sexta-feira, junho 27, 2008

Substimação

No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta: - Quantos rins nós temos? - Quatro! Responde o aluno. - Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que têm prazer em gozar sobre os erros dos alunos.
- Traga
um molho de feno, pois temos um asno na sala - ordena o professor ao seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'
.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre: O senhor perguntou-me quantos rins "nós temos". "Nós" temos quatro: dois meus e dois seus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o feno. A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem que o tem, acham-se no direito de subestimar os outros...
Haja feno

Recebido por mail de J Silva - Porto

domingo, junho 22, 2008

GASÓLEO A 0,80€ PARA OS IATES



O Governo democrático e maioritário do PS tem por hábito quando é
confrontado com realidades, apontar os canhões para o PSD, seu
parceiro do «Bloco Central de Interesses».


Mas agora, todos ficam a saber : os que têm iates e embarcações de
recreio que através do Artº 29 do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de
Fevereiro de 2008, beneficiam de gasóleo ao preço do que pagam os
armadores e os pescadores.


Assim todos os portugueses são iguais perante a Lei, desde que tenham iates…

É da mais elementar justiça que os trabalhadores e as empresas que
tenham carro a gasóleo o paguem a 1,42€, e os banqueiros e empresários
do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é justo, porque estes
não têm culpa que os trabalhadores não comprem iates!!!


Porreiro pá !

Portaria_117_a_2008_Isencoes_ISP.pdf
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Evolução do Gaamanço

quarta-feira, junho 18, 2008

MLR / ME e CAMÔES

Soneto à maneira de Camões

Tão mesquinha e tão vil, tu que pariste
As normas do estatuto do docente,
Não tens nada de humano, não és gente,
Nada mais que injustiças produziste.
Se lá nesse poleiro aonde subiste
O estado do ensino tens presente,
Repara como és incompetente,
Como a classe docente destruíste.
Se pensas que esta gente está domada,
Te aceita a ti, ao Valter e ao Pedreira,
Estás perfeitamente equivocada:
Em breve encontraremos a maneira
De vos correr p'ra longe à cacetada,
Limpando a educação de tanta asneira!

Recebido por mail do amigo VM

domingo, junho 15, 2008

Encontro da Educação Especial em Lx

ENCONTRO “EDUCAÇÃO ESPECIAL”

7. Junho. 2008

Distribuição de panfletos à entrada (8h – 9.30h)

Os colegas aceitaram muito bem. Alguns colocaram questões mas no global ouvimos “ainda bem que estão aqui. Tinha que ser a FENPROF!” (no bom sentido, claro). Estiveram muitos colegas conhecidos.

Distribuímos cerca de 1500 panfletos.

O Capucha não aceitou o papel.

O Valter Lemos aceitou mas amarrotou-o e deu-o ao Capucha (caixote do lixo????)

A ministra não apareceu nem ninguém justificou a sua ausência.

Sessão de Abertura

Capucha: as inscrições superaram as expectativas; todos temos que aprender uns com os outros; temos que ter abertura de espírito.

Directora da Reabilitação [a Secretária de Estado estava ausente no estrangeiro]: oportunidade de ouvirmos peritos estrangeiros que nos vão apoiar a implementar uma escola inclusiva; temos que combater a discriminação e a exclusão social.

A escola é a porta de entrada e de saída para a inclusão.

O novo paradigma é determinante para fazer ruptura com os diagnósticos médicos.

A CIF tem um papel decisivo na consolidação do novo quadro legislativo. É uma medida estruturante. Não classifica pessoas, identifica as necessidades reais da pessoa, características do seu meio e as condições que necessitam de ser alteradas. Os domínios de classificação da CIF são neutros porque respeitam os aspectos positivos e negativos. É uma ferramenta com enorme potencialidade na EE.

Cor Meijer (Director da Agência Europeia para o Desenvolvimento em Necessidades Educativas Especiais): A voz de Portugal é muito ouvida porque a Filomena Pereira está em muitos grupos de trabalho. Esta agência é subsidiada pelos ME dos países membros. Todos os países membros da agência subscreveram a Declaração de Salamanca.

Valter Lemos: Este encontro é o culminar de uma série de iniciativas. Em 2006 o ME promoveu um encontro de preparação [??????] do DL 3/2008, com discussão pública com s instituições e profissionais.

Muito destaque para a Declaração de Lisboa (jovens com NEE na AR em Lisboa).

Objectivo do governo e do ME: criar e reforçar uma verdadeira escola inclusiva. Criar condições para criar uma escola verdadeiramente para todos.

3 procedimentos essenciais:

- respeitar a qualificação da escola pública na capacidade de responder a crianças com NEE

- valorizar os recursos especializados em todo o sistema

- garantir o funcionamento em rede de todas as instituições escolares que colaboram com a escola

Criação dos Quadros de Agrupamento (valorizar os especializados), aumentando a colocação de docentes de EE em todos os agrupamentos, dando prioridade aos casos de baixa frequência e alta intensidade. Utilizar todos os recursos especializados no terreno. Reforçar o trabalho dos professores com outros especialistas (terapeutas, psicólogos, …) Requalificação dos espaços e equipamentos. As questões das NEE devem estar incluídas nos projectos educativos da escola (percurso a fazer).

A CIF é um instrumento comprovado cientificamente. Linguagem comum para a realização do trabalho educativo).

Apoio dos centros de recursos para a inclusão (toda a rede deve estar a funcionar em pleno).

Vai ser um trabalho de muitos anos. Já trabalhamos há muitos anos [??????].

“Gaffe” da manhã: Em 2013 teremos uma verdadeira escola inclusiva em Portugal! [risos gerais na sala, ele ficou muito incomodado, principalmente porque os convidados estrangeiros olhavam para ele e para os participantes].

Este processo será acompanhado por um sistema de avaliação da legislação para corrigir os erros.

Agradecimento às instituições de EE e às instituições de Ensino Superior pela colaboração dada ao ME na formação de muitos milhares de professores nestas novas áreas [muito burburinho na sala].

Os dados reais: 5322 professores na EE na rede pública

500 nas instituições de EE

Mais de 1000 técnicos

500 Educadores na IP em colaboração com os Ministério da Saúde e da Segurança Social

A qualidade da educação é a medida da inclusão. Nas sociedades modernas, as mais avançadas são as que têm níveis de inclusão mais elevados.

1º Painel

Capucha: Existe uma reorganização em curso com o objectivo de assegurar a todos os alunos com NEE as melhores condições de aprendizagem numa escola inclusiva

Aspectos críticos:

- as mudanças implicam confrontos

- as mudanças geram receios e ansiedade de jovens e famílias

- devemos “ousar fazer”

- pretendemos um ambiente aberto mas sério de diálogo com todos os interlocutores (respeito por todas as opiniões)

O que não é a escola inclusiva?

- entram todos

- dividem-se em 2 grupos: - alunos sem necessidades (turmas homogéneas)

- categoria NEE (sinalizados sem diagnóstico sustentado e sem planos individualizados avaliáveis, o que leva a uma saída com destino incerto)

Esta escola trata todos da mesma maneira, discrimina, elimina, exclui, não inclui.

O que é a escola inclusiva?

- a educação é um direito para todos e um direito para cada um

- todos têm direito aos saberes e oportunidades para a participação social

- apoios diferenciados

- não coloca ninguém em segmentos segregados

- escola onde todos estão mais tempo

- escola onde todos adquirem maior nº de competências

- equipas multivalentes, com vários técnicos (no próximo ano)

Há muita resistência!

O que tem que acabar?

O paradoxo na definição das NEE indistintas (escola é o sítio para onde se atiram todos os que têm NEE. Estamos a confundir escola inclusiva com inclusão social – os alunos com dificuldades sociais são colocados na EE tal como os que têm problemas ao nível das funções do corpo. Os das dificuldades sociais podem ser apoiados pelo apoio sócio-educativo).

Esta reforma da EE não deixa ninguém de fora!

Esta reforma não é a única medida que está a ser implementada (tb temos 453/2004, 50/2005, 1/2006); EE adequada a todos os alunos com NEE de carácter permanente.

Está a ser feito um esforço acrescido para combinar o ensino de massas com modelos de diferenciação pedagógica e educativa.

Quem está nas instituições de EE não vai para a escola pública por decreto. As possibilidades vão manter-se [se ainda tivéssemos dúvidas].

Dados reais: 50 mil alunos no regular

4 mil nas instituições

A Declaração de Salamanca e os jovens tb o disseram na AR: a escola especial inibe, segrega os alunos porque os protege demasiado. O contacto com os outros alunos com NEE estimula as competências e com os que não têm NEE estimula a tolerância e a solidariedade.

CIF: distinguir as diferentes necessidades educativas dos alunos

- más práticas (existem concelhos onde todos os ciganos estão na EE) [muito burburinho na sala!!]

- a CIF é um bom antídoto para os “efeitos de rotulagem” porque valoriza a capacidade e coloca o foco na relação entre as capacidades individuais e as oportunidades oferecidas pelo meio

Antes: - modelo individualista/naturalista – médico

- modelo radical – sem diferenciação, tudo junto

Agora: - modelo relacional (subjacente à CIF) – capacidades, oportunidades, igualdade de condições

CIF:

- clarificar o modelo médico

- definir planos de intervenção

- podem todos aprender mais se estiver tudo organizado

Não há economicismo:

- OE: acréscimo 6,9% do ano 2007 para 2008

- acréscimo 3,7% no financiamneto do funcionamento das escolas particulares e de Associações

- aumento de técnicos de 153 para 269 no próximo ano

Conclusão: luta contra interesses particulares, os que estão interessados pelos alunos devem mudar para que todos construam uma verdadeira escola inclusiva.

Mary Kyriazoupoulos e Harald Weber (Agência Europeia)

Educação Inclusiva em todos os países não é um processo estático.

Temos que ter ferramentas para monitorização com vários indicadores qualitativos e quantitativos.

O Cor Meijer referiu que não é levar as crianças para os centros de recursos mas levar os centros de recursos às crianças.

Rogério (Confederação para a Deficiência Mental)

Os centros de recursos devem ser parcerias efectivas.

Há rupturas, discordâncias (nem sempre a nossa posição é coincidente com o ME) e um dos grandes desafios não é aceitar a mudança, já que é incontornável (porque ela vai acontecer), temos que saber geri-la!

Não podemos ignorar o que já se faz nas escolas, há muito bom trabalho nas escolas.

2º Painel

Simeonsson (Professor e Investigador da Universidade Carolina do Norte)

Existem 2 documentos importantes: - Declaração dos Direitos da Criança

- CIF- CJ

Todas as crianças têm direito à dignidade e à participação. As crianças e jovens com NEE têm NEE e por isso é preciso providenciar tratamento e assistência especiais.

Privação de direito = não ter acesso a…

Trabalhou muitos anos para construir a CIF – CJ

Para a criança ter o seu direito à educação temos que saber identificar as barreiras e compreender as suas limitações e habilidades.

Com esta abordagem podemos focar o que falta no contexto da criança em vez de focar o que está errado na criança. Pela 1ª vez define o ambiente/contexto para facilitar a participação da criança.

Esta ferramenta permite uma linguagem comum (é importante para partilharmos as nossas experiências), utilizando códigos e qualificadores para saber as características funcionais da criança.

Não é uma classificação médica, psicológica, educacional. É uma classificação humana. Não classificamos as crianças, classificamos as habilidades, limitações e ambientes/contextos.

Temos que saber como o corpo da criança funciona, quais as actividades e participação que a criança tem e tb o envolvimento – se há dificuldades nestas áreas então está no âmbito da EE.

Judith Hollenwerger (Professora e investigadora da Universidade de Zurique) – experiência da aplicação da CIF na Suiça

A CIF é uma ferramenta para compreender as dificuldades e necessidades da criança na educação. Ajuda a organizar cooperativamente um plano de intervenção.

Temos que questionar: que oportunidades damos às crianças com NEE e como podemos (nós, os criadores dos contextos) garantir que a criança não encontra barreiras?

Manuela Ferreira (Professora e investigadora da ESE do Porto)

Antes era um paradigma de linguagem do défice, agora é o desafio para os profissionais porque ultrapassa as suas disciplinas.

Porquê a divergência? Mudámos o paradigma mas não mudámos os instrumentos.

A CIF é um instrumento de continuidade, de ruptura, é um descritor de funcionalidade, é um feedback da avaliação dos profissionais.

Temos mais instrumentos do défice que da participação, actividades e ambiente.

Filomena Sousa (Professora da EB 2/3 de Macieira)

[ sem comentários, a mulher não deu uma para a caixa, disse que já aplica há muito tempo, que as equipas já existem, nomeadamente em conjunto com a Saúde e a Segurança Social; todos os colegas ficaram muito incomodados, grande burburinho na sala].

3º Painel

Teresa Gaia (médica fisiatra da APPC de Beja e tb no Hospital do Barlavento Algarvio)

Nos aspectos globais a CIF tem aspectos positivos.

A realidade nacional é muito díspar.

Medidas positivas:

- identificar crianças na base dos perfis funcionais mais do que atribuir rótulos

- aspectos importantes como as actividades e participação, factores ambientais e pessoais

- equipa multidisciplinar

Sentimentos negativos:

- médicos têm pouco tempo, a mudança não é fácil

- diagnóstico clínico per si não tem, habitualmente, relevância para a intervenção educativa

- as consequências da problemática podem ser relevantes (prognóstico, contra-indicações, cuidados, …)

- sigilo profissional

- casos pontuais podem justificar divulgação do diagnóstico, sempre com autorização dos responsáveis

- aplicação imediata do DL 3/2008 (tinha que ser imediato, tinha que se fazer a avaliação de todas as crianças conhecidas e não conhecidas) [palmas da assistência]

- Formação (???)

- envolvimento de todos os parceiros previamente à sua implementação

- funcionalidade da aplicação da CIF

- muito tempo em reuniões

- muito papel gasto (cada CIF tem inúmeras páginas)

- professores com pouco tempo para trabalhar com os alunos. Se a CIF é um benefício não arranjem malefícios [muitas palmas da assistência]

Assumiu que começaram a aplicação da CIF com os casos novos em vez de fazer a avaliação de todos [palmas da assistência].

Gianni De Pólo (Neuropsiquiatra) – experiência da aplicação da CIF em Itália

4 passos:

- notificação do aluno pela escola / identificação do aluno com dificuldades

- diagnóstico funcional pela parte social e da saúde

- diagnóstico funcional dinâmico pela escola

- plano educativo individual (preenchido pela escola, social e saúde; quem faz o quê, quando, em que contextos, …)

Há algum tempo que se está a trabalhar a implementação da CIF:

- 1º deram formação a todos os profissionais (iniciaram no ano de 2005, mais ou menos)

- ano 2007/08 ano experimental (começam agora a chegar as primeiras notificações das escolas)

- 1ª revisão e eventuais modificações – Junho 2009 [o ano de 2008/09 tb será experimental, cá fora ele dizia que só daqui a 2 ou 3 anos é que terão uma real noção da aplicação da CIF na educação]

[como se percebe é tal e qual como a implementação da CIF em Portugal !!!!!!!]

Jerónimo de Sousa (Director Centro de Reabilitação de Gaia)

Não vale a pena discutir a mudança. É preciso encontrar caminhos…

Não se pode aprender algo novo sem desaprendermos o antigo! [parece-me que não é bem assim, mas pronto…]
Devemos tentar todos os recursos na turma e na escola e não culpar logo a EE.

Se não há outro recurso então tem que estar na EE, quando o recurso (diferente da EE) existir transfere-se o aluno, mas até lá tem que estar na EE!

Debate

Não houve! As questões foram colocadas por escrito. Algumas das questões dos estrangeiros foram respondidas muito rapidamente.

As questões colocadas ao Capucha (cerca de 67) serão respondidas no site da DGIDC [estaremos atentos para saber se as nossas 2 tb serão respondidas].

Mas anunciou que para o próximo ano lançarão uma avaliação realizada por uma equipa de peritos internacionais e independentes [?????, temos muitas dúvidas] e outras medidas a implementar na EE. A avaliação terá como objectivo fazer o balanço dos 3 anos de trabalho no âmbito da EE.

“Gaffe” da tarde: das 67 questões ele quis responder a uma [mais valia estar calado]. Questão: Já trabalhou na EE? Ou é só teoria? Resposta: “Não, nunca trabalhei na EE [ouviram-se muitos Ah! Na sala] mas não há nada melhor para 1 prática que uma boa teoria”. [tb me parece que não é bem assim, mas pronto…]

Sessão de Encerramento

Secretário de Estado Adjunto da Educação

Perante as inúmeras questões que lhe foram colocadas no que diz respeito à redução do nº de alunos por turma quando existem alunos com NEE ele respondeu que não poderia estar no DL 3/2008 porque esta matéria deve estar no despacho sobre organização. E afirmou o compromisso de que sempre que existam alunos com NEE haverá redução do nº de alunos por turma [quando já as DRE reuniram com os executivos e afirmaram que não há turmas reduzidas, estamos cá para ver e fazer lembrar o ME do que o Secretário de Estado Adjunto disse perante cerca de 1700 participantes neste encontro].

Enviada por mail da amiga Magui Quintal

sexta-feira, junho 06, 2008

ASAE

A ASAE foi à igreja e encerrou a porta

Motivos:

1º- As hóstias não tinham selo de qualidade,

2º- O vinho não estava engarrafado,

3º- E, mesmo sendo proibido fumar, havia beatas por todo o lado.

Recebido por e-mail J. Fig Lx

Escola Secundária de Emídio Navarro Viseu - Oferta Educativa 2008-09

ESEN a minha Escolha
DEZ CURSOS DIFERENTES
À TUA ESCOLHA


A oferta formativa da Escola para 2008/2009 é bastante diversificada e, por isso, será fácil escolheres o curso que pretendes frequentar no próximo ano lectivo.
A par dos cursos científico-humanísticos, haverá também sete cursos profissionais à tua escolha que permitem igualmente a obtenção do 12.º ano e o prosseguimento de estudos, garantindo uma qualificação profissional de nível 3 e a entrada mais rápida no mercado de trabalho.


OFERTA FORMATIVA Ano Lectivo 2008/2009

CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS


Curso de Ciências e Tecnologias
Curso de Ciências Socioeconómicas
Curso Científico-Humanístico Ensino Diurno e Nocturno

CURSOS PROFISSIONAIS


Curso Profissional de Técnico de Contabilidade
Curso Profissional de Técnico de Electrotecnia
Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos
Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos
Curso Profissional de Técnico de Informática de Gestão
Curso Profissional de Técnico de Secretariado
Curso Profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural

quarta-feira, junho 04, 2008

Reavaliação de Alunos com Necessidades Edu. Especiais

UTILIZAÇÃO DA CIF NA EDUCAÇÃO É ATENTADO GRAVÍSSIMO CONTRA AS CRIANÇAS E JOVENS COM NEE

Por razões exclusivamente economicistas e, essencialmente, orientadas para a redução do número de professores no sistema, o Ministério da Educação está a retirar apoios a milhares de alunos com necessidades educativas especiais (NEE).

Peça-chave da sua estratégia é a utilização da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (vulgo, CIF) para decisão da elegibilidade de alunos referenciados com NEE para os serviços de Educação Especial.

Sobre essa decisão do ME, a Sociedade Portuguesa de Neuropediatria e o Colégio de Neuropediatria já tomaram posição conjunta de rejeição; o Centro de Desenvolvimento da Criança do Centro Hospitalar de Coimbra, sedeado no Hospital Pediátrico de Coimbra, considerou inadequado e um equívoco o uso da CIF para fins educativos; médicos neuropediatras recusam a responsabilidade de decidir quem ficará excluído dos serviços de educação especial, considerando que a CIF “não foi criada com o objectivo de definir critérios de elegibilidade para fins educativos”.

Mas o Ministério da Educação não hesita e, na sua ânsia de reduzir para 1.8% a taxa de incidência de alunos considerados com NEE, impõe a utilização da CIF, pressiona as escolas e, tendo já excluído milhares de crianças e jovens do apoio, prepara-se para alargar esse número, numa atitude que constitui um verdadeiro atentado à Escola Pública Inclusiva...

Recebido por mail

Vida - Excelencia ou Felicidade?

O fim último da vida não é a excelência!!!!

O autor deste texto é João Pereira Coutinho, jornalista. Vale a pena ler!

'Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades.

Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas.

Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos.

Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar.

Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.

Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito.

É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.

Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac.

É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos.

Quanto mais queremos, mais desesperamos.

A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade.

O que não deixa de ser uma lástima.

Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!

Recebida por e-mail de VM

terça-feira, junho 03, 2008

Excesso de velocidade

Argumentação de um "engenheiro" português que foi apanhado a 250 Km/h numa estrada onde o limite era de 70 Km/h.

Ex.mo Sr. Dr. Juiz,
Meretíssimo:
Confirmo que vi na estrada a marca de 70 em números negros inscritos num círculo vermelho, sem qualquer informação de unidades.
Ora, como sabe, a Lei de 4 de Julho de 1837 torna obrigatório em Portugal o sistema métrico, e o Decreto 65-501 de 3 de Maio de 1961, modificado de acordo com as directivas europeias, define, como unidade DE BASE LEGAL, as unidades do Sistema Internacional, SI. Poderá confirmar tudo no site do Governo.
Ora, no sistema SI, a unidade de comprimento é o "Metro", e a unidades de Tempo é o "Segundo". Torna-se portanto evidente que a unidade de Velocidade é o "Metro por Segundo". Não me passaria pela cabeça que o Ministério aplicasse uma unidade diferente.
Assim sendo, os 70 Metros por Segundo correspondem, exactamente a 252 Km/h. Ora a Polícia afirma que me cronometrou a 250 Km/h o que eu não contesto. Circulava portanto 2 Km/h abaixo do limite permitido.
Esperando a aceitação dos meus argumentos, de V. Exa..

António Nogueira
(Engº Civil, IST)

NOTA: O ENGENHEIRO NÃO FOI CONDENADO!

Recebido por e-mail

segunda-feira, junho 02, 2008

Avaliação Docente ao que obriga!

VISEU – Remodelação da Avenida Alberto Sampaio.

Através do Concurso Público de obras da Câmara Municipal de Viseu publicado em DR número 105 II série de 2 de Junho de 2008.

“Para as infra-estruturas de iluminação pública (CMV), abastecimento de água (SMAS) e de telecomunicações (PT) são apresentados traçados dos trabalhos a executar, a par de alguns trabalhos a executar por algumas entidades.

Os trabalhos referentes às infra-estruturas da rede de gás (BEIRAGÁS) e distribuição pública de electricidade (EDP) não fazem parte da empreitada e serão executados por estas entidades, devendo ser prevista, com a devida antecedência, uma conjugação prévia de esforços no sentido de uniformização dos trabalhos de modo a serem evitados tempos de espera e atrasos na obra.

Esta rectificação refere-se ao anúncio de abertura de procedimento publicado no Diário da República, 2.ª Série, n.º 83, de 29 de Abril de 2008, referente à empreitada de Remodelação da Avenida Alberto Sampaio”.

Fonte: http://www.construlink.com

Jacinto Figueiredo, 02-06-2008

domingo, junho 01, 2008

SOCRATES vs LOUÇÃ

Assunto: O senhor não tem idade nem curriculum! Sócrates vs Louça

' Mas quem manda AGORA este fulano para a RUUUUUUUUA?????'

Prova evidente de que a estupidez é, e será sempre, arrogante!

O Primeiro-ministro José Sócrates num momento de alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse: ' Você não tem idade nem curriculum ...'.

Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário! Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:

Actividade política:

*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.

Actividades académicas:

Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.

Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG ( Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).

Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; 'referee' para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).

Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.

Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).

Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas.

Terminou em Agosto um livro sobre 'The Years of High Econometrics' que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.

Obras publicadas:

Ensaios políticos

Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)

Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)

A Maldição de Midas – A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)

A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)

A Globalização Armada – As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)

Ensaio Geral – Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)

Livros de Economia

Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997), traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)

The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes

Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)

Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)

Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)

Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)

As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)

* Fonte Wikipédia

Sobre Sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos. Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante. Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis.

Quanto a curriculuns estamos conversados!

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Quanto à idade o Jose Socrates nasceu em 6 de Setembro de 1957, numa pobre, apagada e minúscula vila de Alijó, portanto é cerca de um ano mais novo... Isto diz tudo quanto à sua coerência e rigor analítico.....e é por isso podemos esperar MUITO deste pigmeu!

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Comparar o currículo de Sócrates a Louça, é o mesmo que dizer que o vinho a martelo é superior a uma Cartuxa Reserva 2002 Tinto.

GALP BP OU REPSOL

Políticos

Dia das Crianças e Direitos

Dia Mundial da Criança

Sabias que o primeiro Dia Mundial da Criança foi em 1950?

A ideia de criar um dia para os mais pequenos surgiu logo após a Segunda Guerra Mundial, em 1945. Nessa altura vários países estavam em crise e, por causa disso, havia crianças a viver em más condições. Muitos pais não tinham dinheiro, então tiravam os seus filhos da escola para os mandar trabalhar. Por vezes, esse trabalho durava horas e era muito difícil.

Como deixavam de ir à escola, mais de metade das crianças da Europa não sabia ler nem escrever. Assim, a Federação Democrática Internacional das Mulheres apresentou uma proposta às Nações Unidas para que se comemorasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo, proclamando os seus direitos.

Em 20 de Novembro de 1959, a ONU fez a Declaração dos Direitos da Criança, com 10 artigos:

1- A criança deve ter condições para se desenvolver física, mental, moral, espiritual e socialmente, com liberdade e dignidade.

2- A criança tem direito a um nome e uma nacionalidade, desde o seu nascimento.

3- A criança tem direito à alimentação, lazer, moradia e serviços médicos adequados.

4- A criança deve crescer amparada pelos pais e sob sua responsabilidade, num ambiente de afecto e de segurança.

5- A criança prejudicada física ou mentalmente deve receber tratamento, educação e cuidados especiais.

6- A criança tem direito a educação gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares.

7- A criança, em todas as circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber protecção e socorro.

8- A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono e exploração. Não deverá trabalhar antes de uma idade adequada.

9- As crianças devem ser protegidas contra prática de discriminação racial, religiosa, ou de qualquer índole.

10- A criança deve ser educada num espírito de compreensão, tolerância, amizade, fraternidade e paz entre os povos.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_da_crian%C3%A7a