÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS OXÍTONAS
BASE IX: DA ACENTUAÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS PAROXÍTONAS
BASE X: DA ACENTUAÇÃO DAS VOGAIS TÓNICAS/TÔNICAS GRAFADAS I E U DAS PALAVRAS OXÍTONAS E PAROXÍTONAS
BASE XI: DA ACENTUAÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS PROPAROXÍTONAS
BASE XII: DO EMPREGO DO ACENTO GRAVE
BASE XIII: DA SUPRESSÃO DOS ACENTOS EM PALAVRAS DERIVADAS
BASE XIV: DO TREMA
BASE XV: DO HÍFEN EM COMPOSTOS, LOCUÇÕES E ENCADEAMENTOS VOCABULARES
BASE XVI: DO HÍFEN NAS FORMAÇÕES POR PREFIXAÇÃO, RECOMPOSIÇÃO E SUFIXAÇÃO
BASE XVII: DO HÍFEN NA ÊNCLISE, NA TMESE E COM O VERBO HAVER
BASE XVIII: DO APÓSTROFO
BASE XIX: DAS MINÚSCULAS E MAIÚSCULAS
BASE XX: DA DIVISÃO SILÁBICA
BASE XXI: DAS ASSINATURAS E FIRMAS
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
BASE I: DO ALFABETO E DOS NOMES PRÓPRIOS ESTRANGEIROS E SEUS DERIVADOS
BASE II: DO H INICIAL E FINAL
BASE III: DA HOMOFONIA DE CERTOS GRAFEMAS CONSONÂNTICOS
BASE IV: DAS SEQUÊNCIAS CONSONÂNTICAS
BASE V: DAS VOGAIS ÁTONAS
BASE VI: DAS VOGAIS NASAIS
BASE VII: DOS DITONGOS
BASE VIII: DA ACENTUAÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS OXÍTONAS
BASE IX: DA ACENTUAÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS PAROXÍTONAS
BASE X: DA ACENTUAÇÃO DAS VOGAIS TÓNICAS/TÔNICAS GRAFADAS I E U DAS PALAVRAS OXÍTONAS E PAROXÍTONAS
BASE XI: DA ACENTUAÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS PROPAROXÍTONAS
BASE XII: DO EMPREGO DO ACENTO GRAVE
BASE XIII: DA SUPRESSÃO DOS ACENTOS EM PALAVRAS DERIVADAS
BASE XIV: DO TREMA
BASE XV: DO HÍFEN EM COMPOSTOS, LOCUÇÕES E ENCADEAMENTOS VOCABULARES
BASE XVI: DO HÍFEN NAS FORMAÇÕES POR PREFIXAÇÃO, RECOMPOSIÇÃO E SUFIXAÇÃO
BASE XVII: DO HÍFEN NA ÊNCLISE, NA TMESE E COM O VERBO HAVER
BASE XVIII: DO APÓSTROFO
BASE XIX: DAS MINÚSCULAS E MAIÚSCULAS
BASE XX: DA DIVISÃO SILÁBICA
BASE XXI: DAS ASSINATURAS E FIRMAS
Educação Directores impedidos de se candidatarem
Directores impedidos de se candidatarem até terminar fusão de escolas
Por Kátia Catulo, publicado em 25 Fev 2012 - 03:10 | Actualizado há 9 horas 28 minutos
Assim que o mandato terminar, tutela quer nomear comissões para gerir escolas até fusão ficar concluída
Assim que um director de uma escola que ainda não foi agrupada terminar o seu mandato, fica impedido de voltar a candidatar-se e de ser reconduzido para um segundo mandato. A escola é tomada de imediato por uma comissão administrativa provisória, nomeada pelo Ministério da Educação. Esta comissão assume a gestão da escola e só dali sairá quando o governo decidir sobre a sua fusão com outros estabelecimentos de ensino ou agrupamentos escolares. A partir de agora e até ao fim do ano lectivo 2012-2013 terá de ser assim.
Esta é a intenção da tutela, expressa na sua proposta sobre gestão e administração escolar. A intenção suscitou “muitas inquietações” nos directores, que desconhecem ainda quais vão ser as cerca de 1100 escolas ou agrupamentos envolvidos no processo de fusão. “Definir uma regra igual para todos sem estarem concluídas as negociações com as autarquias e direcções escolares só pode significar que o governo não equaciona outro caminho que não seja o reagrupamento de todas as unidades de ensino”, adverte Adalmiro da Fonseca, da Associação Nacional de Directores e Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
Por enquanto, quase nada está decidido. A tutela apenas se compromete a fundir estabelecimentos de ensino dentro de critérios de “razoabilidade” e esclareceu junto das associações de directores que a reorganização terá de ficar definida até ao fim de Março. De fora desta vaga ficam as escolas ou agrupamentos dos território educativos prioritários, os estabelecimentos de ensino profissionais ou artísticos, as escolas que prestam serviço em prisões e ainda as escolas com contrato de autonomia.
A decisão de excluir as 22 escolas com contrato de autonomia, aliás, é uma novidade introduzida na proposta da tutela que confunde o dirigente da ANDAEP: “Uma vez que alargar a autonomia das escolas é um objectivo assumido pela tutela, será que os próximos a celebrarem contratos de autonomia ficam isentos deste processo?” A dúvida já foi endereçada ao secretário de Estado da Administração Escolar e as inquietações já levaram o presidente da ANDAEP a convocar um encontro nacional de directores para o próximo dia 10, em Leiria. Kátia Catulo
Por Kátia Catulo, publicado em 25 Fev 2012 - 03:10 | Actualizado há 9 horas 28 minutos
Assim que o mandato terminar, tutela quer nomear comissões para gerir escolas até fusão ficar concluída
Assim que um director de uma escola que ainda não foi agrupada terminar o seu mandato, fica impedido de voltar a candidatar-se e de ser reconduzido para um segundo mandato. A escola é tomada de imediato por uma comissão administrativa provisória, nomeada pelo Ministério da Educação. Esta comissão assume a gestão da escola e só dali sairá quando o governo decidir sobre a sua fusão com outros estabelecimentos de ensino ou agrupamentos escolares. A partir de agora e até ao fim do ano lectivo 2012-2013 terá de ser assim.
Esta é a intenção da tutela, expressa na sua proposta sobre gestão e administração escolar. A intenção suscitou “muitas inquietações” nos directores, que desconhecem ainda quais vão ser as cerca de 1100 escolas ou agrupamentos envolvidos no processo de fusão. “Definir uma regra igual para todos sem estarem concluídas as negociações com as autarquias e direcções escolares só pode significar que o governo não equaciona outro caminho que não seja o reagrupamento de todas as unidades de ensino”, adverte Adalmiro da Fonseca, da Associação Nacional de Directores e Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
Por enquanto, quase nada está decidido. A tutela apenas se compromete a fundir estabelecimentos de ensino dentro de critérios de “razoabilidade” e esclareceu junto das associações de directores que a reorganização terá de ficar definida até ao fim de Março. De fora desta vaga ficam as escolas ou agrupamentos dos território educativos prioritários, os estabelecimentos de ensino profissionais ou artísticos, as escolas que prestam serviço em prisões e ainda as escolas com contrato de autonomia.
A decisão de excluir as 22 escolas com contrato de autonomia, aliás, é uma novidade introduzida na proposta da tutela que confunde o dirigente da ANDAEP: “Uma vez que alargar a autonomia das escolas é um objectivo assumido pela tutela, será que os próximos a celebrarem contratos de autonomia ficam isentos deste processo?” A dúvida já foi endereçada ao secretário de Estado da Administração Escolar e as inquietações já levaram o presidente da ANDAEP a convocar um encontro nacional de directores para o próximo dia 10, em Leiria. Kátia Catulo
quarta-feira, fevereiro 22, 2012
Limão como terapia e fortes efeitos anti-cancerígenos
QUE O LIMÃO É BOM NÃO HÁ DÚVIDA
SE O QUE DIZEM AS PESQUISAS É VERDADE, MELHOR !
Tomar limonada como água todos os dias, acrescentando uma colherinha de bicabornato é melhor.
O Limão (Citrus limonun Risso, Citrus limon (L.) Burm., Citrus medica) é um produto milagroso para matar as células cancerosas. É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia.
Por que isto não é divulgado?
Porque há organizações interessadas em encontrar uma versão sintética que lhes permita obter lucros fabusosos. Mas, a partir de agora você pode ajudar um amigo que precise informando-lhe que deve beber sumo de limão com bicabornato de sódio para prevenir a doença. Seu sabor é agradável. E, é claro, não produz os efeitos terríveis da quimioterapia. E se você tiver lugar plante um pé de limão no seu quintal ou jardim. Todas as partes da árvore são
úteis.
A próxima vez que você quiser beber um sumo, peça ou faça-o de limão natural, sem conservantes.
Quantas pessoas morrem, enquanto este segredo tem sido bem guardado só para não colocar em risco as utilidades multi bilionárias de grandes corporações?
Como você bem sabe o limoeiro é uma árvore pequena e baixa. Não ocupa muito espaço. É conhecido pelo nome de limoeiro, pé de limão, lima (em alguns lugares), llimona (cat) limoiaritz (eusk).
É uma fruta cítrica que vem em diferentes formas. Sua polpa pode ser consumida diretamente ou é usada normalmente para fazer bebidas, sorvetes, doces e assim por diante.
O interesse desta planta é devido a seus fortes efeitos anti-cancerígenos. E embora lhe sejam atribuidas muitas outras propriedades, o mais interessante sobre ele é o efeito que produz sobre os cistos e tumores. Esta planta é um remédio comprovado contra o câncer de todos os tipos e o bicabornato vai mudar o Ph do seu organismo. Alguns dizem que é de grande utilidade em todas as formas de câncer.
É considerado também como um agente anti-microbiano de amplo espectro contra infecções bacterianas e fungos que vivem em lugares ácidos. Acrescentando bicarbonato de sódio em sua limonada você altera o Ph do seu organismo; é eficaz contra parasitas internos e vermes, regula a pressão arterial elevada e é antidepressivo, combate a tensão e os distúrbios nervosos.
A fonte desta informação é fascinante: ela vem de um dos maiores fabricantes de remédios do mundo, que afirma que depois de mais de 20 testes de laboratório realizados desde 1970, ficou provado que o extrato:
1 - Destroi as células malignas em 12 tipos de câncer, incluindo câncer de cólon, de mama, de próstata, de pulmão e do pâncreas...
2 - Os compostos desta árvore mostraram atuar 10.000 vezes melhor, retardando o crescimento das células cancerosas do que a adriamicina, uma droga quimioterápica, normalmente utilizada no mundo.
3 - E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia, com o extrato do limão e bicabornato, destrói apenas as células malignas do câncer e não afeta as células saudáveis.
Instituto de Ciências da Saúde, L.L.C. 819 N. Charles Street - Baltimore, MD 1201.
SE O QUE DIZEM AS PESQUISAS É VERDADE, MELHOR !
Tomar limonada como água todos os dias, acrescentando uma colherinha de bicabornato é melhor.
O Limão (Citrus limonun Risso, Citrus limon (L.) Burm., Citrus medica) é um produto milagroso para matar as células cancerosas. É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia.
Por que isto não é divulgado?
Porque há organizações interessadas em encontrar uma versão sintética que lhes permita obter lucros fabusosos. Mas, a partir de agora você pode ajudar um amigo que precise informando-lhe que deve beber sumo de limão com bicabornato de sódio para prevenir a doença. Seu sabor é agradável. E, é claro, não produz os efeitos terríveis da quimioterapia. E se você tiver lugar plante um pé de limão no seu quintal ou jardim. Todas as partes da árvore são
úteis.
A próxima vez que você quiser beber um sumo, peça ou faça-o de limão natural, sem conservantes.
Quantas pessoas morrem, enquanto este segredo tem sido bem guardado só para não colocar em risco as utilidades multi bilionárias de grandes corporações?
Como você bem sabe o limoeiro é uma árvore pequena e baixa. Não ocupa muito espaço. É conhecido pelo nome de limoeiro, pé de limão, lima (em alguns lugares), llimona (cat) limoiaritz (eusk).
É uma fruta cítrica que vem em diferentes formas. Sua polpa pode ser consumida diretamente ou é usada normalmente para fazer bebidas, sorvetes, doces e assim por diante.
O interesse desta planta é devido a seus fortes efeitos anti-cancerígenos. E embora lhe sejam atribuidas muitas outras propriedades, o mais interessante sobre ele é o efeito que produz sobre os cistos e tumores. Esta planta é um remédio comprovado contra o câncer de todos os tipos e o bicabornato vai mudar o Ph do seu organismo. Alguns dizem que é de grande utilidade em todas as formas de câncer.
É considerado também como um agente anti-microbiano de amplo espectro contra infecções bacterianas e fungos que vivem em lugares ácidos. Acrescentando bicarbonato de sódio em sua limonada você altera o Ph do seu organismo; é eficaz contra parasitas internos e vermes, regula a pressão arterial elevada e é antidepressivo, combate a tensão e os distúrbios nervosos.
A fonte desta informação é fascinante: ela vem de um dos maiores fabricantes de remédios do mundo, que afirma que depois de mais de 20 testes de laboratório realizados desde 1970, ficou provado que o extrato:
1 - Destroi as células malignas em 12 tipos de câncer, incluindo câncer de cólon, de mama, de próstata, de pulmão e do pâncreas...
2 - Os compostos desta árvore mostraram atuar 10.000 vezes melhor, retardando o crescimento das células cancerosas do que a adriamicina, uma droga quimioterápica, normalmente utilizada no mundo.
3 - E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia, com o extrato do limão e bicabornato, destrói apenas as células malignas do câncer e não afeta as células saudáveis.
Instituto de Ciências da Saúde, L.L.C. 819 N. Charles Street - Baltimore, MD 1201.
domingo, fevereiro 19, 2012
Dislexia e Dificuldades de Aprendizagem
PROCESSO DE AVALIAÇÃO EM DISLEXIA E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM EM 15 PASSOS. 1º anamenese 2º exame visual 3º exame auditivo com timpanograma 4º avaliação cognitiva 5º avaliação emocional Se chegados aqui percebermos que o aluno tem algum comprometimento em qualquer um ou em vários destes níveis não avançamos com a avaliação em Dislexia. Isto porque a existência de um problema visual, auditivo, cognitivo ou até mesmo emocional pode estar a comprometer a aquisição da leitura e da escrita bem como a compreensão do que se lê. Outra questão muito importante é percebermos que um aluno com Défice Cognitivo não pode nunca ser diagnosticado com DISLEXIA ou qualquer outra DIS. O aluno com défice cognitivo apresentará todas as caraterísticas de problemas relacionados à lingugem, à leitura, à matemática, dependendo do tipo de défice cognitivo. Trata-se de uma questão intelectual. O disléxico tem por norma esta área na média ou acima da média. Portanto, o Diagnóstico deve ser feito por EXCLUSÃO, ou seja, excluindo todos os fatores que possam comprometer tal funcionalidade. Assim, só depois avançamos com: 6º avalação da psicomotricidade 7º avaliação da memória visual 8º avaliação da memória auditiva 9º avaliação da discriminação auditiva 10º avaliação da maturidade percetiva 11º avaliação da velocidade de leitura 12º avaliação da leitura de pseudopalavras 13º avaliação dos processos de leutura 14º avaliação da escrita 15º avaliação da idade de leitura (dos 10 anos em diante) ou avaliação da linguagem oral (dos 8 aos 10 anos). Acresce, que pelo acima explicado, que a avaliação deve ser multidisciplinar em que cada técnico faz uma parte. Posteriormente em reunião de equipa percebe-se o diagnóstico final.
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Dislexia e Dificuldades de Aprendizagem
sábado, fevereiro 18, 2012
Eanes - Presidente (cujo carácter e probidade sobrelevam a calamidade moral que por aí se tornou comum»,
Quando cumpria o seu segundo mandato, Ramalho Eanes viu ser-lhe apresentada pelo Governo uma lei especialmente congeminada contra si.
O texto impedia que o vencimento do Chefe do Estado fosse «acumulado com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência» públicas que viesse a receber.
Sem hesitar, o visado promulgou-o, impedindo-se de auferir a aposentação de militar para a qual descontara durante toda a carreira.
O desconforto de tamanha injustiça levou-o, mais tarde, a entregar o caso aos tribunais que, há pouco, se pronunciaram a seu favor.
Como consequência, foram-lhe disponibilizadas as importâncias não pagas durante catorze anos, com retroactivos, num total de um milhão e trezentos mil euros.
Sem de novo hesitar, o beneficiado decidiu, porém, prescindir do benefício, que o não era pois tratava-se do cumprimento de direitos escamoteados e não aceitou o dinheiro.
Num país dobrado à pedincha, ao suborno, à corrupção, ao embuste, à traficância, à ganância, Ramalho Eanes ergueu-se e, altivo, desferiu uma esplendorosa bofetada de luva branca no videirismo, no arranjismo que o imergem, nos imergem por todos os lados.
As pessoas de bem logo o olharam empolgadas: o seu gesto era-lhes uma luz de conforto, de ânimo em altura de extrema pungência cívica, de dolorosíssimo abandono social.
Antes dele só Natália Correia havia tido comportamento afim, quando se negou a subscrever um pedido de pensão por mérito intelectual que a secretaria da Cultura (sob a responsabilidade de Pedro Santana Lopes) acordara, ante a difícil situação económica da escritora, atribuir-lhe. «Não, não peço. Se o Estado português entender que a mereço», justificar-se-ia, «agradeço-a e aceito-a. Mas pedi-la, não. Nunca!»
O silêncio caído sobre o gesto de Eanes (deveria, pelo seu simbolismo, ter aberto telejornais e primeiras páginas de periódicos) explica-se pela nossa recalcada má consciência que não suporta, de tão hipócrita, o espelho de semelhantes comportamentos.
“A política tem de ser feita respeitando uma moral, a moral da responsabilidade e, se possível, a moral da convicção”, dirá. Torna-se indispensável “preservar alguns dos valores de outrora, das utopias de outrora”.
Quem o conhece não se surpreende com a sua decisão, pois as questões da honra, da integridade, foram-lhe sempre inamovíveis. Por elas, solitário e inteiro, se empenha, se joga, se acrescenta- acrescentando os outros.
“Senti a marginalização e tentei viver”, confidenciará, “fora dela. Reagi como tímido, liderando”.
O acto do antigo Presidente (cujo carácter e probidade sobrelevam a calamidade moral que por aí se tornou comum», como escreveu numa das suas notáveis crónicas Baptista-Bastos) ganha repercussões salvíficas da nossa corrompida, pervertida ética.
Com a sua atitude, Eanes (que recusara já o bastão de Marechal) preservou um nível de dignidade decisivo para continuarmos a respeitar-nos, a acreditar-nos - condição imprescindível ao futuro dos que persistem em ser decentes.
Fernando Dacosta
O texto impedia que o vencimento do Chefe do Estado fosse «acumulado com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência» públicas que viesse a receber.
Sem hesitar, o visado promulgou-o, impedindo-se de auferir a aposentação de militar para a qual descontara durante toda a carreira.
O desconforto de tamanha injustiça levou-o, mais tarde, a entregar o caso aos tribunais que, há pouco, se pronunciaram a seu favor.
Como consequência, foram-lhe disponibilizadas as importâncias não pagas durante catorze anos, com retroactivos, num total de um milhão e trezentos mil euros.
Sem de novo hesitar, o beneficiado decidiu, porém, prescindir do benefício, que o não era pois tratava-se do cumprimento de direitos escamoteados e não aceitou o dinheiro.
Num país dobrado à pedincha, ao suborno, à corrupção, ao embuste, à traficância, à ganância, Ramalho Eanes ergueu-se e, altivo, desferiu uma esplendorosa bofetada de luva branca no videirismo, no arranjismo que o imergem, nos imergem por todos os lados.
As pessoas de bem logo o olharam empolgadas: o seu gesto era-lhes uma luz de conforto, de ânimo em altura de extrema pungência cívica, de dolorosíssimo abandono social.
Antes dele só Natália Correia havia tido comportamento afim, quando se negou a subscrever um pedido de pensão por mérito intelectual que a secretaria da Cultura (sob a responsabilidade de Pedro Santana Lopes) acordara, ante a difícil situação económica da escritora, atribuir-lhe. «Não, não peço. Se o Estado português entender que a mereço», justificar-se-ia, «agradeço-a e aceito-a. Mas pedi-la, não. Nunca!»
O silêncio caído sobre o gesto de Eanes (deveria, pelo seu simbolismo, ter aberto telejornais e primeiras páginas de periódicos) explica-se pela nossa recalcada má consciência que não suporta, de tão hipócrita, o espelho de semelhantes comportamentos.
“A política tem de ser feita respeitando uma moral, a moral da responsabilidade e, se possível, a moral da convicção”, dirá. Torna-se indispensável “preservar alguns dos valores de outrora, das utopias de outrora”.
Quem o conhece não se surpreende com a sua decisão, pois as questões da honra, da integridade, foram-lhe sempre inamovíveis. Por elas, solitário e inteiro, se empenha, se joga, se acrescenta- acrescentando os outros.
“Senti a marginalização e tentei viver”, confidenciará, “fora dela. Reagi como tímido, liderando”.
O acto do antigo Presidente (cujo carácter e probidade sobrelevam a calamidade moral que por aí se tornou comum», como escreveu numa das suas notáveis crónicas Baptista-Bastos) ganha repercussões salvíficas da nossa corrompida, pervertida ética.
Com a sua atitude, Eanes (que recusara já o bastão de Marechal) preservou um nível de dignidade decisivo para continuarmos a respeitar-nos, a acreditar-nos - condição imprescindível ao futuro dos que persistem em ser decentes.
Fernando Dacosta
quinta-feira, fevereiro 16, 2012
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
Autonomia das escolas. Directores contra “cedência” aos sindicatos
Por Kátia Catulo, publicado em 14 Fev 2012 - 03:10 | Actualizado há 20 horas 43 minutos
Tutela quer que os docentes participem na nomeação da equipa mais próxima da direcção. Directores não querem abdicar deste poder
O director de uma escola ou de um agrupamento escolhe os professores que quer ter na sua equipa. Até agora tem sido assim, mas se a proposta do governo sobre o regime de autonomia e gestão escolar avançar, os docentes ganham mais poder para eleger os coordenadores dos seus departamentos. O Ministério da Educação quer que o director apresente uma lista com três nomes e que sejam os professores a ter uma decisão final sobre quem vai desempenhar esse cargo.
É uma repartição de competências que só satisfaz em parte as reivindicações dos sindicatos, mas que não agrada aos directores.
Manuel Esperança, do Conselho das Escolas, critica a tutela por ter “cedido aos sindicatos” e Adalmiro Fonseca, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), diz que equipa de Nuno Crato “tentou fazer como Salomão”, esquecendo-se que as “leis não podem ser feitas para agradar a todos”. Mas se a intensão da tutela foi satisfazer os dois lados, o objectivo falhou já que o presidente da ANDAEP assegura que os “directores rejeitam esta mudança por não fazer sentido: “Se um director é eleito mediante um projecto que é seu, do qual é responsável pela sua execução e resultados, não faz sentido que não tenha competência para nomear a sua equipa mais próxima.”
Manuel Esperança esclarece que ainda não analisou a fundo a proposta do governo, mas já está descontente com o facto de a tutela retirar aos directores o poder de eleger os seus coordenadores: “À partida não gostei desta cedência que a tutela fez aos sindicatos. Até porque nenhum director com bom senso vai designar docentes que não são bem aceites pelos seus pares.”
O presidente do Conselho das Escolas diz não perceber os receios dos sindicalistas, ao temerem a falta de democracia, perante um modelo que actualmente entrega aos directores o poder de nomear as chefias das estruturas intermédias: “Os sindicalistas têm esta mania que nós só queremos yes boys a trabalhar connosco. É uma ideia profundamente errada, mas também não podemos nomear docentes que estão, por exemplo, contra a visão que temos sobre o projecto educativo da escola ou do agrupamento do qual somos responsáveis.”
Esta não é a única mudança que a tutela propõe. Ter pelo menos cinco anos de experiência num cargo de direcção já não basta para chegar a director.
O candidato tem agora de ter formação específica na área da gestão e administração escolar. E para eleger um director já não é suficiente a maioria por um voto, terá de ter pelo menos um quarto dos votos do conselho geral das escolas.
O conselho geral, que já tinha o poder para destituir o director, passa igualmente a ter competência para o avaliar. Uma proposta que até faz sentido para Adalmiro da Fonseca.
Antes eram os máximos responsáveis das direcções regionais de educação que assumiam essa função: “Os conselhos gerais estão mais envolvidos com o trabalho dos directores”, diz Adalmiro da Fonseca.
sexta-feira, fevereiro 10, 2012
Euro € se acabar - Recomendações Práticas
Fim do euro, recomendações práticas
I informação – por Pedro Braz Teixeira,
A saída do euro pode ocorrer de forma muito caótica, podendo levar ao colapso temporário do sistema de pagamentos e de distribuição
O risco de saída de Portugal do euro tem associados múltiplos riscos, dos quais gostaria de salientar três: o risco do colapso temporário do sistema de pagamentos, o risco do colapso temporário do sistema de distribuição de produtos e o risco de perda – definitiva – de valor de inúmeros ativos (depósitos à ordem e a prazo, obrigações, ações e imobiliário, entre outros).
Considero que todos os portugueses devem “subscrever” seguros contra estes riscos, tal como fazem um seguro contra o incêndio da sua própria casa. Quando se compra este seguro, o que nos move não é a expectativa de que a nossa casa sofra um incêndio nos meses seguintes, um acontecimento com uma probabilidade muito baixa, mas sim a perda gigantesca que sofreríamos se a nossa habitação ardesse.
Quais são as consequências imediatas de Portugal sair do euro? A nova moeda portuguesa (o luso?) sofreria uma desvalorização face ao euro de, pelo menos, 20%. Todos os depósitos bancários seriam imediatamente transformados em lusos, perdendo, pelo menos, 20% em valor. Todos os depósitos ficariam imediatamente indisponíveis durante algum tempo (dias? semanas?) e não haveria notas e moedas de lusos, porque o nosso governo e o Banco de Portugal não consideram necessário estarmos preparados para essa eventualidade.
O mais provável é que a saída do euro fosse anunciada numa sexta-feira à tarde, havendo apenas o fim de semana para tratar da mudança de moeda. Logo, na sexta-feira os bancos retirariam todas as notas de euros das máquinas de Multibanco e quem não tivesse euros em casa ou na carteira ficaria sem qualquer meio de pagamento.
Durante algumas semanas (ou mais tempo) teríamos um colapso do sistema de pagamentos e, provavelmente, também um corte nos fornecimentos. As mercearias e os supermercados ficariam incapazes de se reabastecer, devido às dificuldades associadas à troca de moeda.
Estes “seguros” de que falo, contra este cenário catastrófico, não podem ser comprados em nenhuma companhia de seguros, mas podem ser construídos por todos os portugueses, estando ao alcance de todos, adaptados à sua realidade pessoal.
O que recomendo é algo muito simples que – todos – podem fazer. Ter em casa dinheiro vivo num montante da ordem de um mês de rendimento e a despensa cheia para um mês. Esta ideia de um mês de prevenção é indicativa e pode ser adaptada à realidade de cada família.
Não recomendo que façam isso de forma abrupta, mas lentamente e também em função das notícias que forem saindo. De cada vez que levantarem dinheiro, levantem um pouco mais que de costume e guardem a diferença. De cada vez que fizerem compras tragam mais alguns produtos para a despensa de reserva. Aconselho que procurem produtos com fim de validade em 2013 ou posterior, mas, nos casos em que isso não seja possível, vão gastando os produtos de reserva e trocando-os por outros com validade mais tardia. Desta forma, sem qualquer rutura, vão construindo calmamente os vossos seguros contra o fim do euro.
Quanto custará este seguro? Pouquíssimo. Em relação ao dinheiro de reserva, o custo é deixarem de receber os juros de depósito à ordem, que ou são nulos ou são baixíssimos. Em relação aos produtos na despensa de reserva, é dinheiro empatado, que também deixa de render juros insignificantes.
Quais são os benefícios deste seguro? Se o euro acabar em 2012, como prevejo, o dinheiro em casa não se desvaloriza, mas o dinheiro no banco perderá, no mínimo, 20% do seu valor. Além disso terá o benefício de poder fazer pagamentos no período de transição, que se prevê extremamente caótico. A despensa também pode prevenir contra qualquer provável rutura de fornecimentos, garantindo a alimentação essencial no período terrível de transição entre moedas. Parece-me que o benefício de não passar fome é significativo.
E se, por um inverosímil acaso, a crise do euro se resolver em 2012 e chegarmos a 2013 com o euro mais seguro do que nunca? Nesse caso – altamente improvável – a resposta não podia ser mais simples: basta depositar no banco o dinheiro que tem em casa e ir gastando os produtos na despensa à medida das suas necessidades.
Investigador do NECEP da Universidade Católica
I informação – por Pedro Braz Teixeira,
A saída do euro pode ocorrer de forma muito caótica, podendo levar ao colapso temporário do sistema de pagamentos e de distribuição
O risco de saída de Portugal do euro tem associados múltiplos riscos, dos quais gostaria de salientar três: o risco do colapso temporário do sistema de pagamentos, o risco do colapso temporário do sistema de distribuição de produtos e o risco de perda – definitiva – de valor de inúmeros ativos (depósitos à ordem e a prazo, obrigações, ações e imobiliário, entre outros).
Considero que todos os portugueses devem “subscrever” seguros contra estes riscos, tal como fazem um seguro contra o incêndio da sua própria casa. Quando se compra este seguro, o que nos move não é a expectativa de que a nossa casa sofra um incêndio nos meses seguintes, um acontecimento com uma probabilidade muito baixa, mas sim a perda gigantesca que sofreríamos se a nossa habitação ardesse.
Quais são as consequências imediatas de Portugal sair do euro? A nova moeda portuguesa (o luso?) sofreria uma desvalorização face ao euro de, pelo menos, 20%. Todos os depósitos bancários seriam imediatamente transformados em lusos, perdendo, pelo menos, 20% em valor. Todos os depósitos ficariam imediatamente indisponíveis durante algum tempo (dias? semanas?) e não haveria notas e moedas de lusos, porque o nosso governo e o Banco de Portugal não consideram necessário estarmos preparados para essa eventualidade.
O mais provável é que a saída do euro fosse anunciada numa sexta-feira à tarde, havendo apenas o fim de semana para tratar da mudança de moeda. Logo, na sexta-feira os bancos retirariam todas as notas de euros das máquinas de Multibanco e quem não tivesse euros em casa ou na carteira ficaria sem qualquer meio de pagamento.
Durante algumas semanas (ou mais tempo) teríamos um colapso do sistema de pagamentos e, provavelmente, também um corte nos fornecimentos. As mercearias e os supermercados ficariam incapazes de se reabastecer, devido às dificuldades associadas à troca de moeda.
Estes “seguros” de que falo, contra este cenário catastrófico, não podem ser comprados em nenhuma companhia de seguros, mas podem ser construídos por todos os portugueses, estando ao alcance de todos, adaptados à sua realidade pessoal.
O que recomendo é algo muito simples que – todos – podem fazer. Ter em casa dinheiro vivo num montante da ordem de um mês de rendimento e a despensa cheia para um mês. Esta ideia de um mês de prevenção é indicativa e pode ser adaptada à realidade de cada família.
Não recomendo que façam isso de forma abrupta, mas lentamente e também em função das notícias que forem saindo. De cada vez que levantarem dinheiro, levantem um pouco mais que de costume e guardem a diferença. De cada vez que fizerem compras tragam mais alguns produtos para a despensa de reserva. Aconselho que procurem produtos com fim de validade em 2013 ou posterior, mas, nos casos em que isso não seja possível, vão gastando os produtos de reserva e trocando-os por outros com validade mais tardia. Desta forma, sem qualquer rutura, vão construindo calmamente os vossos seguros contra o fim do euro.
Quanto custará este seguro? Pouquíssimo. Em relação ao dinheiro de reserva, o custo é deixarem de receber os juros de depósito à ordem, que ou são nulos ou são baixíssimos. Em relação aos produtos na despensa de reserva, é dinheiro empatado, que também deixa de render juros insignificantes.
Quais são os benefícios deste seguro? Se o euro acabar em 2012, como prevejo, o dinheiro em casa não se desvaloriza, mas o dinheiro no banco perderá, no mínimo, 20% do seu valor. Além disso terá o benefício de poder fazer pagamentos no período de transição, que se prevê extremamente caótico. A despensa também pode prevenir contra qualquer provável rutura de fornecimentos, garantindo a alimentação essencial no período terrível de transição entre moedas. Parece-me que o benefício de não passar fome é significativo.
E se, por um inverosímil acaso, a crise do euro se resolver em 2012 e chegarmos a 2013 com o euro mais seguro do que nunca? Nesse caso – altamente improvável – a resposta não podia ser mais simples: basta depositar no banco o dinheiro que tem em casa e ir gastando os produtos na despensa à medida das suas necessidades.
Investigador do NECEP da Universidade Católica
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quinta-feira, fevereiro 09, 2012
C. Novas Oportunidades CNOR(R)
Transcrição de um documento certificador de histórias da vida, com equivalência ao 12.º ano do ensinosecundário, de um formando das Novas Oportunidades :
Reza a redacção desse documento:
“Como já disse anteriormente tenho um filho e uma filha, em que ele é mais velho cinco anos “…Ando sempre a fazer-lhe ver as coizas até já lhe tenho dito se tiver a inflicidade de falecer novo paça a ser ele o homem da casa e tomar conta da mãe e mana, mas para ele é difícil de compreender as coisas e por vezes até me pede desculpa e que para a procima já não comete os mesmos erros. Ele tem o espaço dele com a mãe em que não me intrumeto, desde mimos e converças porque graças a Deus nem eu nem ele temos siumes um do outro com a mãe…” (PÚBLICO, Santana Castilho, 25.Maio.2011). Sete erros ortográficos em 111 palavras é obra!
Reza a redacção desse documento:
“Como já disse anteriormente tenho um filho e uma filha, em que ele é mais velho cinco anos “…Ando sempre a fazer-lhe ver as coizas até já lhe tenho dito se tiver a inflicidade de falecer novo paça a ser ele o homem da casa e tomar conta da mãe e mana, mas para ele é difícil de compreender as coisas e por vezes até me pede desculpa e que para a procima já não comete os mesmos erros. Ele tem o espaço dele com a mãe em que não me intrumeto, desde mimos e converças porque graças a Deus nem eu nem ele temos siumes um do outro com a mãe…” (PÚBLICO, Santana Castilho, 25.Maio.2011). Sete erros ortográficos em 111 palavras é obra!
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C. Novas Oportunidades CNOR(R)
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
Ware afirma que as pessoas «crescem imenso quando confrontadas com a sua mortalidade»
Bronnie Ware é uma enfermeira australiana que durante vários anos trabalhou numa unidade de cuidados paliativos para doentes terminais. No seu blog – Inspiration and Chai – compilou as cinco coisas que as pessoas à beira do fim mais se arrependem de não ter feito.
Ware afirma que as pessoas «crescem imenso quando confrontadas com a sua mortalidade» e que cada indivíduo passa por uma «grande variedade de emoções», «negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, eventualmente, aceitação».
Quando questionados sobre o que gostariam de ter feito de forma diferente em vida, os pacientes repetiam frequentemente os temas. Essas respostas foram compiladas e deram origem ao livro 'The Top Five Regrets of The Dying'.
Aqui fica um resumo dos principais arrependimentos das pessoas no leito de morte, tal como foram testemunhados por Bronnie Ware.
Quem me dera ter tido a coragem de viver de acordo com as minhas convicções e não de acordo com as expectativas dos outros.
«Este é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas se apercebem de que a sua vida esta a chegar ao fim e olham para trás, percebem quantos sonhos ficaram por realizar. (…) A saúde traz consigo uma liberdade de que poucos se apercebem que têm, até a perderem».
Quem me dera não ter trabalhado tanto.
«Este era um arrependimento comum em todos meus pacientes masculinos. Arrependiam-se de terem perdido a infância dos filhos e de não terem desfrutado da companhia das pessoas queridas. (…) Todas as pessoas que tratei se arrependiam de terem passado muita da sua existência nos ‘meandros’ do trabalho».
Quem me dera ter tido coragem de expressar os meus sentimentos.
«Muitas pessoas suprimiram os seus sentimentos, para se manterem em paz com as outras pessoas. Como resultado disso, acostumaram-se a uma existência medíocre e nunca se transformaram nas pessoas que podiam ter sido. Muitos desenvolveram doenças cujas causas foram a amargura e ressentimento que carregavam como resultado dessa forma de viver».
Quem me dera ter mantido contacto com os meus amigos.
«Muitas vezes as pessoas só se apercebem dos benefícios de ter velhos amigos quando estão perto da morte e já é impossível voltar a encontrá-los. (…) Muitos ficam profundamente amargurados por não terem dedicado às amizades o tempo e esforço que mereciam. Todos sentiam a falta dos amigos quando estavam às portas da morte».
Quem me dera ter-me permitido ser feliz.
«Muitos só perceberam no fim que a felicidade era uma escolha. Mantiveram-se presos a velhos padrões e hábitos antigos. (…) O medo da mudança fê-los passarem a vida a fingirem aos outros e a si mesmos serem felizes, quando, bem lá no fundo, tinham dificuldade em rir como deve ser».
Ware afirma que as pessoas «crescem imenso quando confrontadas com a sua mortalidade» e que cada indivíduo passa por uma «grande variedade de emoções», «negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, eventualmente, aceitação».
Quando questionados sobre o que gostariam de ter feito de forma diferente em vida, os pacientes repetiam frequentemente os temas. Essas respostas foram compiladas e deram origem ao livro 'The Top Five Regrets of The Dying'.
Aqui fica um resumo dos principais arrependimentos das pessoas no leito de morte, tal como foram testemunhados por Bronnie Ware.
Quem me dera ter tido a coragem de viver de acordo com as minhas convicções e não de acordo com as expectativas dos outros.
«Este é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas se apercebem de que a sua vida esta a chegar ao fim e olham para trás, percebem quantos sonhos ficaram por realizar. (…) A saúde traz consigo uma liberdade de que poucos se apercebem que têm, até a perderem».
Quem me dera não ter trabalhado tanto.
«Este era um arrependimento comum em todos meus pacientes masculinos. Arrependiam-se de terem perdido a infância dos filhos e de não terem desfrutado da companhia das pessoas queridas. (…) Todas as pessoas que tratei se arrependiam de terem passado muita da sua existência nos ‘meandros’ do trabalho».
Quem me dera ter tido coragem de expressar os meus sentimentos.
«Muitas pessoas suprimiram os seus sentimentos, para se manterem em paz com as outras pessoas. Como resultado disso, acostumaram-se a uma existência medíocre e nunca se transformaram nas pessoas que podiam ter sido. Muitos desenvolveram doenças cujas causas foram a amargura e ressentimento que carregavam como resultado dessa forma de viver».
Quem me dera ter mantido contacto com os meus amigos.
«Muitas vezes as pessoas só se apercebem dos benefícios de ter velhos amigos quando estão perto da morte e já é impossível voltar a encontrá-los. (…) Muitos ficam profundamente amargurados por não terem dedicado às amizades o tempo e esforço que mereciam. Todos sentiam a falta dos amigos quando estavam às portas da morte».
Quem me dera ter-me permitido ser feliz.
«Muitos só perceberam no fim que a felicidade era uma escolha. Mantiveram-se presos a velhos padrões e hábitos antigos. (…) O medo da mudança fê-los passarem a vida a fingirem aos outros e a si mesmos serem felizes, quando, bem lá no fundo, tinham dificuldade em rir como deve ser».
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
EDP MERCADO LIVRE DE ELETRICIADADE
O que é o mercado livre de eletricidade e como mudo de fornecedor?
O mercado livre de eletricidade entra em vigor em 2013, com o fim das tarifas reguladas (aquelas que aumentaram 4% este ano), e a partir daí vai ser preciso escolher um fornecedor que esteja nesse mercado. Saiba como tudo vai funcionar e que vantagens existem.
O que é o mercado livre de eletricidade?
Hoje, a maioria dos contratos de eletricidade dos clientes domésticos têm como base uma tarifa regulada, definida pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e a partir da qual se chega depois à tarifa que se paga todos os meses pelo consumo efetuado. Contudo, para trazer concorrência ao sector e potenciar a entrada de outras empresas além da EDP - a única que pratica as tarifas reguladas - instituiu-se que o mercado deveria ser liberalizado e que as tarifas reguladas iriam acabar, passando a ser as empresas a definir os preços.
Que operadores existem no mercado?
No mercado doméstico, existe a EDP Comercial, a Endesa, a Iberdrola e a Gas Natural Fenosa. Para as grandes empresas e indústrias, além deste quatro, há ainda a Galp Energia, a Fortia, a EGL e a CEVE.
Como mudo de fornecedor?
O processo de mudança de comercializador é gratuito e é acionado assim que o consumidor contactar e contratar um novo fornecedor de energia, sendo ele que trata de tudo, inclusive, avisar o anterior fornecedor.
Posso mudar de empresa se não gostar do serviço?
Ao contrário do que se passa nas telecomunicações, não existe fidelização nestes contratos, e por isso pode mudar-se de fornecedor de eletricidade até quatro vezes durante um ano.
Se for cliente da EDP também tenho de mudar?
Sim. A EDP Universal é a operadora que pratica os preços com base nas tarifas reguladas. No mercado liberalizado quem atua é a EDP Comercial e terá que fazer um novo contrato com esta empresa, mesmo ela sendo do universo EDP. Por exemplo, a parceria entre a EDP e o Continente obriga a que os clientes mudem já de fornecedor, dando assim um incentivo ao mercado liberalizado de energia. É verdade que não tem tarifa bi-horária, mas esta campanha é voluntária.
Quando é que posso mudar de fornecedor?
O calendário de extinção das tarifas reguladas de venda a clientes domésticos tem duas fases. A primeira arranca já a 1 de Julho de 2012, quando acabam as tarifas reguladas para as pequenas empresas e os grandes agregados familiares (quintas ou vivendas, por exemplo). A segunda fase arranca a 1 de Janeiro de 2013, para todos os consumidores de eletricidade. Haverá depois um período de transição, até final de 2015, o que significa que os clientes terão dois anos para mudar de comercializador.
Que vantagens há no mercado livre?
O mercado livre de eletricidade começou a ser criado em 2009 e, hoje, já se pode escolher um fornecedor de eletricidade sem ser a EDP Universal, que é a empresa que tem as tarifas reguladas. O problema é que, os preços regulados são mais baixos que os preços praticados pelas empresas e por isso são ainda poucos os consumidores a mudar. Quando acabarem as tarifas reguladas as empresas terão margem para baixar os preços e os clientes já poderão aderir.
No mercado livre há tarifas bi e tri-horária?
Hoje não há, mas quando o mercado estiver totalmente liberalizado, em Janeiro de 2016, as empresas vão ter vários pacotes tarifários como acontece nas telecomunicações ou nos telemóveis.
Então, só se ficar no mercado regulado é que posso ter tarifa bi ou tri-horária?
Até final de 2015 sim. Depois disso, é preciso ver a oferta que cada uma das empresas vai ter.
Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/
O mercado livre de eletricidade entra em vigor em 2013, com o fim das tarifas reguladas (aquelas que aumentaram 4% este ano), e a partir daí vai ser preciso escolher um fornecedor que esteja nesse mercado. Saiba como tudo vai funcionar e que vantagens existem.
O que é o mercado livre de eletricidade?
Hoje, a maioria dos contratos de eletricidade dos clientes domésticos têm como base uma tarifa regulada, definida pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e a partir da qual se chega depois à tarifa que se paga todos os meses pelo consumo efetuado. Contudo, para trazer concorrência ao sector e potenciar a entrada de outras empresas além da EDP - a única que pratica as tarifas reguladas - instituiu-se que o mercado deveria ser liberalizado e que as tarifas reguladas iriam acabar, passando a ser as empresas a definir os preços.
Que operadores existem no mercado?
No mercado doméstico, existe a EDP Comercial, a Endesa, a Iberdrola e a Gas Natural Fenosa. Para as grandes empresas e indústrias, além deste quatro, há ainda a Galp Energia, a Fortia, a EGL e a CEVE.
Como mudo de fornecedor?
O processo de mudança de comercializador é gratuito e é acionado assim que o consumidor contactar e contratar um novo fornecedor de energia, sendo ele que trata de tudo, inclusive, avisar o anterior fornecedor.
Posso mudar de empresa se não gostar do serviço?
Ao contrário do que se passa nas telecomunicações, não existe fidelização nestes contratos, e por isso pode mudar-se de fornecedor de eletricidade até quatro vezes durante um ano.
Se for cliente da EDP também tenho de mudar?
Sim. A EDP Universal é a operadora que pratica os preços com base nas tarifas reguladas. No mercado liberalizado quem atua é a EDP Comercial e terá que fazer um novo contrato com esta empresa, mesmo ela sendo do universo EDP. Por exemplo, a parceria entre a EDP e o Continente obriga a que os clientes mudem já de fornecedor, dando assim um incentivo ao mercado liberalizado de energia. É verdade que não tem tarifa bi-horária, mas esta campanha é voluntária.
Quando é que posso mudar de fornecedor?
O calendário de extinção das tarifas reguladas de venda a clientes domésticos tem duas fases. A primeira arranca já a 1 de Julho de 2012, quando acabam as tarifas reguladas para as pequenas empresas e os grandes agregados familiares (quintas ou vivendas, por exemplo). A segunda fase arranca a 1 de Janeiro de 2013, para todos os consumidores de eletricidade. Haverá depois um período de transição, até final de 2015, o que significa que os clientes terão dois anos para mudar de comercializador.
Que vantagens há no mercado livre?
O mercado livre de eletricidade começou a ser criado em 2009 e, hoje, já se pode escolher um fornecedor de eletricidade sem ser a EDP Universal, que é a empresa que tem as tarifas reguladas. O problema é que, os preços regulados são mais baixos que os preços praticados pelas empresas e por isso são ainda poucos os consumidores a mudar. Quando acabarem as tarifas reguladas as empresas terão margem para baixar os preços e os clientes já poderão aderir.
No mercado livre há tarifas bi e tri-horária?
Hoje não há, mas quando o mercado estiver totalmente liberalizado, em Janeiro de 2016, as empresas vão ter vários pacotes tarifários como acontece nas telecomunicações ou nos telemóveis.
Então, só se ficar no mercado regulado é que posso ter tarifa bi ou tri-horária?
Até final de 2015 sim. Depois disso, é preciso ver a oferta que cada uma das empresas vai ter.
Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/
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EDP MERCADO LIVRE DE ELETRICIADADE
Ricardo Araújo Todos os contribuintes são proprietários do BPN e da Madeira
Ponto da situação
Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que era na nossa. A nossa despesa com alimentação, habitação e transportes está cada vez menor...
Os portugueses vivem hoje num país nórdico: pagam impostos como no Norte da Europa; têm um nível de vida como no Norte de África. Como são um povo ao qual é difícil agradar, ainda se queixam. Sem razão, evidentemente.
A campanha eleitoral foi dominada por uma metáfora, digamos, dietética: o Estado era obeso e precisava de emagrecer. Chegava a ser difícil distinguir o tempo de antena do PSD de um anúncio da Herbalife. "Perca peso orçamental agora! Pergunte-me como!" O problema é que, ao que parece, um Estado gordo é caro, mas um Estado magro é caríssimo. Aqueles que acusavam o PSD de querer matar o Estado à fome enganaram-se. O PSD quer engordá-lo antes de o matar, como se faz com o porco. Ninguém compra um bácoro escanzelado, e quem se prepara para comprar o Estado também gosta mais de febra do que de osso.
Embora o nutricionismo financeiro seja difícil de compreender, parece-me que deixámos de ter um Estado obeso e passámos a ter um Estado bulímico. Pessoalmente, preferia o gordo. Comia bastante mas era bonacheirão e deixava-me o décimo terceiro mês (o atual décimo segundo mês e meio, ou os décimos terceiros quinze dias) em paz.
Enfim, será o preço a pagar por viver num país com 10 milhões de milionários. Talvez o leitor ainda não tenha reparado, mas este é um país de gente rica: cada português tem um banco e uma ilha. É certo que é o mesmo banco e a mesma ilha, mas são nossos. Todos os contribuintes são proprietários do BPN e da Madeira. Tal como sucede com todos os banqueiros proprietários de ilhas, fizemos uma escolha: estes são luxos caros e difíceis de sustentar. Todos os meses, trabalhamos para sustentar o banco e a ilha, e depois gastamos o dinheiro que sobra em coisas supérfluas, como a comida, a renda e a eletricidade.
Felizmente, o governo ajuda-nos a gerir o salário com inteligência. Pedro Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que era na nossa, mas era previsível. A nossa despesa com alimentação, habitação e transportes está cada vez menor. Afinal, o orçamento gordo era o nosso. Agora está muito mais magro, elegante e saudável. Mais sobra para o banco e para a ilha.
Ricardo Araújo Pereira
Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que era na nossa. A nossa despesa com alimentação, habitação e transportes está cada vez menor...
Os portugueses vivem hoje num país nórdico: pagam impostos como no Norte da Europa; têm um nível de vida como no Norte de África. Como são um povo ao qual é difícil agradar, ainda se queixam. Sem razão, evidentemente.
A campanha eleitoral foi dominada por uma metáfora, digamos, dietética: o Estado era obeso e precisava de emagrecer. Chegava a ser difícil distinguir o tempo de antena do PSD de um anúncio da Herbalife. "Perca peso orçamental agora! Pergunte-me como!" O problema é que, ao que parece, um Estado gordo é caro, mas um Estado magro é caríssimo. Aqueles que acusavam o PSD de querer matar o Estado à fome enganaram-se. O PSD quer engordá-lo antes de o matar, como se faz com o porco. Ninguém compra um bácoro escanzelado, e quem se prepara para comprar o Estado também gosta mais de febra do que de osso.
Embora o nutricionismo financeiro seja difícil de compreender, parece-me que deixámos de ter um Estado obeso e passámos a ter um Estado bulímico. Pessoalmente, preferia o gordo. Comia bastante mas era bonacheirão e deixava-me o décimo terceiro mês (o atual décimo segundo mês e meio, ou os décimos terceiros quinze dias) em paz.
Enfim, será o preço a pagar por viver num país com 10 milhões de milionários. Talvez o leitor ainda não tenha reparado, mas este é um país de gente rica: cada português tem um banco e uma ilha. É certo que é o mesmo banco e a mesma ilha, mas são nossos. Todos os contribuintes são proprietários do BPN e da Madeira. Tal como sucede com todos os banqueiros proprietários de ilhas, fizemos uma escolha: estes são luxos caros e difíceis de sustentar. Todos os meses, trabalhamos para sustentar o banco e a ilha, e depois gastamos o dinheiro que sobra em coisas supérfluas, como a comida, a renda e a eletricidade.
Felizmente, o governo ajuda-nos a gerir o salário com inteligência. Pedro Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que era na nossa, mas era previsível. A nossa despesa com alimentação, habitação e transportes está cada vez menor. Afinal, o orçamento gordo era o nosso. Agora está muito mais magro, elegante e saudável. Mais sobra para o banco e para a ilha.
Ricardo Araújo Pereira
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
Escola Sec de Emídio Navarro Viseu concurso de Foto Reportagem
Emídio Navarro desafia alunos de Viseu para concurso de foto-reportagem.
Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos dá o mote para iniciativa, que abrange alunos do 7.º ao 12.º anos de escolaridade.
_ A Escola Secundária Emídio Navarro está a levar a cabo o Concurso Foto-Reportagem 2011/2012, no âmbito do Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, proclamado pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Podem participar neste concurso alunos do 7.o, 8.o e 9.o anos do ensino básico, bem como 10.o,
11.o, e 12.o do ensino secundário, a título individual ou em grupos de dois que queiram aderir a esta iniciativa. Espera-se que os alunos participem tanto no período lectivo, como no período extra aulas, pelo que podem participar não só com a coordenação dos professores, mas também dos encarregados de educação.
São objectivos desta iniciativa sensibilizar os alunos para o ano 2012 Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, bem co mo levar os alunos a questionarem-se e a reflectirem sobre o sen tido da acção humana destrui dora do ambiente natural e equacionarem respostas adequadas. A iniciativa pretende ainda mobilizar os jovens para os valores da responsabilidade, da solidariedade e do respeito pela natureza em ordem à orientação do comportamento em situações do quotidiano, organizar um universo de valores que inclua a responsabilidade do ser humano em relação ao ambiente natural e aos que dele de pendem e sensibilizar toda a comunidade para o interesse pedagógico deste projecto.
Para se candidatarem, os in teres sados deverão entregar na escola a ficha de inscrição, que se encontra na reprografia e no si te da escola, devidamente preenchida, bem como os apoios (no me do professor/educador), a reportagem com um limite de três páginas, a identificação da reportagem e uma fotografia ilustrativa 25x38 impressa em papel de fotografia.
Todas as foto reportagens serão submetidas a uma pré-selecção e serão admitidos todos os trabalhos que abordem o tema, acompanhados pela ficha de inscrição. O concurso estende-se até Abril, sendo que até dia 17 de Fevereiro decorre o período de divulgação e acompanhamento. O prazo de entrega das foto reportagens termina a 13 de Abril e as candidaturas admitidas serão divulgadas na escola na semana seguinte ao prazo da entrega dos trabalhos. A seleção de trabalhos admitidos a concurso serão mostrados no site www.esenviseu.net. Haverá duas categorias de pré mios: o prémio individual e o pré mio de grupo de dois. Os prémios individuais a atribuir às três melhores foto reportagens são 100 euros e um cheque prenda (primeiro lugar), uma má quina fotográfica FUJIFILM Fine -Pix C10 (segundo lugar) e um cheque prenda (terceiro lugar.
Os prémios de grupo a atribuir às três melhores foto reportagens são 100 euros e um cheque prenda (primeiro lugar), um cheque prenda (segundo e terceiro lugar). Os nove primeiros classifica dos recebem ainda seis horas de formação em fotografia.
O resultado da apreciação final será divulgado a 2 de Maio e as fotos estarão em exposição de
12 a 20 de Maio, no Palácio do Gelo e na escola de 21 a 31 de Maio de 2012.
Diário de Viseu um de Fevereiro de 2012
Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos dá o mote para iniciativa, que abrange alunos do 7.º ao 12.º anos de escolaridade.
_ A Escola Secundária Emídio Navarro está a levar a cabo o Concurso Foto-Reportagem 2011/2012, no âmbito do Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, proclamado pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Podem participar neste concurso alunos do 7.o, 8.o e 9.o anos do ensino básico, bem como 10.o,
11.o, e 12.o do ensino secundário, a título individual ou em grupos de dois que queiram aderir a esta iniciativa. Espera-se que os alunos participem tanto no período lectivo, como no período extra aulas, pelo que podem participar não só com a coordenação dos professores, mas também dos encarregados de educação.
São objectivos desta iniciativa sensibilizar os alunos para o ano 2012 Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, bem co mo levar os alunos a questionarem-se e a reflectirem sobre o sen tido da acção humana destrui dora do ambiente natural e equacionarem respostas adequadas. A iniciativa pretende ainda mobilizar os jovens para os valores da responsabilidade, da solidariedade e do respeito pela natureza em ordem à orientação do comportamento em situações do quotidiano, organizar um universo de valores que inclua a responsabilidade do ser humano em relação ao ambiente natural e aos que dele de pendem e sensibilizar toda a comunidade para o interesse pedagógico deste projecto.
Para se candidatarem, os in teres sados deverão entregar na escola a ficha de inscrição, que se encontra na reprografia e no si te da escola, devidamente preenchida, bem como os apoios (no me do professor/educador), a reportagem com um limite de três páginas, a identificação da reportagem e uma fotografia ilustrativa 25x38 impressa em papel de fotografia.
Todas as foto reportagens serão submetidas a uma pré-selecção e serão admitidos todos os trabalhos que abordem o tema, acompanhados pela ficha de inscrição. O concurso estende-se até Abril, sendo que até dia 17 de Fevereiro decorre o período de divulgação e acompanhamento. O prazo de entrega das foto reportagens termina a 13 de Abril e as candidaturas admitidas serão divulgadas na escola na semana seguinte ao prazo da entrega dos trabalhos. A seleção de trabalhos admitidos a concurso serão mostrados no site www.esenviseu.net. Haverá duas categorias de pré mios: o prémio individual e o pré mio de grupo de dois. Os prémios individuais a atribuir às três melhores foto reportagens são 100 euros e um cheque prenda (primeiro lugar), uma má quina fotográfica FUJIFILM Fine -Pix C10 (segundo lugar) e um cheque prenda (terceiro lugar.
Os prémios de grupo a atribuir às três melhores foto reportagens são 100 euros e um cheque prenda (primeiro lugar), um cheque prenda (segundo e terceiro lugar). Os nove primeiros classifica dos recebem ainda seis horas de formação em fotografia.
O resultado da apreciação final será divulgado a 2 de Maio e as fotos estarão em exposição de
12 a 20 de Maio, no Palácio do Gelo e na escola de 21 a 31 de Maio de 2012.
Diário de Viseu um de Fevereiro de 2012
domingo, janeiro 29, 2012
EDP para um consumo de 34.00€ pagamos 116,00€
POR ACASO SABEM QUAL FOI VERDADEIRAMENTE O CONSUMO DE ELECTRICIDADE NUMA FACTURA QUE PAGAM DE 116,00 ? ?! VEJAM A DISCRIMINAÇÃO NO QUADRO ABAIXO ? E PASMEM !
Discriminação
Taxa
Importância
CUSTO EFECTIVO DA ELECTRICIDADE CONSUMIDA 34,00€
Taxa RDP e RTP 7% 6.80 €
Harmonização Tarifária dos Açores e da Madeira 3% 1,60
Rendas por passagem de cabos de alta tensão para Municípios e Autarquias.10% 5,40
Compensar de Operadores - EDP, Tejo Energia e Turbo Gás 30% 16,10
Investimento em energias renováveis 50% 26,70
Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência e da ERSE 7% 3,70
Soma 94,30
IVA 23% 21,70
Total 116,00
ACHAM QUE A ELECTRICIDADE ESTÁ CARA ?....
ESTE EMAIL DEVE SER REPASSADO AO MÁXIMO PARA TODA A GENTE FICAR A CONHECER O ROUBO QUE NOS É FEITO NA FACTURA DA EDP !!!
O QUE PAGAMOS NA FACTURA DA ELECTRICIDADE ...
Permaneçam sentados para não caírem:
- 7% de Taxa para a RDP e RTP (para que Malatos, Jorge Gabrieis, Catarinas Furtados e outras que tais possam receber 17.000 e mais ?/mês);
- 3% são a harmonização tarifaria para os Açores e Madeira, ou seja, é um esforço que o país (TODOS NÓS) fazemos pela insularidade, dos madeirenses e açorianos, para que estes tenham electricidade mais barata. Isto é, NÓS já pagamos durante 2011, 75 M? para aqueles ilhéus terem a electricidade mais barata !!!
- 10% para rendas aos Municípios e Autarquias. Mas que m... vem a ser esta renda? Eu explico: a EDP (TODOS NÓS) pagamos aos Municípios e Autarquias uma renda sobre os terrenos, por onde passam os cabos de alta tensão. Isto é, TODOS NÓS, já pagamos durante 2011, 250 M? aos Municípios e Autarquias por aquela renda.
- 30% para compensação aos operadores. Ou seja, TODOS NÓS, já pagamos em 2011, 750 M? para a EDP, Tejo Energia e Turbo Gás.
- 50% para o investimento nas energias renováveis. Aqueles incentivos que o Sócrates deu para o investimento nas energias renováveis e que depois era descontado no IRS, também o pagamos. Ou seja, mais uns 1.250 M?.
- 7% de outros custos incluídos na tarifa, ou sejam 175 M?. Que custos são estes? São Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência, custos de funcionamento da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos), planos de promoção do Desempenho Ambiental da responsabilidade da ESE e planos de promoção e eficiência no consumo, também da responsabilidade da ERSE.
Estão esclarecidos? Isto é uma vergonha. NÓS TODOS pagamos tudo !
Pagamos para os açorianos e madeirenses terem electricidade mais barata, pagamos aos Municípios e Autarquias, para além de IMI's, IRS's, IVA's em tudo que compramos e outras taxas... somos sugados, chupados, dissecados...
REPASSEM POR FAVOR ? A TODOS OS V/ AMIGOS E CONHECIDOS.
Fátima Rocha
Discriminação
Taxa
Importância
CUSTO EFECTIVO DA ELECTRICIDADE CONSUMIDA 34,00€
Taxa RDP e RTP 7% 6.80 €
Harmonização Tarifária dos Açores e da Madeira 3% 1,60
Rendas por passagem de cabos de alta tensão para Municípios e Autarquias.10% 5,40
Compensar de Operadores - EDP, Tejo Energia e Turbo Gás 30% 16,10
Investimento em energias renováveis 50% 26,70
Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência e da ERSE 7% 3,70
Soma 94,30
IVA 23% 21,70
Total 116,00
ACHAM QUE A ELECTRICIDADE ESTÁ CARA ?....
ESTE EMAIL DEVE SER REPASSADO AO MÁXIMO PARA TODA A GENTE FICAR A CONHECER O ROUBO QUE NOS É FEITO NA FACTURA DA EDP !!!
O QUE PAGAMOS NA FACTURA DA ELECTRICIDADE ...
Permaneçam sentados para não caírem:
- 7% de Taxa para a RDP e RTP (para que Malatos, Jorge Gabrieis, Catarinas Furtados e outras que tais possam receber 17.000 e mais ?/mês);
- 3% são a harmonização tarifaria para os Açores e Madeira, ou seja, é um esforço que o país (TODOS NÓS) fazemos pela insularidade, dos madeirenses e açorianos, para que estes tenham electricidade mais barata. Isto é, NÓS já pagamos durante 2011, 75 M? para aqueles ilhéus terem a electricidade mais barata !!!
- 10% para rendas aos Municípios e Autarquias. Mas que m... vem a ser esta renda? Eu explico: a EDP (TODOS NÓS) pagamos aos Municípios e Autarquias uma renda sobre os terrenos, por onde passam os cabos de alta tensão. Isto é, TODOS NÓS, já pagamos durante 2011, 250 M? aos Municípios e Autarquias por aquela renda.
- 30% para compensação aos operadores. Ou seja, TODOS NÓS, já pagamos em 2011, 750 M? para a EDP, Tejo Energia e Turbo Gás.
- 50% para o investimento nas energias renováveis. Aqueles incentivos que o Sócrates deu para o investimento nas energias renováveis e que depois era descontado no IRS, também o pagamos. Ou seja, mais uns 1.250 M?.
- 7% de outros custos incluídos na tarifa, ou sejam 175 M?. Que custos são estes? São Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência, custos de funcionamento da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos), planos de promoção do Desempenho Ambiental da responsabilidade da ESE e planos de promoção e eficiência no consumo, também da responsabilidade da ERSE.
Estão esclarecidos? Isto é uma vergonha. NÓS TODOS pagamos tudo !
Pagamos para os açorianos e madeirenses terem electricidade mais barata, pagamos aos Municípios e Autarquias, para além de IMI's, IRS's, IVA's em tudo que compramos e outras taxas... somos sugados, chupados, dissecados...
REPASSEM POR FAVOR ? A TODOS OS V/ AMIGOS E CONHECIDOS.
Fátima Rocha
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00€,
EDP para um consumo de 34.00€ pagamos 116
sábado, janeiro 28, 2012
quinta-feira, janeiro 26, 2012
ELES fazem leis para zelarem os eus interesses?
A net tem muita força e já que
este é o n/ meio, vamos repassar milhentas vezes .
Alguém percebe ? !
* Se ela continua a trabalhar, está a receber reforma por quê ?!
Ela é loira, mas de burra não tem nada ... *
*Sempre a pedirem-nos sacrifícios e " Eles " e " Elas " a receberem
reformas, salários, subvenções vitalícias . Como é que isto algum dia
irá para a frente, se todos ELES quando fazem as leis é para zelarem
pelos seus próprios interesses ? *
*Se o cidadão normal tem de trabalhar 40 anos (ou mais) e só tem direito a
uma pequena reforma, porque é que eles ao fim de oito anos de serviço já
têm direito a reformas gordas ? *
*É aqui que o governo tem de começar a cortar as gorduras...mas corta é nos
nossos subsídios e eles continuam a fazer as suas vidinhas de nababos . *
*Divulguem !!! Basta de nos tratarem como atrasados mentais ; passem ao
maior número de pessoas que possam . *
*Foi assim que conseguimos que três ministros abdicassem dos seus subsídios
de deslocação, quando (vergonha das vergonhas) têm casa em Lisboa . *
*ASSUNçãO ESTEVES (PSD), a actual Presidente da Assembleia da República,
reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 vezes ano) de € 2.315,51 .
Fica o Diário da República de 30/07/1998 para vossa informação . Para que
saibam ainda, a Senhora ASSUNçãO ESTEVES recebe ainda de vencimento mensal
(14 vezes ano) € 5.799,05 e de ajudas de custas mensal (14 vezes ano) €
2.370,07. Aufere, portanto, a quantia anual de € 146.784,82. Ou seja,
recebe do erário público, a remuneração média mensal de € 12.232,07 (Doze
mil, duzentos e trinta e dois euros, sete cêntimos) . *
*Relembramos que também tem direito a uma viatura oficial BMW a tempo
inteiro ! *
*E vem este IDIOTA do Passos Coelho sacar subsídios e pedir sacrifícios aos
funcionários públicos e pensionistas !!! É mesmo preciso ter lata !!! *
Recebida por email de L.Almeida
este é o n/ meio, vamos repassar milhentas vezes .
Alguém percebe ? !
* Se ela continua a trabalhar, está a receber reforma por quê ?!
Ela é loira, mas de burra não tem nada ... *
*Sempre a pedirem-nos sacrifícios e " Eles " e " Elas " a receberem
reformas, salários, subvenções vitalícias . Como é que isto algum dia
irá para a frente, se todos ELES quando fazem as leis é para zelarem
pelos seus próprios interesses ? *
*Se o cidadão normal tem de trabalhar 40 anos (ou mais) e só tem direito a
uma pequena reforma, porque é que eles ao fim de oito anos de serviço já
têm direito a reformas gordas ? *
*É aqui que o governo tem de começar a cortar as gorduras...mas corta é nos
nossos subsídios e eles continuam a fazer as suas vidinhas de nababos . *
*Divulguem !!! Basta de nos tratarem como atrasados mentais ; passem ao
maior número de pessoas que possam . *
*Foi assim que conseguimos que três ministros abdicassem dos seus subsídios
de deslocação, quando (vergonha das vergonhas) têm casa em Lisboa . *
*ASSUNçãO ESTEVES (PSD), a actual Presidente da Assembleia da República,
reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 vezes ano) de € 2.315,51 .
Fica o Diário da República de 30/07/1998 para vossa informação . Para que
saibam ainda, a Senhora ASSUNçãO ESTEVES recebe ainda de vencimento mensal
(14 vezes ano) € 5.799,05 e de ajudas de custas mensal (14 vezes ano) €
2.370,07. Aufere, portanto, a quantia anual de € 146.784,82. Ou seja,
recebe do erário público, a remuneração média mensal de € 12.232,07 (Doze
mil, duzentos e trinta e dois euros, sete cêntimos) . *
*Relembramos que também tem direito a uma viatura oficial BMW a tempo
inteiro ! *
*E vem este IDIOTA do Passos Coelho sacar subsídios e pedir sacrifícios aos
funcionários públicos e pensionistas !!! É mesmo preciso ter lata !!! *
Recebida por email de L.Almeida
segunda-feira, janeiro 23, 2012
PR situação qaundo terminar mandatos
Quando deixar Belém, Cavaco terá direito a gabinete com secretária,
a viatura com motorista e combustível.
Quando daqui a quatro anos deixar a Presidência da República, Cavaco Silva
não deverá poder juntar uma subvenção política às pensões de dez mil euros brutos
que agora recebe, mas vai ter direito a um gabinete com secretária e assessor da sua confiança,
a um carro com motorista e combustível para serviço pessoal e ajudas de custo para as deslocações oficiais fora da área de residência.
Estes são direitos que a lei dá aos antigos chefes do Estado
e que pesam um milhão de euros no orçamento do Palácio de Belém.
Feitas as contas, Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio custam,
cada um, cerca de 300 mil euros aos cofres públicos.
Jornal DN
a viatura com motorista e combustível.
Quando daqui a quatro anos deixar a Presidência da República, Cavaco Silva
não deverá poder juntar uma subvenção política às pensões de dez mil euros brutos
que agora recebe, mas vai ter direito a um gabinete com secretária e assessor da sua confiança,
a um carro com motorista e combustível para serviço pessoal e ajudas de custo para as deslocações oficiais fora da área de residência.
Estes são direitos que a lei dá aos antigos chefes do Estado
e que pesam um milhão de euros no orçamento do Palácio de Belém.
Feitas as contas, Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio custam,
cada um, cerca de 300 mil euros aos cofres públicos.
Jornal DN
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PR situação qaundo terminar mandatos
domingo, janeiro 22, 2012
SOCIEDADE DO CUNHACIMENTO ?
Cantemos:
" Heróis do Mar
nobre Povo
Nação valente..."
A PT é enooorme!!!
Fazem parte dos QUADROS da PT os filhos/as de:
- Teixeira dos Santos.
- António Guterres.
- Jorge Sampaio.
- Marcelo Rebelo de Sousa.
- Edite Estrela.
- Jorge Jardim Gonçalves.
- Otelo Saraiva de Carvalho.
- Irmão de Pedro Santana Lopes.
Estão também nos quadros da empresa, ou da subsidiária TMN os filhos de :
- João de Deus Pinheiro.
- Briosa e Gala.
- Jaime Gama.
- José Lamego.
- Luis Todo Bom.
- Álvaro Amaro.
- Manuel Frexes.
- Isabel Damasceno.
Para efeitos de "pareceres jurídicos" a PT recorre habitualmente aos
serviços de:
- Freitas do Amaral.
- Vasco Vieira de Almeida.
- Galvão Telles.
Assim não há lugar para os colegas da faculdade destes meninos, que
terminaram os cursos com média superior e muitos estão ou a aguardar
o primeiro emprego, ou no desemprego, ou a trabalhar numa área
diferente da da sua licenciatura.
É ou não uma PERFEITA DEMONSTRAÇÃO DA
SOCIEDADE DO CUNHACIMENTO ?
" Heróis do Mar
nobre Povo
Nação valente..."
A PT é enooorme!!!
Fazem parte dos QUADROS da PT os filhos/as de:
- Teixeira dos Santos.
- António Guterres.
- Jorge Sampaio.
- Marcelo Rebelo de Sousa.
- Edite Estrela.
- Jorge Jardim Gonçalves.
- Otelo Saraiva de Carvalho.
- Irmão de Pedro Santana Lopes.
Estão também nos quadros da empresa, ou da subsidiária TMN os filhos de :
- João de Deus Pinheiro.
- Briosa e Gala.
- Jaime Gama.
- José Lamego.
- Luis Todo Bom.
- Álvaro Amaro.
- Manuel Frexes.
- Isabel Damasceno.
Para efeitos de "pareceres jurídicos" a PT recorre habitualmente aos
serviços de:
- Freitas do Amaral.
- Vasco Vieira de Almeida.
- Galvão Telles.
Assim não há lugar para os colegas da faculdade destes meninos, que
terminaram os cursos com média superior e muitos estão ou a aguardar
o primeiro emprego, ou no desemprego, ou a trabalhar numa área
diferente da da sua licenciatura.
É ou não uma PERFEITA DEMONSTRAÇÃO DA
SOCIEDADE DO CUNHACIMENTO ?
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SOCIEDADE DO CUNHACIMENTO ?
quarta-feira, janeiro 18, 2012
segunda-feira, janeiro 16, 2012
domingo, janeiro 15, 2012
sexta-feira, janeiro 13, 2012
Educação Especial acabou a gratificação D Lei n.º 232de87 de 11Jun
Lei n.º 64-C/2011
de 30 de Dezembro
Artigo 214.º
Norma revogatória
São revogados:
a) O Decreto -Lei n.º 290/75, de 14 de Junho, alterado
pelo Decreto -Lei n.º 109/85, de 15 de Abril;
b) O Decreto -Lei n.º 232/87, de 11 de Junho;
c) O n.º 6 do artigo 173.º do Regime do Contrato de Trabalho
em Funções Públicas, aprovado pela Lei n.º 59/2008,
de 11 de Setembro, alterada pela Lei n.º 3 -B/2010, de
28 de Abril, e pelo Decreto -Lei n.º 124/2010, de 17 de
Novembro.
de 30 de Dezembro
Artigo 214.º
Norma revogatória
São revogados:
a) O Decreto -Lei n.º 290/75, de 14 de Junho, alterado
pelo Decreto -Lei n.º 109/85, de 15 de Abril;
b) O Decreto -Lei n.º 232/87, de 11 de Junho;
c) O n.º 6 do artigo 173.º do Regime do Contrato de Trabalho
em Funções Públicas, aprovado pela Lei n.º 59/2008,
de 11 de Setembro, alterada pela Lei n.º 3 -B/2010, de
28 de Abril, e pelo Decreto -Lei n.º 124/2010, de 17 de
Novembro.
quinta-feira, janeiro 12, 2012
ISLANDEA RESPONSÁVEIS PELA CRISE COMEÇAM A SER PRESOS
QUANDO É QUE FAZEM O MESMO EM PORTUGAL?
É importante divulgar isto.
Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?...
Aqui, sim, há democracia.
Por alguma coisa há ano e tal que não se diz nem se escreve uma palavra
sobre a ISLANDIA
Se não fosse a Internet não sabíamos nada
Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?
RESPONSÁVEIS PELA CRISE ISLANDESA COMEÇAM A SER PRESOS
Julgamento a sério dos culpados de crimes financeiros contra a Pátria?...
Enfim, a Islândia é outra sociedade, uma democracia a sério. Não há cá luxos desses...
Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota
em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de
conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem
como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de
detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso
bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais
de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com
destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois
antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena
de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o
antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito
e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o
estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.
recebida por email de V. Monteiro
É importante divulgar isto.
Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?...
Aqui, sim, há democracia.
Por alguma coisa há ano e tal que não se diz nem se escreve uma palavra
sobre a ISLANDIA
Se não fosse a Internet não sabíamos nada
Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?
RESPONSÁVEIS PELA CRISE ISLANDESA COMEÇAM A SER PRESOS
Julgamento a sério dos culpados de crimes financeiros contra a Pátria?...
Enfim, a Islândia é outra sociedade, uma democracia a sério. Não há cá luxos desses...
Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota
em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de
conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem
como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de
detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso
bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais
de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com
destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois
antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena
de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o
antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito
e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o
estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.
recebida por email de V. Monteiro
sábado, janeiro 07, 2012
Subsídio de Férias e de Natal Violação da Lei em vigor
Assunto: Dec. Lei n.º496/80 de 20 Outubro.
COMO PODE ISTO ACONTECER?
Dec. Lei n.º496/80 de 20 Outubro Os nossos governantes e a Troika desconhecem isto!!!! Não tiveram tempo para consultar este decreto-lei uma vez que data de 1980.....
Como pode o Governo Central retirar os subsídios de férias e de natal se o Decreto Lei nº. 496/80,o qual não foi revogado, no seu artº.17, diz que os mesmos são inalienáveis e impenhoráveis .
Faz a tua parte e divulga o máximo que te for possível.
*D. Lei n.º496/80 de 20 Outubro*
*PARA QUE CONSTE OS SUBSÍDIOS DE NATAL E DE FÉRIAS SÃO INALIANÁVEIS E IMPENHORÁVEIS.*
*É O QUE DIZ O DECRETO LEI, E QUE EU SAIBA ATÉ AO MOMENTO A LEI AINDA NÃO FOI ALTERADA.*
*DIVULGUEM PELOS VOSSOS CONTACTOS PARA VER SE CHEGA A QUEM DEVE.*
*DIVULGA O DL n.º496/80 de 20 de Outubro*
COMO PODE ISTO ACONTECER?
Dec. Lei n.º496/80 de 20 Outubro Os nossos governantes e a Troika desconhecem isto!!!! Não tiveram tempo para consultar este decreto-lei uma vez que data de 1980.....
Como pode o Governo Central retirar os subsídios de férias e de natal se o Decreto Lei nº. 496/80,o qual não foi revogado, no seu artº.17, diz que os mesmos são inalienáveis e impenhoráveis .
Faz a tua parte e divulga o máximo que te for possível.
*D. Lei n.º496/80 de 20 Outubro*
*PARA QUE CONSTE OS SUBSÍDIOS DE NATAL E DE FÉRIAS SÃO INALIANÁVEIS E IMPENHORÁVEIS.*
*É O QUE DIZ O DECRETO LEI, E QUE EU SAIBA ATÉ AO MOMENTO A LEI AINDA NÃO FOI ALTERADA.*
*DIVULGUEM PELOS VOSSOS CONTACTOS PARA VER SE CHEGA A QUEM DEVE.*
*DIVULGA O DL n.º496/80 de 20 de Outubro*
sexta-feira, dezembro 23, 2011
professor chinês - Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta velocidade
Entrevista de um professor chinês de
economia, sobre a Europa, o Prof. Kuing Yamang, que viveu em França:1. A
sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito
exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem
trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e
futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar
estes sonhos de miúdos... 2. Os seus industriais deslocalizam-se porque
não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus
impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.3.
Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a
conta'.4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida
empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida
e não poderão honra-la.5. Mas, para além de se endividar, têm outro
vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde
mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que
criam riqueza.6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e
partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza
limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são
punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por
ajudas. É uma inversão de valores.7. Portanto o seu sistema é perverso e
vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade
produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da
China!8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos
ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de
arroz...9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a
mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro
público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e
apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve.
Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que
umdesempregado...10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta
velocidade...
economia, sobre a Europa, o Prof. Kuing Yamang, que viveu em França:1. A
sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito
exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem
trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e
futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar
estes sonhos de miúdos... 2. Os seus industriais deslocalizam-se porque
não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus
impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.3.
Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a
conta'.4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida
empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida
e não poderão honra-la.5. Mas, para além de se endividar, têm outro
vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde
mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que
criam riqueza.6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e
partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza
limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são
punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por
ajudas. É uma inversão de valores.7. Portanto o seu sistema é perverso e
vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade
produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da
China!8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos
ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de
arroz...9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a
mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro
público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e
apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve.
Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que
umdesempregado...10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta
velocidade...
quarta-feira, dezembro 14, 2011
Política Sbsídio Vitalício
Eu dava!
E isto pelo simples facto
de ele ter sido até agora o único deputado que - no devido tempo -
prescindiu de vir a receber o precioso fruto da "árvore da ganância",
plantada e que tão bem tratada tem sido pelos nossos politicos: O
Subsídio VITALICIO !
Em 14 de dezembro de 2011 11:21, Rui Pereira Pereira <ruialves1951@gmail.com> escreveu:
Ó meus Amigos,
digam-me cá... que eu não conto a ninguém... algum de vós dava emprego (não estou a falar de trabalho...) a alguém com esta "Carreira de Vida" (Curriculum Vitae [CV])!?...
Fiquem bem... e atentos!... e, para quem seja destas crenças, ...¡ Oremos !...
ùNome: Pedro Passos Coelho
Morada: Rua da Milharada - MassamáData de nascimento: 24 de Julho de 1964Formação Académica: Licenciatura em Economia - Universidade Lusíada(concluída em 2001, com 37 anos de idade)Percurso profissional: Até 2004, apenas actividade partidária na JSD e PSD;
a partir de 2004 (com 40 anos de idade) passou a desempenhar vários cargosem empresas do amigo e companheiro de Partido, Engº Ângelo Correia,de quem foi diligente e dedicado 'moço-de-fretes', tais como:(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest, SGPS, SA;
(2007-2009) Presidente da HLC Tejo,SA;(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest;(2007-2009) Administrador Não Executivo da Ecoambiente,SA;(2005-2009) Presidente da Ribtejo, SA;(2005-2007) Administrador Não Executivo da Tecnidata SGPS;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Adtech, SA;(2004-2006) Director Financeiro da Fomentinvest,SGPS,SA;(2004-2009) Administrador Delegado da Tejo Ambiente, SA;(2004-2006) Administrador Financeiro da HLC Tejo,SA.
Este é o "magnífico" CV do homem que 'teoricamente' governa este País! Um homem quenunca soube o que era trabalhar até aos 37 anos de idade! Um homem que,
mesmo sem ocupação profissional, só conseguiu terminar a Licenciatura(numa Universidade privada...) com 37 anos de idade!
Mais: um homem que, mesmo sem experiência de vida e de trabalho, conseguiu logo
obter emprego como ADMINISTRADOR... em empresas de Ângelo Correia, "barão" doPSD e seu tutor e patrão político!... E que nesse universo continua a exercer funções!...
É ESTE O HOMEM QUE FALA DE "ESFORÇO" NA VIDA E DE "MÉRITO"!É ESTE O HOMEM QUE PRETENDE DAR LIÇÕES DE VIDA A MILHARES DE TRABALHADORESDESTE PAÍS QUE NUNCA CHEGARÃO A ADMINISTRADORES DE EMPRESA ALGUMA, MAS QUE
LABUTAM ARDUAMENTE HÁ MUITOS E MUITOS ANOS NAS SUAS EMPRESAS, GANHANDO ORDENADOS DE MISÉRIA!É ESTE O HOMEM QUE, EM TOM MORALISTA, FALA DE "BOYS" E DE "COMPADRIOS", LOGO
ELE QUE, COMO SE COMPROVA, NÃO PRECISOU DE "FAVORES" DE NINGUÉM... PARA ARRANJAR EMPREGO!...
EDIFICANTE... NÃO É?...
DIGA LÁ... DAVA EMPREGO (QUE NÃO FOSSE O DE 'MOÇO-DE-RECADOS') A ALGUÉM COM ESTA 'FOLHA DE SERVIÇOS'?
POIS É...
ASSIM, PORTUGAL BEM VAI DEPRESSA PARA O 'GUANO'!...
E isto pelo simples facto
de ele ter sido até agora o único deputado que - no devido tempo -
prescindiu de vir a receber o precioso fruto da "árvore da ganância",
plantada e que tão bem tratada tem sido pelos nossos politicos: O
Subsídio VITALICIO !
Em 14 de dezembro de 2011 11:21, Rui Pereira Pereira <ruialves1951@gmail.com> escreveu:
Ó meus Amigos,
digam-me cá... que eu não conto a ninguém... algum de vós dava emprego (não estou a falar de trabalho...) a alguém com esta "Carreira de Vida" (Curriculum Vitae [CV])!?...
Fiquem bem... e atentos!... e, para quem seja destas crenças, ...¡ Oremos !...
ùNome: Pedro Passos Coelho
Morada: Rua da Milharada - MassamáData de nascimento: 24 de Julho de 1964Formação Académica: Licenciatura em Economia - Universidade Lusíada(concluída em 2001, com 37 anos de idade)Percurso profissional: Até 2004, apenas actividade partidária na JSD e PSD;
a partir de 2004 (com 40 anos de idade) passou a desempenhar vários cargosem empresas do amigo e companheiro de Partido, Engº Ângelo Correia,de quem foi diligente e dedicado 'moço-de-fretes', tais como:(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest, SGPS, SA;
(2007-2009) Presidente da HLC Tejo,SA;(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest;(2007-2009) Administrador Não Executivo da Ecoambiente,SA;(2005-2009) Presidente da Ribtejo, SA;(2005-2007) Administrador Não Executivo da Tecnidata SGPS;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Adtech, SA;(2004-2006) Director Financeiro da Fomentinvest,SGPS,SA;(2004-2009) Administrador Delegado da Tejo Ambiente, SA;(2004-2006) Administrador Financeiro da HLC Tejo,SA.
Este é o "magnífico" CV do homem que 'teoricamente' governa este País! Um homem quenunca soube o que era trabalhar até aos 37 anos de idade! Um homem que,
mesmo sem ocupação profissional, só conseguiu terminar a Licenciatura(numa Universidade privada...) com 37 anos de idade!
Mais: um homem que, mesmo sem experiência de vida e de trabalho, conseguiu logo
obter emprego como ADMINISTRADOR... em empresas de Ângelo Correia, "barão" doPSD e seu tutor e patrão político!... E que nesse universo continua a exercer funções!...
É ESTE O HOMEM QUE FALA DE "ESFORÇO" NA VIDA E DE "MÉRITO"!É ESTE O HOMEM QUE PRETENDE DAR LIÇÕES DE VIDA A MILHARES DE TRABALHADORESDESTE PAÍS QUE NUNCA CHEGARÃO A ADMINISTRADORES DE EMPRESA ALGUMA, MAS QUE
LABUTAM ARDUAMENTE HÁ MUITOS E MUITOS ANOS NAS SUAS EMPRESAS, GANHANDO ORDENADOS DE MISÉRIA!É ESTE O HOMEM QUE, EM TOM MORALISTA, FALA DE "BOYS" E DE "COMPADRIOS", LOGO
ELE QUE, COMO SE COMPROVA, NÃO PRECISOU DE "FAVORES" DE NINGUÉM... PARA ARRANJAR EMPREGO!...
EDIFICANTE... NÃO É?...
DIGA LÁ... DAVA EMPREGO (QUE NÃO FOSSE O DE 'MOÇO-DE-RECADOS') A ALGUÉM COM ESTA 'FOLHA DE SERVIÇOS'?
POIS É...
ASSIM, PORTUGAL BEM VAI DEPRESSA PARA O 'GUANO'!...
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Política Sbsídio Vitalício
MAMOGRAFIA Cuidado
Maridos e pais: leiam e avisem suas esposas, filhas, irmãs...
É bom saber! Num programa, na televisão de Israel, um médico afirmou que é cada vez mais
comum o número de mulheres que sofrem de câncer de tiróide.
E observou que, talvez, isso possa/seja devido ao uso de raios-X em Mamografia.
Ele explicou que um manto deve ser fornecido para fazer esse tipo de estudo e que ele se destina a cobrir e proteger o pescoço.
E muitos não levam em conta isso !!! Esse manto de protecção pode ser colocado sobre a área da tireóide, no caso da Mamografia.
A pessoa que escreveu o e-mail, foi fazer esse estudo de Mamografia e, encorajada, solicitou esse manto de protecção.
Perguntou à enfermeira, porque nunca colocam essa protecção nas pacientes, e ela respondeu:
- Ninguém o pede! Devem solicitá-lo!!!
ENTÃO, SOLICITEM-NO!!!
É UM DIREITO QUE NOS ASSISTE, QUE DESCONHECEMOS E QUE AS CLÍNICAS NÃO CUMPREM, DE LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE.
Então solicitemo-lo !!!
Por favor, encaminha este e-mail, para que não somente você saiba deste assunto, mas para que possa ajudar outras mulheres também na sua prevenção.
É um dever cívico, esclarecer este direito que todas as mulheres têm!
É bom saber! Num programa, na televisão de Israel, um médico afirmou que é cada vez mais
comum o número de mulheres que sofrem de câncer de tiróide.
E observou que, talvez, isso possa/seja devido ao uso de raios-X em Mamografia.
Ele explicou que um manto deve ser fornecido para fazer esse tipo de estudo e que ele se destina a cobrir e proteger o pescoço.
E muitos não levam em conta isso !!! Esse manto de protecção pode ser colocado sobre a área da tireóide, no caso da Mamografia.
A pessoa que escreveu o e-mail, foi fazer esse estudo de Mamografia e, encorajada, solicitou esse manto de protecção.
Perguntou à enfermeira, porque nunca colocam essa protecção nas pacientes, e ela respondeu:
- Ninguém o pede! Devem solicitá-lo!!!
ENTÃO, SOLICITEM-NO!!!
É UM DIREITO QUE NOS ASSISTE, QUE DESCONHECEMOS E QUE AS CLÍNICAS NÃO CUMPREM, DE LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE.
Então solicitemo-lo !!!
Por favor, encaminha este e-mail, para que não somente você saiba deste assunto, mas para que possa ajudar outras mulheres também na sua prevenção.
É um dever cívico, esclarecer este direito que todas as mulheres têm!
quinta-feira, dezembro 01, 2011
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