quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Vítor Constâncio sai do BCE para ganhar reforma de 25 mil euros por mês



Vítor Constâncio sai do BCE para ganhar reforma de 25 mil euros por mês
Vítor Constâncio deve deixar o segundo cargo mais bem pago do supervisor europeu em maio, passando somar a pensão do BCE àquela a que tem direito como reformado do Banco de Portugal.
O ainda vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Vítor Constâncio, pode vir a receber uma reforma de 25 mil euros por mês. Vítor Constâncio deve deixar o segundo cargo mais bem pago do supervisor europeu em maio, passando somar a pensão do BCE àquela a que tem direito como reformado do Banco de Portugal, avança o jornal “Correio da Manhã”.
A reforma que Vítor Constâncio vai receber do BCE vai corresponder a mais de 16 mil euros, 70% do seu último salário, segundo as regras válidas para o cálculo de pensões do regulador bancário. A esta juntam-se cerca de nove mil euros a que tem direito como reformado do Banco de Portugal, desde 2010.
Segundo os cálculos do jornal, quando Vítor Constâncio deixar o lugar no BCE, terá recebido cerca de 2,5 milhões de euros só em salários. De fora ficam as contribuições, que foram feitas para seguros de saúde e de acidentes pessoais.
Vítor Constâncio pode ainda renunciar ao pagamento mensal da pensão do banco central, optando por receber as prestações a que tem direito todas de uma vez só, indica o “CM”.

terça-feira, fevereiro 20, 2018

CTT. Francisco Lacerda é um homem especial.

"A informação que temos não é a que desejamos. A informação que desejamos não é a que precisamos. A informação que precisamos não está disponível” John Peers

 CTT       Para: "Memória Futura"
Francisco Lacerda é um homem especial. Só pode ser um homem especial. O actual administrador dos CTT recebeu por ano, de acordo com os últimos registos públicos, 925.404 €. Se dividir esse valor por 12, dá uma média de 77.117€ por mês. Se dividir por 14, são 66.100€ mensais. Uma quantia que oscila entre os 3 mil e os 3 mil e 500 euros por dia.Com um salário destes imaginar-se-ia que os CTT estariam na melhor fase da sua vida. Resta saber para quem. O que a generalidade das pessoas perdeu nos últimos anos com a privatização dos correios – o fim da distribuição diária, os atrasos insuportáveis no correio normal e até no registado, um aumento de 12% nos extravios, a perda de muitas centenas trabalhadores, o fecho de mais de 130 estações – foi o que outros ganharam.

Entre 2013 e 2016, foram distribuídos 274 milhões de euros em dividendos aos accionistas, dinheiro que foi retirado da empresa e que é em muito superior aos resultados líquidos desse período.Não admira pois que Lacerda ache normal ganhar quase um milhão de euros por ano; é ele quem tem conduzido a pilhagem em curso nos CTT. Os accionistas agradecem e recompensam-no bem.

Nas véspera de Natal, Lacerda escolheu um modo particular de desejar boas festas: o anúncio de um plano de reestruturação(perdão, de “transformação operacional”) que implica o despedimento de 800 pessoas (perdão, a “optimização de recursos humanos” eliminando 800 “redundâncias”) e o encerramento de 22 balcões, muitos deles essenciais para as populações (perdão, a “reorganização e optimização da rede de lojas mantendo a proximidade com o cidadão”). Este verdadeiro plano de destruição foi recebido com indignação pelas centenas de famílias que viveram o Natal no sobressalto de ficarem sem emprego e pelas populações, nomeadamente do interior, que vão ficar sem posto de correio. Os accionistas, pelo seu lado, rejubilaram. Com o anúncio de despedimentos e da degradação do serviço, os “mercados” ficaram eufóricos e as acções chegaram a subir na bolsa 10%. É esta a "racionalidade" do capitalismo financeiro. Mais claro impossível.

Desde a privatização, o que tem acontecido com os CTT pode resumir-se em três palavras: degradação, incumprimento e assalto. A degradação é o que mais penaliza os cidadãos, vítimas dos encerramentos e dos atrasos. O incumprimento sistemático das bases de concessão é evidente, já foi assinalado pelo regulador e devia motivar desde já a anulação da concessão e o resgate da empresa, porque só pode agravar-se com menos 800 trabalhadores e com uma cobertura territorial ainda mais diminuída. O assalto aos CTT é a missão de Lacerda e faz-se pela delapidação do património e pela descapitalização da empresa para benefício dos accionistas: na Europa não há nenhum exemplo de uma tão reiterada distribuiçãode dividendos acima dos lucros. A remuneração dos acionistas em 2017 foi de 133% dos lucros da empresa.

Dá para perceber? Dá, e é uma tragédia que tem de ser travada. Se achamos isto abjecto, até quando vamos permitir que continue?
Recebi via emaisl de A. Ern Figueiredo

Indonésia, Vila colorida. Cara lavada com pouco dinheiro...





Mónaco vai mar dentro e aumenta a superficie terrena...



Projecto de "aumento" do Mónaco para o mar
Vejam o Link no final do email e percebam o futuro projeto do Mónaco, que rouba 350 mil m2 ao mar para urbanizar.
Um megaprojecto do Mónaco vai roubar ao mar 350 mil metros quadrados para ampliar a superfície urbanizável. Nesse espaço nascerá uma nova cidade ecológica. O príncipe Alberto II acabou de lançar o mais ambicioso projecto urbanístico da história do Mónaco, e um dos mais ambiciosos da história da construção de luxo da nossa civilização: construir no principado uma nova cidade, um novo "bairro" residencial aquático e parcialmente submarino, ecológico, destinado a negócios cosmopolitas, ao ócio e ao ultra luxo. Para este megaprojecto imobiliário o Mónaco vai roubar ao Mediterrâneo entre 300 mil e 350 mil metros quadrados, uma superfície considerável para um Estado que tem apenas dois quilómetros quadrados de superfície. Os primeiros projectos apresentados a uma certa elite da arquitectura e do urbanismo mundial datam de 2007 e 2008.Mas com o estalar da crise financeira os trabalhos foram repentinamente interrompidos. O príncipe Alberto desejava e deseja que o novo Mónaco do século XXI tenha um duplo financiamento, público e privado. Depois de cinco anos de espera, os conselheiros financeiros do príncipe, em Paris, Londres e Nova Iorque, consideram que chegou o momento de realizar o projeto de extensão do Mónaco. Assim, até final de Julho vários construtores internacionais serão convidados a apostar no projecto.consideram que chegou o momento de realizar o projeto de extensão do Mónaco. Assim, até final de Julho vários construtores internacionais serão convidados a apostar no projecto.consideram que chegou o momento de realizar o projeto de extensão do Mónaco. Assim, até final de Julho vários construtores internacionais serão convidados a apostar no projecto.
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