sexta-feira, outubro 31, 2008

Entendimento de Unidade dos PROFS

Olá colegas,

Nesta fase da contestação às políticas do ME e atendendo aos constrangimentos criados pela convocação de duas manifestações de professores (8 e 15 de Novembro), O Movimento PROmova partiu para o processo negocial com a Fenprof e os outros Movimentos com o lema “Unidos, ganhamos todos; divididos, perdemos todos”. A partir deste espírito, foi possível concertar posições à volta de um conjunto de princípios prioritários e indeclináveis para os professores, além de estruturantes da “genética” do PROmova, especificamente, a exigência de suspensão imediata deste modelo de avaliação do desempenho e a rejeição da divisão arbitrária e injusta da carreira que, entre outras injustiças, desacredita todo o processo de avaliação do desempenho. Como estes postulados se encontram salvaguardados no comunicado conjunto, não hesitamos em contribuir para a unidade dos professores, associando-nos à ideia de uma manifestação única de sindicatos e movimentos.

Neste sentido, apelamos a todos os educadores e professores portugueses para rumarem a Lisboa, no dia 8 de Novembro, dando um sinal inequívoco da sua força reivindicativa. Uns irão pelos seus sindicatos, outros irão pelos movimentos com que se identificam e outros irão por si próprios. Mas é importante que vamos todos!

Para nós, mantém-se o apelo que lançámos “Uma escola, um autocarro”, pelo que os professores que abriram, nas escolas, inscrições para o dia 15, devem manter essa iniciativa, transferindo-a para o dia 8, e apresentarem-se, em Lisboa, em nome da sua escola.

Encontramo-nos todos, em Lisboa, no dia 8 de Novembro.

Aquele abraço,

PROmova

Recebida por e-mail de Otávio V. G.

quinta-feira, outubro 30, 2008

Isto da ADD é para levar a sério ou para brincar?!


Um mail que o colega colocado na Educação na Secundária de Seia me acaba de enviar...!!!!

Caros(as) Amigos(as):

Ontem esteve na secundária de Seia um dos chamados "bombeiros da avaliação" ou "INEM da avaliação". Trata-se de um elemento pertencente ao grupo dos 22 "artistas" que está vocacionado para "apagar" fogos nas escolas mais lerdas e que respondeu, prontamente, ao SOS que nós (intencional e sabiamente) lançámos. Previsto apenas para avaliadores, por pressão dos mesmos, a sessão foi aberta ao "povão".

O "prélio" foi um fiasco e apenas serviu para a mulher levar nas orelhas. Perante a nossa argumentação, o que foi transmitido pode ser assim resumido:

- Simplifiquem; as escolas é que complicam.

- Reduzam o nº de objectivos;

- Juntem ou suprimam os itens das fichas;

- Dêem a volta à questão dos resultados dos alunos e abandono escolar (concordou comigo quando eu sugeri que o professor, na formulação dos seus objectivos para esses campos, assumisse um qualquer compromisso/contributo a desenvolver/aplicar para melhorar, globalmente, os resultados da escola e não tivesse que fixar uma meta quantitativa individual.

- Façam as coisas para a "molhada" ter bom (ela disse todos, mas quase a "comemos" e ficou algo aflita…);

- Atirem a definição de objectivos para mais tarde (Novembro/ Dezembro/…)

- Isto é para experimentar; sem stress…

- A maior parte das fichas que para aí anda "é de loucos".

- Vai chegar às escolas um guião para a definição dos objectivos.

- Informalmente, disse-me que a ministra teve que apagar uma cena de ciúmes das Equipas de apoio às escolas (antigas CAE) em relação ao tal grupo dos 22. As equipas também querem ir às escolas "evangelizar". Só que…falta-lhes formação para….

Moral da história: gastam-se mais uns cobres, os 22 dão formação às EAE e …pronto! Dentro de algum tempo teremos mais gente a chatear as escolas.

- Por último, fui ao meu "disco rígido", associei uns dados e descobri que a dita senhora pertence à escola onde lecciona a digníssima esposa do Valter Lemos – nossa amável colega - Ela confirmou e volta e meia estávamos a revisitar o passado (afinal até demos aulas na mesma escola).

Saímos amigos para sempre, com troca de e-mails e tudo…

Aqui partilho, com os meus caros amigos(as) o resultado de uma bela tarde de sexta feira que só não foi perfeita por ter faltado ao ténis.

Um abraço

Recebido por e-mail de Otávio V G

quarta-feira, outubro 29, 2008

O Poder do Marketing

Duas criancinhas de oito anos conversam no quarto:

O menino pergunta para a menina:

- O que vais pedir no DIA DA CRIANÇA?

- Eu vou pedir uma Barbie, e tu?

- Eu vou pedir um TAMPAX! -responde o menino

- TAMPAX?! O que é isso ?!

- Nem imagino... mas na televisão dizem que com TAMPAX a gente pode ir à praia todos os dias, andar de bicicleta, andar a cavalo, dançar, ir ao clube, correr, fazer um montão de coisas fixes, e o melhor... SEM QUE NINGUÉM PERCEBA.*

Recebida por e-mail de Celia C.

segunda-feira, outubro 27, 2008

Magalhães

É! Fico mesmo muito preocupad...!


Pra quem não viu o último Gato Fedorento... Louvado sejas, ó Magalhães!

http://www.youtube.com/watch?v=VC2xsAC5hdA&eurl=http://educar.wordpress.com/

Educação sem Estado

Muito Bom,

Ouçam com atenção...
Vejam até ao fim, vale a pena!!!

http://www.youtube.com/watch?v=STdeCPis_7E&feature=related

Imaginação

Que bom receber disto e ter a quem reenviar.

História tem o seu interesse.

Para ler obrigatoriamente!

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.

Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...

E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...

Moral da História:

Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.

A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.

' O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente.'
A origem desta carta é desconhecida, mas ela traz 'sorte' a todos os que a passam.
Não fiques com esta carta. Simplesmente, manda a amigos a quem desejas bem!!!

Recebido por e-mail de Carla S.

sábado, outubro 25, 2008

Viseu /Universidade / Combóio

Ruas não desiste de ligação ferroviária e universidade pública
A ligação de Viseu à ferrovia e a criação de uma universidade pública virada para a inovação e a excelência, são essenciais para o desenvolvimento da região de Viseu. A ideia foi defendida, ontem, pelo presidente da autarquia viseense, Fernando Ruas, durante a sessão de abertura do Encontro Nacional de Auditores e que contou, também, com a presença do secretário de Estado adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita

O presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas, aproveitou a sessão de abertura do Encontro Nacional de Auditores - evento que se prolonga pelo dia de hoje, em Viseu e que visa discutir assuntos relacionados com a interioridade, o desenvolvimento e o ordenamento do território - para defender a necessidade de a cidade viseense poder contar com uma ligação ferroviária e uma universidade pública distinta dos modelos actuais.
Na opinião do autarca, só assim será possível fazer face ao "handicap" de Viseu estar localizada na "província". Fez, ainda, questão de salientar que, o desenvolvimento até agora verificado na região, se deve ao empreendedorismo dos seus habitantes e lamentou a falta de investimento por parte da Administração Central...

in, http://www.diarioviseu.pt/

Sindicatos / Professores

Os professores e os sindicatos (21-10-2008) http://www.esenviseu.net/Principal/Noticias/Noticias.asp?CodID=767
Os professores são dos grupos profissionais mais coesos. Gostam de se repartir por várias organizações sindicais. De preferência muitas. O objectivo, por enquanto utópico, parece ser um professor, um sindicato.
Ordem também desejam os docentes. Andam há décadas a tentar pôr ordem na pró-Ordem. Para que a Ordem possa nascer. Mas a sua desordem - pelo menos a intelectual - não consegue.
Por sua vez cada sindicato, dos mais de vinte que existem, parece não gostar da Ordem. A não ser da sua própria ordem interna. Em mais de trinta anos de democracia os sindicatos conseguiram melhorias para os professores, sobretudo salariais e relativas à progressão na carreira docente. Pouco mais. E, para os seus dirigentes, não poucas regalias. Desde anos a fio sem dar aulas, até complementos de habilitações quase à-lá-minuta.
Hoje, os sindicatos mais representativos, continuam amarrados ao frentismo sindical da Função Pública. Dirigem os professores como podem. E pouco podem. Não estão isentos de grande responsabilidade na regressão da carreira docente actual.
Os sindicatos não gostam de quem possa usar das suas prerrogativas. Ou mexer na vaca sagrada da sua capacidade de mobilização. Não suportam que grupos de professores independentes resolvam convocar manifestações de desagravo.
A uma manifestação marcada para dia 15 de Novembro, pela Associação dos Professores e Educadores em Defesa do Ensino (mais uma organização!), a Fenprof reage convocando, e antecipando, outra manifestação para dia 8, lançando o anátema de divisionismo, e de ter o Ministério por parceiro, à APEDE. Outra censura não seria de esperar. A tentação daquela federação de tutelar hegemonicamente a vida profissional dos professores é grande. Vem de longe. É anterior aos tempos da "unicidade sindical". Remonta ao remoto Outubro de 1917.
Não se questiona o direito constitucional inalienável de existência de associções e sindicatos. Mas, no meio de tão eclética diversidade de organizações, os professores atarantam-se. Deprimem. Não se exprimem. Ser bom professor também pode significar ter contencioso difícil de solucionar com a realidade exterior à escola.
Uma certeza tenho. Há quem se delicie, e muito, com tanta unidade dos docentes…

in Expresso, 20 de Outubro de 2008

sexta-feira, outubro 24, 2008

Futuro de PROFS e Destino da Esc. Pública

'Inclino-me a pensar que os sindicatos vão, mais uma vez, desmobilizar os professores a troco de coisa nenhuma. Umas cedências de pormenor, mantendo o modelo tal como está, para dar a ideia de que houve recuo e que todos ganharam. Se assim for (oxalá me engane!), será uma desgraça para os professores. Com os professores de joelhos, outras malfeitorias virão: fim das pausas da Páscoa e do Natal, escolas abertas e com alunos durante a Páscoa e o Natal, formação contínua aos sábados, etc. A profissão tal como a conhecemos está em vias de acabar. A escola pública vai morrer. As classes alta e média alta vão colocar os seus filhos em colégios privados e as escolas públicas transformar-se-ão em imensos CEFs onde não se aprende nada, apenas se guardam crianças e adolescentes. Os professores assistirão ao nascimento de um outro estatuto, ainda pior que o actual: o estatuto de prestadores de cuidados sociais e de empregados domésticos dos pais.'


Ramiro Marques

Viseu Semáfporo ao segundo

ambiente Viseu
O semáforo que conta os segundos
Jornal de Notícias - Porto,Porto,Portugal
Entram esta sexta-feira em funcionamento em várias zonas de Viseu, após uma fase de testes, os semáforos que avisam condutores e peões, numa contagem ao ...
Veja todos os artigos sobre este tópico

terça-feira, outubro 14, 2008

Euros que voam Online

Caros amigos, colegas, ou simplesmente conhecidos:
Este mail não é daqueles que ficamos na dúvida se são verdadeiros ou não, em relação ao seu conteúdo, se devemos enviá-los ao máximo de pessoas ou não.
Este mail é totalmente verdadeiro, infelizmente, e serve para alertar a todos, algo que pensamos que nunca nos iria acontecer a nós!!! Eu e o meu marido, fomos vítimas de uma fraude de fishing. Passo a explicar:
Somos clientes da CGD e temos um produto daquela instituição bancária que é a Caixa Directa, conhecido de todos, obviamente. Ao entrarmos na página da CGD, para acedermos á nossa conta bancária, simplesmente, para consultar os movimentos, fizemos o normal, colocamos em 1º o nº do contrato de seguida o nº do código de acesso, e entramos, imediatamente apareceu uma página por cima da página da Caixa, tapando a informação, que raramente olhamos, onde informa que nunca devemos colocar o nº da matriz do cartão, página essa que continha o seguinte:
O símbolo da Caixa Geral de Depósitos e informava (+-) isto "Por razões de segurança coloque a matriz do seu cartão e o seu contribuinte". Fizemos o que nos "mandaram".
Como podem imaginar abrimos a nossa conta a alguém, que sem escrúpulos, nos "roubou" da nossa conta bancária o montante de € 9.886,00.
Um esquema muito bem organizado, dividido em dois montantes e transferido para duas contas distintas, uma transferência efectuada 29 de Setembro e outra a 01 de Outubro. Detectamos, quinta feira - 02 de Outubro....TARDE DEMAIS!!!
(Essa página que fica sobreposta á página verdadeira da CGD, não se consegue imprimir, nem copiar, é como se não estivesse no ecran do computador.)
Ao lerem podem pensar "que estupidez, etc., etc a mim nunca me aconteceria uma coisa destas..." pois, nós também achávamos que não, por incrível que pareça, após este acontecimento que, como podem imaginar abalou as nossas vidas, temos falado com algumas pessoas que apesar de não ter desaparecido dinheiro das suas contas, fizeram exactamente o que nós fizemos, com sorte foram a tempo.
Também temos conhecimento de muitos outros que, como nós, que não houve tempo algum.
Esperamos ter colaborado, de alguma forma, para que este tipo de situação não vos aconteça.
Nota – 1 - O envio deste mail teve o aconselhamento da Policia Judiciária.
2 - Nunca abrir um mail que diga por ex. "Postal Clix" ou "Postal Sapo".
Cumprimentos
Ana Margarida Oliveira
Recebido por mail de Carla S.

segunda-feira, outubro 13, 2008

Escolas - Professores v Avaliação


(…)
Espera-se que as organizações sindicais saibam interpretar esses sinais e, nas reuniões que irão manter com a ministra, não cedam nem assinem mais memorandos traidores.
Entende-se, assim, o desalento da colega Fátima Miranda, em entrevista ao JN:

"Com estas reformas, os professores estão assoberbados de trabalho técnico e burocrático. Eu gostava imenso de ensinar mas isso deixou de ser o mais importante para a escola. Desapareceu a humanidade e a criativadade. Roubaram a alma à escola e ela morreu".

http://mentesdespertas.blogspot.com/

domingo, outubro 12, 2008

Manifestação de Professores convocada para 15 de Novembro.

Aderir ou não? Alguns afirmam que sim, independentemente de quem foi a autoria da "convocatória". Outros (uma minoria, digo eu), porém referem a relevância do autor da "convocatória". Se foram os sindicatos, nem há que pensar... simplesmente não.

Por aquilo que tenho lido em vários blogues de educação, a esmagadora maioria dos comentários, aponta para um inequívoco sim à manifestação. "Vamos a ela e em força", é um resumo possível do ambiente que se vive na blogosfera. Provavelmente um reflexo do ambiente vivido pelas escolas do nosso país. Certo e sabido é que não há quase nenhum professor que não esteja "pelos cabelos" com esta avaliação forçada.

Importa no entanto, salientar a inexistência de um movimento organizador que publicite de forma eficaz a manifestação. Nem todos os professores acedem à internet com a mesma regularidade (ou facilidade) com que acedem a um qualquer canal de televisão ou outro meio de comunicação social. É importante que "alguém" se chegue à frente, mais que não seja para fornecer o apoio logístico para algo que se quer "grande".

Para já, temos a APEDE (Associação de Professores e Educadores em defesa do ensino) e o MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), que vão tratar das questões legais. Como se pode ler nos blogues destas duas organizações:

"É oficial!

Se, até aqui, apenas pairava no ar a ideia de uma manifestação, no dia 15 de Novembro, esta é, agora, irreversível.

Para todos aqueles que se têm interrogado sobre as questões legais e de organização, a partir de hoje o apelo é oficial.

Numa reunião da APEDE, em que o MUP participou, ficou decidido que uma comissão composta por elementos desta Associação e deste Movimento tratará dos aspectos legais (pedido de autorização ao Governo Civil de Lisboa) para:

Local de concentração: Marquês de Pombal, Lisboa.
Dia e Hora: 15 de Novembro, às 14 horas.

Segue-se desfile pela Rua Braancamp, Largo do Rato, Rua de S. Bento, terminando a manifestação em frente da Assembleia da República.

Vamos também solicitar a colaboração de outros movimentos e personalidades que têm dado o seu contributo à causa da Educação.(...)"


Agora só falta mesmo, publicitar esta iniciativa nos meios de comunicação. Não me importa nada que seja uma estrutura sindical a fazê-lo, mas incomoda-me bastante se alguma destas, se aproveitar para falsos protagonismos, que não são agora necessários nem proveitosos.
http://profslusos.blogspot.com/

quinta-feira, outubro 02, 2008

POESIA MATEMÁTICA

Quem 60 ao teu lado e 70 por ti,

vai certamente rezar 1/3

para arranjar 1/2 de te levar para 1/4

e ter a coragem de te dizer:

20 comer ! ! !
Recebida por mail de M. J. Rib

Magalhães - a verdade da mentira.


Nosso mesmo, até prova em contrário, é o COZIDO À PORTUGUESA
Magalhães - mais um escandaloso golpe de propaganda
Os noticiários abriram há dias, com pompa e circunstância, anunciando o lançamento do 'Primeiro computador portátil português', o 'Magalhães'.
A RTP refere que é 'um projecto português produzido em Portugal
A SIC refere que 'um produto desenvolvido por empresas nacionais e pela Intel e que a ' concepção é portuguesa e foi desenvolvida no âmbito do Plano Tecnologico.
Na realidade, só com muito boa vontade é que o que foi dito e escrito é verdadeiro. O projecto não teve origem em Portugal, já existe desde 2006 e é da responsabilidade da Intel. Chama-se Classmate PC e é um laptop de baixo custo destinado ao terceiro mundo e já é vendido há muito tempo através da Amazon.
As notícias foram cuidadosamente feitas de forma a dar ideia que o 'Magalhães' é algo de completamente novo e com origem em Portugal. Não é verdade. Felizmente, existem alguns blogues atentos. Na imprensa escrita salvou-se, que se tenha dado conta, a notícia do Portugal Diário:
Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é
idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto.
Pelos vistos, o jornalista Filipe Caetano foi o único a fazer um trabalhinho de investigação em vez de reproduzir o comunicado de imprensa do Governo.
A ideia é destruir os esforços de Negroponte para o OLPC. O criador do MIT Media Lab criou esta inovação, o portátil de 100 dólares...
A Intel foi um dos parceiros até ver o seu concorrente AND ser escolhido como fornecedor. Saiu do consórcio e criou o Classmate, que está a tentar impor aos países em desenvolvimento.
Sócrates acaba de aliar-se, SEM CONCURSO, à Intel, para destruir o projecto de Negroponte. A JP Sá Couto, que ja fazia os Tsumanis, tem assim, SEM CONCURSO, todo o mercado nacional do primeiro ciclo.
Tudo se justifica em nome de um número de propaganda política terceiro-mundista.
Para os pivots (ex-jornalistas?) Rodrigues dos Santos ou José Alberto Carvalho, o importante é debitar chavões propagandísticos em vez de fazer perguntas.
Se não fosse a blogosfera - que o ministro Santos Silva ainda não controla - esta propaganda não seria desmascarada. Os jornalistas da imprensa tradicional têm vindo a revelar-se de uma ignorância, seguidismo e preguiça atroz.
http://pt.wikipedia.org/wiki/ Nicholas_Negroponte#O_PC_de_ USD_100

Lusíadas- Quem escreveu?

Numa manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu 'Os Lusíadas'?
O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu 'Os Lusíadas' e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele...
Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...
- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'
respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
O comandante do posto:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um 'aperto', vai ver que ele confessa tudo!
Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?
- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu 'Os
Lusíadas'. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a:
- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!
Recebido por mail de Magui Q.