segunda-feira, setembro 21, 2015

O que a Troika queria aprovar e Não conseguiu!





O que a Troika queria aprovar e Não conseguiu!
D I V U L G U E M, a bem da NAÇÃO !!!
O que a Troika queria aprovar e Não conseguiu! D I V U L G U E M, a bem da NAÇÃO !!!
NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO... PUDERA...

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem
ser auditados*?


6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO
SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR
DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás
oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD ).

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo
ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".


24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos
dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;


25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

29. Pôr os Bancos a pagar impostos.

Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.

Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail, até percorrer todo o País.

POR TODOS NÓS, NOSSOS FILHOS E NETOS.











terça-feira, agosto 25, 2015

Ângelo Correia A «Burla» é só para os outros.





A «Burla» segundo o barão Ângelo Correia é só para os outros.
 
0 padrinho Ângelo Correia, um reles burlão...
Em Novembro de 2010, no Plano Inclinado da SIC Notícias, Ângelo Correia afirmou que adquiridos são apenas os direitos como o direito à vida, o direito à liberdade, etc.
Defendeu que todos os outros direitos, ou seja, aqueles que custam dinheiro ao Estado, são direitos que «não existem», que estão dependentes da solidez da economia. Concluiu mesmo que a ideia de direitos adquiridos é uma «burla» (organizada pela esquerda, claro!).

No entanto, menos de um ano depois, em 23 de Outubro de 2011, quando questionado por uma jornalista da Antena 1 sobre a possibilidade de, em função do momento difícil que o país atravessa, abdicar da sua subvenção vitalícia de ex-titular de cargo público (quando, ainda por cima, é empresário no sector privado), Ângelo Correia afirmou não estar disponível para o fazer, por se tratar de um «direito adquirido» legalmente. 

http://www.youtube.com/v/HLfOhT6GfIg&autoplay=1&rel=0

http://www.youtube.com/watch?v=HLfOhT6GfIg&authuser=0

 
Pelos vistos segundo o próprio, Ângelo Correia é, afinal, um «burlão».
 
 

segunda-feira, agosto 24, 2015

CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Até g​anham aos g​regos que pagam a 17 jardineiros para tratar de 4 árvores

Até ganham aos gregos que pagam a 17 jardineiros para tratar de 4 árvores
CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
UMA POUCA VERGONHA!
PORQUE SENÃO PODEMOS PERGUNTAR, O QUE FAZEM E QUE FUNÇÕES TERÃ0:
156 HISTORIADORES?
104 SOCIÓLOGOS?
101 ASSISTENTE SOCIAIS?
303 JURISTAS?
Haja quem nos acuda!
Câmara Municipal de Lisboa
Desconhecia estes dados mas fico realmente inchado e orgulhoso da nossa Capital.
Quadro de Pessoal. Percebo agora a grandeza desta metrópole, bem demonstrada pelos 2521 Técnicos Superiores, licenciados ou doutorados que trabalham arduamente para o município, e entre eles:
- 330 arquitectos
- 101 assistentes sociais
- 73 psicólogos
- 104 sociólogos
- 146 licenciados em... marketing!!!
- 260 engenheiros civis
- 156 historiadores!!!, que se devem desunhar a trabalhar...
- 303 juristas, cujo serviço se supõe que deve ser dar parecer sobre os pareceres que a CML encomenda aos gabinetes de advocacia privados.
Ah! Carago! Grande cidade esta!
Grande País que alberga tal Câmara no seu Património.
Calculem a inveja dos Holandeses, Alemães, Dinamarqueses, Suíços, Suecos, etc., por não terem esta "vantagem competitiva". Vais ver que é por inveja disto e de coisas similares que estes e os outros europeus não gostam de nos quererem "alimentar" os vícios.

Recebi Via E-mail de L. Ladeira.
Desminta quem souber e quiser.
Ao que julgo, esta situação está generalizada por todo País!!!

sábado, agosto 22, 2015

"O Factor Vara"... (que não tirou a licenciatura ao domingo, mas fez a pós-graduação antes da licenciatura)

"O Factor Vara". .. por Miguel Sousa Tavares (que não tirou a licenciatura ao domingo, mas fez pós-graduação antes da licenciatura)

O Miguel Sousa Tavares, "às vezes", tem razão no que diz e no que escreve.....
 
"O Factor Vara"...  (que não tirou a licenciatura ao domingo, mas fez a pós-graduação antes da licenciatura)
por Miguel Sousa Tavares
 
Toda a 'carreira', se assim lhe podemos chamar, de Armando Vara, é uma história que, quando não possa ser explicada pelo mérito (o que, aparentemente, é regra), tem de ser levada à conta da sorte. Uma sorte extraordinária. Teve a sorte de, ainda bem novo, ter sentido uma irresistível vocação de militante socialista, que para sempre lhe mudaria o destino traçado de humilde empregado bancário da CGD lá na terra. Teve o mérito de ter dedicado vinte anos da sua vida ao exaltante trabalho político no PS, cimentando um currículo de que, todavia, a nação não conhece, em tantos anos de deputado ou dirigente político, acto, ideia ou obra que fique na memória. Culminou tão profícua carreira com o prestigiado cargo de ministro da Administração Interna - em cuja pasta congeminou a genial ideia de transformar as diretorias e as próprias funções do Ministério em Fundações, de direito privado e dinheiros públicos. Um ovo de Colombo que, como seria fácil de prever, conduziria à multiplicação de despesa e de "tachos" a distribuir pela "gente de bem" do costume. Injustamente, a ideia causou escândalo público, motivou a irritação de Jorge Sampaio e forçou Guterres a dispensar os seus dedicados serviços. E assim acabou - "voluntariamente", como diz o próprio - a sua fase de dedicação à causa pública. Emergiu, vinte anos depois, no seu guardado lugar de funcionário da CGD, mas agora promovido por antiguidade ao lugar de director, com a misteriosa pasta da "segurança". E assim se manteve um par de anos, até aparecer também subitamente licenciado em Relações Qualquer Coisa por uma também súbita Universidade, entretanto fechada por ostensiva fraude académica. Poucos dias após a obtenção do "canudo", o agora dr. Armado Vara viu-se promovido - por mérito, certamente, e por nomeação política, inevitavelmente - ao lugar de administrador da CGD: assim nasceu um banqueiro. Mas a sua sorte não acabou aí: ainda não tinha aquecido o lugar no banco público, e rebentava a barraca do BCP, proporcionando ao Governo socialista a extraordinária oportunidade de domesticar o maior banco privado do país, sem sequer ter de o nacionalizar, limitando-se a nomear os seus escolhidos para a administração, em lugar dos desacreditados administradores de "sucesso". A escolha caiu em Santos Ferreira, presidente da CGD, que para lá levou dois homens de confiança sua, entre os quais o sortudo dr. Vara. E, para que o PSD acalmasse a sua fúria, Sócrates deu-lhes a presidência da CGD e assim a meteórica ascensão do dr. Vara na banca nacional acabou por ser assumida com um sorriso e um tom "leve". Podia ter acabado aí a sorte do homem, mas não. E, desta vez, sem que ele tenha sido tido ou achado, por pura sorte, descobriu-se que, mesmo depois de ter saído da CGD, conseguiu ser promovido ao escalão máximo de vencimento, no qual vencerá a sua tão merecida reforma, a seu tempo. Porque, como explicou fonte da "instituição" ao jornal "Público", é prática comum do "grupo" promover todos os seus administradores-quadros ao escalão máximo quando deixam de lá trabalhar. Fico feliz por saber que o banco público, onde os contribuintes injectaram nos últimos seis meses mil milhões de euros para, entre outras coisas, cobrir os riscos do dinheiro emprestado ao sr. comendador Berardo para ele lançar um raide sobre o BCP, onde se pratica actualmente o maior spread no crédito à habitação, tem uma política tão generosa de recompensa aos seus administradores - mesmo que por lá não tenham passado mais do que um par de anos. Ah, se todas as empresas, públicas e privadas, fossem assim, isto seria verdadeiramente o paraíso dos trabalhadores! Eu bem tento sorrir apenas e encarar estas coisas de forma leve. Mas o 'factor Vara' deixa-me vagamente deprimido.
Penso em tantos e tantos jovens com carreiras académicas de mérito e esforço, cujos pais se mataram a trabalhar para lhes pagar estudos e que hoje concorrem a lugares de carteiros nos CTT ou de vendedores porta a porta e, não sei porquê, sinto-me deprimido. Este país não é para todos.
P.S. - Para que as coisas fiquem claras, informo que o sr. (ou dr.) Armando Vara tem a correr contra mim uma acção cível em que me pede 250 000 euros de indemnização por "ofensas ao seu bom nome". Porque, algures, eu disse o seguinte: "Quando entra em cena Armando Vara, fico logo desconfiado por princípio, porque há muitas coisas no passado político dele de que sou altamente crítico". Aparentemente, o queixoso pensa que por "passado político" eu quis insinuar outras coisas, que a sua consciência ou o seu invocado "bom nome" lhe sugerem. Eu sei que o Código Civil diz que todos têm direito ao bom nome e que o bom nome se presume. Mas eu cá continuo a acreditar noutros valores: o bom nome, para mim, não se presume, não se apregoa, não se compra, nem se fabrica em série - ou se tem ou não se tem. O tribunal dirá, mas, até lá e mesmo depois disso, não estou cativo do "bom nome" do sr. Armando Vara. Era o que faltava!
Acabei de confirmar no site e está lá, no site institucional do BCP.
Vejam bem os anos de licenciatura e de pós-graduação!!!!!:
Armando António Martins Vara
Dados pessoais:
Data de nascimento: 27 de Março de 1954   
Naturalidade: Vinhais - Bragança
Nacionalidade: Portuguesa   
Cargo: Vice-Presidente do Conselho de Administração Executivo   
Início de Funções: 16 de Janeiro de 2008
Mandato em Curso: 2008/2010     Formação e experiência Académica
Formação:
2005 - Licenciatura em Relações Internacionais (UNI)
2004 - Pós-Graduação em Gestão Empresarial (ISCTE)
 
http://www.millenniumbcp.pt/pubs/pt/grupobcp/quemsomos/orgaossociais//ar
ticle.jhtml?articleID=217516
 
<http://www.millenniumbcp.pt/pubs/pt/grupobcp/quemsomos/orgaossociais/ar
ticle.jhtml?articleID=217516>
 
Extraordinário... CV de fazer inveja a qualquer gestor de topo, que nunca tenha perdido tempo em tachos e no PS!
Conseguiu tirar uma Pós-graduação ANTES da licenciatura...

Composição "O Pipol e a Escola" Aluno 9º ano das Caldas da Rainha O pipol adorou !

" TAREI A INZAJERAR ? *

 
Composição, Aluno 9º ano das Caldas da Rainha O pipol adorou !
Composição "O Pipol e a Escola"

Se não entenderem à 1ª, tentem uma 2ª vez que está demais!!!!!!!!
Lindo futuro escolar...Geração Phonix+Zonix+vodafnix+Uzix+Tmnix+optimix e outras tantas terminadas em ix...

(Texto verídico retirado de uma prova livre de Língua Portuguesa, realizada por um aluno do 9º ano, na Escola Secundária de Caldas da Rainha, para ler, estarrecer e reflectir...!!!)

REDAXÃO
'O PIPOL E A ESCOLA'

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem
Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver
q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente
motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.

Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto
Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem
um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os
Lesiades''s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas
q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos
profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os
jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a
sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é
q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é
livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço
de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de
xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar
um gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?
 

Pobre País este …Quem te viu e quem te vê !!!!!!!!!!!!!!!!!
Recebi via e-mail de L. Ladeira

quarta-feira, agosto 19, 2015

Lei dos Baldios já tem regulamentação: Decreto-Lei n.º 165/2015

Lei dos Baldios já tem regulamentação: Decreto-Lei n.º 165/2015 Leia mais: http://economiafinancas.com/2015/lei-dos-baldios-ja-tem-regulamentacao-decreto-lei-n-o-1652015/#ixzz3jG06bru4 Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike Follow us: @EcoFint on Twitter | economiafinancas on Facebook


No dia 16 de setembro de 2015 entra em vigor o Decreto-Lei n.º 165/2015  que procede à regulamentação da Lei dos Baldios, aprovada pela Lei n.º 68/93, de 4 de setembro.
Eis os pontos essenciais destacados pelo legislador no preâmbulo do referido decreto – com sublinhados nossos:
“O presente decreto -lei procede, em primeiro lugar, à regulamentação da Lei dos Baldios, em matéria dos equipamentos comunitários, da aplicação das receitas dos baldios, da transferência da administração do baldio em regime de associação e da compensação devida no termo daquela administração, e ainda da identificação e extinção do baldio por ausência de uso, fruição e administração.
Na regulamentação dos equipamentos comunitários, o presente decreto -lei assegura a sua utilização conforme os costumes das comunidades locais a que pertencem e a igualdade de gozo e de exercício dos direitos de uso e fruição.
No plano das receitas dos baldios, o presente decreto-lei clarifica a autonomia dos compartes nas decisões das respetivas comunidades quanto à sua aplicação, salvaguardando-se o respeito pelo plano de utilização do baldio, pelos usos e costumes locais e pelo cumprimento das obrigações legais, nomeadamente as relacionadas com a defesa da floresta contra agentes bióticos e abióticos.
Por outro lado, uma vez que a Lei dos Baldios, alterada pela Lei n.º 72/2014, de 2 de setembro, vem reforçar as medidas destinadas à efetiva devolução dos baldios que ainda se encontram a ser administrados em regime de associação entre os compartes e o Estado, o presente decreto -lei regulamenta a formalização da transferência para os compartes da administração do baldio em regime de associação e da compensação devida no termo daquela administração.
A importância que a gestão ativa dos baldios também assume para contrariar os riscos associados, nomeadamente de incêndio florestal, justifica que a Lei n.º 72/2014, de 2 de setembro, tenha previsto a intervenção supletiva das juntas de freguesia enquanto os respetivos compartes não regressam ao seu uso e fruição ou quando eles renunciam à sua utilização e aproveitamento ao longo de 15 ou mais anos, abreviadamente designados baldios em situação de não uso. Para concretização desta medida é também regulamentado o processo de identificação dos baldios em situação de não uso, que garante, com total transparência e vasta publicitação, a reversão dessa situação, tanto no caso de os compartes deliberarem regressar ao uso e normal fruição dos seus baldios, como quando sobrevier outra situação que deva pôr termo àquela identificação.
O presente decreto-lei vem ainda reservar à competência dos tribunais comuns a declaração de extinção de baldios, quer nas situações de não uso, ao longo de mais de 15 anos, quer nas situações dos baldios que ainda se mantêm em regime de administração transitória a que se referem os artigos 34.º e 36.º da Lei dos Baldios.
Em segundo lugar, o presente decreto-lei estabelece um dever de comunicação que permitirá dar o destino às verbas até agora cativas, resultantes de processos vários relacionados no passado com situações de expropriação de áreas de baldio ou de incerteza em relação à titularidade das suas receitas.”

sábado, agosto 15, 2015

Viseu Hospital CUF em 2016

Lançamento do Hospital CUF Viseu
A José de Mello Saúde apresentou no passado dia 12 de Dezembro, o projecto de lançamento do Hospital CUF Viseu, com abertura prevista para o 1º semestre de 2016.
O Hospital CUF Viseu, que será uma parceria com o Grupo Visabeira, garantirá, no futuro próximo, o acesso a serviços de saúde de excelência por parte dos viseenses e de todos quantos habitam os 24 concelhos do distrito. O Hospital pretende posicionar-se como um centro de referência na região, inovando pela oferta integrada em cuidados de saúde e vai disponibilizar cerca de 11 especialidades médicas e cirúrgicas, bem como os principais meios complementares de diagnóstico e exames da especialidade em várias áreas. Vai dispor de 25 camas para internamento, Bloco Cirúrgico e uma Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente (UCIP) com seis camas, distinguindo-se ainda pelo serviço de Atendimento Permanente.
Localizada na zona do Palácio do Gelo Shopping, esta unidade hospitalar tem arranque das obras previsto para Março do próximo ano e prevê criar 120 novos postos de trabalho.
O lançamento deste projecto enquadra-se na estratégia da José de Mello Saúde de expansão no território nacional, fazendo chegar a áreas geográficas ainda não cobertas a experiência e qualidade clínica das suas unidades.

Principais Características do Hospital:
Internamento
  • 25 camas distribuídas por quartos individuais e quartos duplos;
  • Bloco Cirúrgico Central com 3 salas;
  • Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente (UCIP) com 6 camas.

Ambulatório
  • Hospital geral com todas as especialidades médicas e cirúrgicas;
  • 35 gabinetes de consultas de especialidade;
  • Meios de Diagnóstico: Raio-X, Ecografia, Mamografia, TC-Tomografia Computorizada, Ressonância Magnética;
  • Exames de Especialidade: Cardiologia, Urologia, Ginecologia/Obstetrícia, Otorrinolaringologia, Oftalmologia, Neurologia, Anatomia Patológica, Gastrenterologia, Patologia Clínica e Pneumologia.

quinta-feira, agosto 06, 2015

Existirá diferença entre “COMPLETO” e “ACABADO”?

EXISTE DIFERENÇA ENTRE "COMPLETO" E "ACABADO" ?

Existirá diferença entre “COMPLETO” e “ACABADO”?
Há uma diferença, sim!
Nenhum dicionário da língua portuguesa consegue explicar adequadamente a diferença entre estas duas palavras.
Durante uma recente competição linguística em Lisboa, supostamente frequentada pelos melhores do mundo, Samdar Balgobin, um homem da Guiana, foi o vencedor convincente e foi ovacionado por mais de 5 minutos.

A pergunta final foi a seguinte:
Como explicar a diferença entre COMPLETO e ACABADO de maneira fácil de entender?
Há pessoas que afirmam NÃO existir nenhuma diferença entreCOMPLETO e ACABADO.

Segue a sua resposta inteligentíssima:
Ao casar com a mulher certa, você está COMPLETO.
Ao casar com a mulher errada você está ACABADO.
E quando a mulher certa te apanha junto com a mulher errada, você está
ACABADO por COMPLETO!

segunda-feira, julho 13, 2015

Panteão, coitado foi para lá...

Coitado, foi para o Panteão...por Carlos de Matos Gomes

"As sociedades necessitam de símbolos para representarem os seus valores. A arquitectura, a estatuária, a pintura, a arte em geral também cumprem esse papel de dar forma e local de culto ao que uma sociedade considera ser a sua essência, aquilo que pode ser designado pela sua alma.

Em África, por exemplo, certas culturas têm as suas árvores sagradas. Na Guiné, na Senegâmbia, chamam-lhes Irã. É ali que repousam os espíritos dos antepassados e ali que eles podem ser chamados a pronunciar-se sobre o presente e a transmitir aos atuais a sabedoria que recolheram da vida, a aconselhar, a julgar.

Os panteões começaram por ser os locais de reunião dos vários deuses de uma dada região e de uma dada cultura, ou civilização. Foram um primeiro passo para o monoteísmo. Ali se reuniam todos os veneráveis, num único lugar. Diferiam dos templos porque, ao contrário destes, não tinham altar, não eram lugar de sacrifício, nem de oferendas, apenas de veneração, de unanimidade sobre um certo modo de viver, que aqueles seres divinizados representavam.

Os modernos panteões retomaram esse espirito numa vertente laica e republicana. Pretenderam reunir aqueles que uma dada nação considerava como os seus faróis, aqueles que foram orientando a sociedade e dotando-a de uma identidade. Aqueles que foram capazes de decantar a essência do seu povo.

A ideia de reunir esses símbolos é em si mesmo louvável. Mas é necessário deixar que o tempo faça o seu trabalho, limpando o efémero. É necessário envelhecer bem para merecer o Panteão. Um panteão não é uma caderneta de cromos com os bonecos dos futebolistas que jogaram nesse anos na primeira divisão.

Vem isto a propósito da nova moda dos panteonáveis. Tenho a minha opinião sobre os que lá estão, os da primeira vaga e os da segunda, mas não é sobre um referendo a propósito de inclusões ou exclusões que me parece saudável discutir, mas sobre o conceito de “ir para o panteão”. O ir para o panteão, já, como se ouviu após a morte de Eusébio e agora com a morte de Manuel de Oliveira é o correspondente ao sanctus súbitoda Igreja Católica, que deu por vezes péssimos exemplares de santos. O outro perigo é o de transformar o Panteão numa montra dos famosos da época, de amigos de um dado regime. Ou num local da moda. Num cemitério de personalidades – um PéreLachaise no Campo de Santa Clara, na antiga igreja de Santa Engrácia- em vez de ser uma fonte, uma árvore numa floresta sagrada.

É evidente que todas as personalidades ultimamente panteonadas são ilustres, a questão não é essa, é a de a sociedade portuguesa entender que o Panteão passou a ser o jazigo dos ilustres. Isto é, se o Panteão português passou a ter outra finalidade. É que, se o Panteão passou a ser o cemitério do PéreLachaise de Portugal convém desimpedir o campo à volta de modo a albergar a vaga de famosos que mais cedo ou mais tarde falecerão e que terão tanto direito como outros a ali figurar, lembro, sem nenhum desejo de lhes apressar o fim, longe vá o agoiro, atletas como Carlos Lopes, Rosa Mota, Joaquim Agostinho, atores e actrizes como Rui de Carvalho, ou Eunice Munõz, ou Maria de Medeiros, filósofos como Eduardo Lourenço, músicos como Chaínho, pintores como Pomar, escritores como Agustina e pergunto onde estarão, entre outros, o Zeca Afonso, ou Agostinho da Silva, ou Saramago, ou Eugénio de Andrade, ou Natália Correia, ou Amadeo de Souza Cardoso, administradores como Azeredo Perdição, ou engenheiros de grandes obras como Edgar Cardoso, enfim a lista podia continuar com os acrescentos e exclusões de cada um, se a ideia for panteonar os nossos ilustres concidadãos e não aqueles que dirão aos nossos descendentes onde devem lançar a âncora, aqui e não ali, as boas épocas para viajar, ou de ficar em casa, as de correr ou as de andar, as de lutar ou as de negociar…

No romance Para Sempre, Vergílio Ferreira (aí está outro panteonável) coloca vários escritores de várias épocas a comentarem as vicissitudes de história numa imaginária biblioteca. Eu vejo o Panteão como a biblioteca do Para Sempre, com os ilustres que lá se encontram a reflectirem sobre Portugal, sobre os portugueses, sobre o que somos, sobre o nosso futuro e a deixarem-nos ouvi-los. Eu, por exemplo, de todos os ilustres lá imortalizados, o que me parece ter dado a melhor resposta às perguntas que eu lhe faria sobre o que de mais importante devíamos fazer para vivermos melhor e sermos melhores, sobre a causa da nossa pobre situação foi João de Deus: aprendam a ler! E deixou-nos uma cartilha! Inteligente e eficaz. Um caso raro.

Para já, o que oiço dos que andam cá por fora é: coitado, lá vai mais um para o panteão. Ou a nova versão da frase de Almeida Garrett: Foge cão que te mandam para o panteão! O que não honra o Panteão, nem quem lá está, nem quem lá deverá estar…

O populismo é sempre mau conselheiro e, como diz o povo, cadelas apressadas parem cães cegos. Ainda corremos o risco de lá irem parar o Alves dos Reis e o Ricardo Espírito Santo, os maiores fazedores de dinheiro falso…"

segunda-feira, junho 08, 2015

20 Dicas Para Manter Um Corpo de Arrasar

20 Dicas Para Manter Um Corpo de Arrasar Neste Verao

O Verão está aí, não deixe para a última e comece já a preparar o Seu corpo para o verão para arrasar na praia, na cidade ou seja lá onde for :-D

1. Comece a preparar a pele para o sol. Faça esfoliação para retirar as células mortas e conseguir um bronzeado uniforme. Dê atenção especial aos joelhos e cotovelos, que tendem a ficar mais escuros.

2. Não deixe a depilação para a última hora, especialmente se usar cera. O processo deixa a pele mais propensa a queimaduras e manchas.

3. Filtro solar é obrigatório o dia todo! E no mínimo com FPS 30.

4. Aplique o bloqueador de 20 a 30 minutos antes de se expor ao sol e reaplique a loção a cada duas horas ou sempre que sair da água.

5. Não tente conseguir a cor do verão no primeiro dia. O bronzeado só começa a aparecer de 48 a 72 horas após a primeira exposição solar. Exagerar só faz mal.

6. Entre as 10 e 16 horas os raios que causam queimaduras solares aumentam. Portanto, nesse horário, fuja do sol.

7. Não quer chegar sem cor na praia? Invista nos autobronzeadores. Eles não causam mal algum à saúde, mas não protegem a pele dos raios solares. Use filtro.

8. Cenoura, mamão e abóbora são alguns alimentos ricos em carotenóide – substância que reforça o bronzeado. Consuma-os duas semanas antes de encarar o sol.

9. Mantenha seu corpo hidratado. Beba água, sucos naturais, chás e água de coco à vontade. 10.I n clua também na sua dieta alimentos leves e com alta concentração de água como melancia, melão, tomate e pepino.

11.O melhor momento para aplicar hidratante no corpo é três minutos após o banho, quando o produto penetra mais.

12. Body splash é tudo de bom. Por possuir uma pequena dosagem de essência pode ser aplicado várias vezes ao dia.

13. Queimou demais? Compressas frias com chá de camomila fraco podem ajudar a diminuir a dor e a sensação de calor.

14. O cloro e a água do mar mudam a cor do esmalte. Se não quiser ficar com as unhas amareladas, prefira os tons beges ou base em vez dos branquinhos.

15. Aproveite o clima e o sol pra mexer o corpo! Divirta-se e, de quebra, perca algumas calorias. Uma hora de bicicleta significa menos 530 calorias; uma hora de caminhada rápida elimina 300 calorias e em uma horinha de frescobol, você joga fora 780 calorias!

16. Evite banhos muito demorados e prefira os sabonetes com glicerina, que não ressecam a pele.

17. Fique de olho na validade do filtro solar. Depois de vencidos esses produtos não garantem a proteção prometida.

18. Faça o pé no mínimo três dias antes de ir pra praia. Unhas sem cutícula e pés lixados são a festa para fungos, vírus e bactérias.

19. Caso esteja fazendo tratamento para acne com ácidos, suspenda o uso durante a temporada de praia e piscina. Eles deixam a pele mais sensível e exposta a queimaduras.

20. Não se esqueça dos óculos escuros com proteção ultravioleta. Além de deixarem você gata, protegem os olhos e as pálpebras.

Fonte do Artigo: http://atrevida.uol.com.br/beleza/meu-corpo/20-dicas-de-verao-para-deixar-seu-corpo-em-cima/181#

quarta-feira, junho 03, 2015

Os prisioneiros, em Portugal, têm muito melhores condições de vida do que os velhotes aprisionados nos Lares de 3.ª Idade...






Estava esta manhã sentado ao lado de um sem abrigo, quando ele me disse:
- A semana passada, ainda tinha tudo! Um cozinheiro para as refeições, o meu quarto estava limpo, as minhas roupas lavadas e passadas, tinha um tecto sobre a cabeça,TV, Internet, ia à Sala de Desportos, à Piscina, à Biblioteca, podia ainda Estudar...
Perguntei-lhe: - O que é que se passou ? Droga ? Álcool ? Mulheres ? Jogo ?
- Não, não... saí da prisão !
Os prisioneiros, em Portugal, têm muito melhores condições de vida do que os velhotes aprisionados nos Lares de 3.ª Idade...
Recebi via e-mail de Arg. Cordeiro

VERGONHA - INDECOROSO

UMA VERGONHA
 INDECOROSO
Especialmente dedicada ao "sr ministro" Poiares  Maduro pelas suas "brilhantes" declarações proferidas em 05/02/2014, acerca da sustentabilidade das reformas... Mas também para todos os demais do PS, PSD/PPD, CDS, PCP, BE ....  
VERGONHA é comparar a Reforma de um Deputado com a de uma Viúva.
VERGONHA é um Cidadão ter que descontar 35 anos para receber Reforma e aos Deputados bastarem somente 3 ou 6 anos conforme o caso e que aos membros do Governo para cobrar a Pensão Máxima só precisam do Juramento de Posse.
VERGONHA é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que estão Isentos de 1/3 do seu salário em IRS.
VERGONHA é pôr na Administração milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários que desejariam os Técnicos Mais Qualificados.
VERGONHA é a enorme quantidade de Dinheiro destinado a apoiar os Partidos, aprovados pelos mesmos Políticos que vivem deles.
VERGONHA é que a um Político não se exija a mínima prova de Capacidade para exercer o Cargo (e não falamos em Intelectual ou Cultural).
VERGONHA é o custo que representa para os Contribuintes a sua Comida, Carros Oficiais, Motoristas, Viagens (sempre em 1ª Classe), Cartões de Crédito.
VERGONHA é que s. exas. tenham quase 5 meses de Férias ao Ano (48 dias no Natal, uns 17 na Semana Santa mesmo que muitos se declarem não religiosos, e uns 82 dias no Verão).
VERGONHA é s. exas. quando cessam um Cargo manterem 80% do Salário durante 18 meses.
VERGONHA é que ex-Ministros, ex-Secretários de Estado e Altos Cargos da Política quando cessam são os únicos Cidadãos deste País que podem legalmente acumular 2 Salários do Erário Público.
VERGONHA é que se utilizem os Meios de Comunicação Social para transmitir à Sociedade que os Funcionários só representam encargos para os Bolsos dos Contribuintes.
VERGONHA é ter Residência em Sintra e Cobrar Ajudas de Custo pela deslocação à Capital porque dizem viver em outra Cidade.
Esta deveria ser uma dessas correntes que não deveriam romper-se pois só nós podemos remediar TUDO ISTO.
(...)
ALÉM DISSO, SERÁ UMA VERGONHA SE NÃO REENVIAREM!
Recebi via e-mail de: N. Rocha