sexta-feira, novembro 23, 2012

APRE Associação Reunião com 10.º Comissão da Assembleia da República [Segurança Social e Trabalho]



Assunto: Reunião com 10.º Comissão da Assembleia da República [Segurança Social e Trabalho]

Data da reunião: 21.11.2012

Presenças:
Senhor Deputado José Manuel Canavarro (Presidente da 10.º Comissão
Carlos Frade (APRe!) em representação da Senhora Coordenadora Dr.ª Maria do Rosário
Sr. Victor Ferreira (APRe!)
Dr. Victor Lima  (APRe!)

Temas tratados:
i)             Apresentação da APRe!; e,
ii)            Manifestação de grande preocupação quanto á redução de direitos dos aposentados e pensionista consagrados na proposta de Orçamento do Estado para 2013.

Antes de entrar nos temas tratados devemos sublinhar que fomos calorosamente recebidos pelo Senhor Presidente da Comissão, Doutor José Manuel Canavarro, doravante designado por Presidente.

Tema i)

Fizemos a resenha histórica da Associação, desde a primeira reunião em Coimbra até á próxima reunião para aprovação dos Estatutos. O Sr. Presidente deu sinais de conhecer, em pormenor, o movimento e os principais mentores do mesmo, uma vez que é de Coimbra.

Tema ii)

Este foi o tema que motivou o pedido de reunião a que houve lugar e cujo foco se centrou no sacrifício de cerca de 14% do rendimento das pensões em 2012, a que segue, em 2013, um perda de rendimento das pensões em 6,3% decorrente da redução de 90% de um dos subsídios, mais 7,3%, em termos médios, decorrentes da taxa de solidariedade, a que acresce a «enorme» carga fiscal agora agravada para a generalidade dos contribuintes.

Atentos ás reuniões já realizadas pela Apre! Permitiu-nos transmitir o sentimento de «revolta» dos Associados e das consequências económicas e financeiras para as suas vidas que tais medidas orçamentais acarretam.

Para além dos aspectos económicos, acrescentámos que a nossa leitura da Constituição leva-nos a concluir que essas medidas orçamentais não só violam normas constitucionais fundamentais, como o princípio da confiança e segurança económica, como contrariam o espírito e a letra da Constituição que determina um conjunto de apoios aos idosos, como o direito á dignidade e á qualidade de vida.

Todas as nossas razões foram escutadas, de modo a ficarmos com a percepção de que tinham sido compreendidas. Não foram contraditadas por parte do Sr. Presidente, tomou algumas notas e, nesta fase apenas manifestou solidariedade para com os objectivos da Associação.

Depois acrescentámos que iríamos fazer tudo o que estivesse ao nosso alcance para demover as entidades oficiais intervenientes, incluindo o Sr. Presidente da República, no sentido de não promulgar o OE_2013 conforme a proposta que está na Assembleia da República. No caso dessa proposta ser promulgada iremos fazer tudo junto dos Tribunais competentes, incluindo o recurso aos Tribunais europeus.

Mais uma vez a nossa posição não foi contraditada, foi compreendida e apenas nos foi sugerido que em 2013 voltássemos a falar (a Associação) ou até, por intermédio da Comissão, promovermos um seminário para discutirmos o estado social e dentro dele o tema das pensões e das reformas.

Lateralmente, ainda houve tempo para se abordarem, muito ligeiramente, alguns aspectos técnicos, mas logo se percebeu que não era oportuno.

Ao terminar agradecemos a recepção e lamentámos o factos dos partidos não terem considerado prioritária a nossa presença, ao que fomos informados que estava a decorrer, á mesmas hora, outra reunião da Comissão, sobre outro assunto.

Lisboa, 21 de Novembro de 2012

Carlos Frade

APRE Associação reunião de Lisboa na opinião António Munoz



A reunião de Lisboa na opinião António Munoz :

Tendo recebido ontem o resumo da reunião de Lisboa, algo incompleto, cumpre-me completar/salientar/recordar ,dessa Reunião :
Houve várias POSIÇÔES diferentes , todas legítimas, a saber:
1-Posições mais Políticas:
1-1: Queremos conhecer melhor a História da falência da Segurança Social e de como chegámos a esta BANCA-ROTA, de como chegámos a esta situação impossível, em que "não há dinheiro" para pagar aos reformados; (creio que haverá que criar um grupo de trabalho para tal);com efeito esta questão é ESSENCIAL, para MOBILIZAR  as pessoas,da APRE ;

1-2: Queremos saber , como há dinheiro "para tudo",( foram dados exemplos vários)  e como "não há para nós", e que esta é uma questão de boa gestão; (foi citada a questão da "expropriação" dos fundo de pensão dos bancários );
1-3: Queremos ser PARCEIROS SOCIAS ( pertencer ao CES, Cons.Econ.e Social) ;

1-4 : A APRE deve ser INDEPENDENTE de sindicatos , de partidos....e de outras associações similares existentes, que não fazem nada ( foi referido que há dúzias destas associações...) sendo que uma APRE, independente e actuante é uma inovação que há muito faltava !;

2- Posições mais Individuais  :

    "Queremos o nosso dinheiro de volta" . Nós somos todos credores do Estado e não o inverso ( somos todos credores da Troika, não o inverso); O Estado é que desbaratou o dinheiro das nossas reformas ; 
Há imensas pessoas á espera da reforma, que não a podem ter  (há dois anos....porque a SS está falida...) ;   
3- Posições mais jurídicas:
   Vamos actuar numa PROVIDÊNCIA CAUTELAR, antes que os nossos CORTES, previstos no OE 2013 ,sejam aprovados (!) ;
4- Posições mais Humanistas :
  
Há muitos reformados excluídos a quem a mensagem da APRE não chega, por que não têm Internet, Telemóvel (etc), é preciso chegar a todos . Como ? Através da criação de grupos a nível local, de comissões de moradores, das Juntas de Freguesia...etc
Que estes reformados, aqui de Lisboa, presentes nesta Reunião,não sejam os reformados mais "ricos", que todos estejam incluídos ( foi dito )- 

segunda-feira, novembro 19, 2012

APRe Associação Reunião de Lx

Reunião de Lisboa

De acordo com várias opiniões que nos chegaram e com a nossa própria opinião a reunião de Lisboa correu muito bem. Estiveram presentes cerca de 400 pessoas e houve várias intervenções com algumas denúncias da situação em que o O.E. para 2013 nos vai colocar, mas também sugestões, algumas das quais também já havíamos pensado. Aproveito a síntese que a nossa  Amiga Maria Viegas colocou no facebook e que traduz o que se passou na reunião:

Estive na reunião de Lisboa. Foi muito bem conduzida. Foi feito o histórico do aparecimento da APRe! e apresentadas as próximas diligências da Comissão. O auditório estava cheio, mais de 400 pessoas extremamente interessadas e participativas. 
Houve muitas intervenções e foram apresentadas propostas interessantes, algumas bem aplaudidas pelos presentes.
Apareceram alguns voluntários para a constituição de núcleos locais da APRe! 
Foi colocada a tónica no dinheiro descontado ao longo das nossas carreiras contributivas e depositado no Estado, supostamente pessoa de bem, o que nos torna credores do mesmo, mais do que as instâncias internacionais.
Ficou expressa a vontade de desencadear os mecanismos necessários à correcção do desvio financeiro, tanto a nível nacional como internacional. 
Foi mencionado o interesse de contactar idênticos organismos a nível europeu e de arranjar formas de divulgação da APRe! junto de quem não acede à net. 
Fiz um ponto rápido do que foi a reunião.
Obrigada a todos.
Maria Viegas

Para ver as fotos da reunião de Lisboa pode descarregá-las neste link: http://wtrns.fr/5PU17LcvL66G0N
Já foram contactados alguns advogados, associados da APRE! para nos darem esclarecimentos sobre como podemos avançar com as providências cautelares. Aguardamos resposta.
Relembro que para a Assembleia Geral Constituinte da APRE! a realizar no dia 1 de Dezembro, em Coimbra, só podem votar os associados cujas inscrições tenham sido feitas até ao dia 24 de Novembro.
O voto é presencial
A Coordenadora da Pró-Associação
Maria do Rosário Gama

sábado, novembro 17, 2012

APRe Associação Resposta a Miguel S Tavares

Adenda às Notícias APRe!

O jornal Expresso publicou hoje a resposta da APRE! ao artigo de Miguel Sousa Tavares e que passo a transcrever:

Em nome da Pró-Associação APRe! – Aposentados, Pensionistas e Reformados, solicito a V. Exª o direito de resposta relativamente ao conteúdo do artigo de opinião de Miguel Sousa Tavares no Expresso, no sábado, dia 10 de Novembro:

Pelo teor do artigo de opinião “Contra Argumentos Não Há Factos”, Miguel Sousa Tavares demonstra ignorância na  matéria respeitante aos descontos para Segurança Social, Caixa Geral de Aposentações, entre outros, pois desconhece as percentagens que servem de cálculo ás contribuições bem como desconhece que os dinheiros descontados foram entregues às instituições não apenas para serem armazenados, mas  para serem aplicados em investimentos seguros ao longo dos anos. Em termos de matemática, o jornalista apenas sabe fazer um cálculo ou seja: 40 a dividir por 10 tem como resultado 4, o que faz supor que só teria direito a 4 anos de reforma. Muito pouco, para quem quer escrever sobre reformas ou reformados.
Esquece aquele mesmo articulista que o desconto da trabalhadora com que enceta o diálogo no texto de opinião, esteve durante 40 anos entregue às competentes Instituições, sem qualquer retribuição, rendendo juros!!!
Os reformados, mesmo depois de deixarem a vida activa, ainda pagam  impostos, tais como “IRS, IVA, IMI, IA  etc.”. que servem para o estado suportar, entre outras, despesas com a saúde, como medicamentos, internamentos, etc.. situação omitida na sua crónica.
Lembramos ao Dr. MST que as reformas/pensões são um direito de quem descontou ao longo de uma vida e que quando é fixado o seu montante encerra-se um contrato que não pode ser alterado unilateralmente.
Os reformados são o patamar final de quem já muito trabalhou para a riqueza do país. Os que hoje pensam como MST, amanhã também farão parte desta condição.
A Coordenadora da Pró-Associação
Maria do Rosário Gama

quarta-feira, novembro 14, 2012

orégãos conduzem as células do cancro da próstata ao 'suicídio

Amigos! toca a comer orégãos...
 
Uma erva aromática demonstrou um efeito desconhecido no cancro da
próstata. Um estudo conduzido nos EUA demonstrou que os orégãos levam
as células cancerígenas ao 'suicídio'. Estará a cura contra este tumor
no topo de uma pizza?
 
Um estudo conduzido na Long Island University (LIU), nos EUA,
confirmou que os orégãos conduzem as células do cancro da próstata ao
'suicídio', abrindo a porta ao desenvolvimento duma terapia contra
este tumor. A descoberta seguiu-se a outras investigações que já
tinham demonstrado que as pizzas ajudam a reduzir as hipóteses de
contrair cancro, efeito que era atribuído a uma substância no molho de
tomate. No caso dos orégãos, a substância que provoca o 'suicídio
celular' é o carvacrol.
 
A equipa liderada por Supriya Bavadekar, professora de farmacologia,
tem realizado testes em células cancerígenas e os resultados
evidenciam a potencialidade desta erva aromática ser transformada na
base dum fármaco anticancerígeno. "Sabemos que os orégãos possuem
propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias, mas os seus efeitos
nas células cancerígenas podem dar-lhe uma utilidade completamente
nova", explicou Supriya Bavadekar, cuja equipa procura agora
compreender o processo como o carvacrol actua sobre as células
afectadas.
 
O facto da substância se encontrar numa erva aromática leva ainda os
investigadores a anteciparem uma rápida e eficaz absorção por parte do
organismo: "uma grande vantagem é que os orégãos são muito usados para
temperar a comida e são reconhecidos como seguros nos EUA. Portanto,
esperamos que esse facto possa diminuir o risco de efeitos tóxicos
graves".
 
Se o estudo continuar a produzir bons resultados, esta super
especiaria pode representar uma terapia muito promissora para quem
sofre de cancro na próstata, complementou a professora da LIU, durante
a apresentação da investigação na Experimental Biology 2012.

domingo, novembro 11, 2012

Incentivo à exigência de fatura

Assunto: Incentivo à exigência de fatura

A partir de 1 de janeiro de 2013 será obrigatória a emissão de fatura por todas as vendas de bens e serviços mesmo quando os particulares não a exijam.

Quando é emitida fatura, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) garante o controlo e a cobrança do IVA correspondente. Se a fatura não for emitida esse controlo é impossível.

Se todos exigirmos fatura em todas as aquisições que efetuamos conseguiremos:

• Aumentar a riqueza conhecida que Portugal produz (PIB);

• Aumentar as receitas fiscais, sem pagarmos mais impostos;

• Aumentar a equidade e justiça entre todos os contribuintes portugueses;

• Diminuir o défice orçamental e criar condições para uma redução futura da carga fiscal;

• Criar melhores condições para que o nosso país possa ultrapassar com rapidez a fase díficil em que se encontra.

Quando não exigimos fatura contribuímos para:

• Aumentar a evasão fiscal e enriquecer ilicitamente aqueles que não pagam impostos;

• Diminuir a receita fiscal, que é uma riqueza de todos os portugueses;

• Prejudicar com mais impostos os contribuintes cumpridores.

O seu papel é decisivo. Exigir fatura não tem custos. É um direito e um dever de todos. E todos ganhamos. Portugal e cada um de nós.

Em breve receberá mais informação acerca dos benefícios fiscais (até 250 euros) que serão proporcionados a quem exige fatura.

Com os melhores cumprimentos.
O Diretor-Geral,
José António de Azevedo Pereira

sábado, novembro 10, 2012

Professores do 1º Ciclo e dos Educadores de Infância APOSENTAÇÃO









 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PROFESORES

Exma. Senhora
Presidente da Assembleia da República
Exmos. Senhores
Primeiro-Ministro
Ministro da Educação e Ciência
Ministro das Finanças
Presidente da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura
Presidentes dos Grupos Parlamentares

Braga, 30.10.2012

Assunto: Aposentação dos Professores do 1º Ciclo e dos Educadores de Infância

Excelências,
Encontra-se previsto na Proposta de Lei relativa ao Orçamento de Estado para o ano de 2013, com a referência PL 496/2012 de 2012.10.10, ora submetido à Assembleia da República para discussão e aprovação, vide o seu artigo 79º, nomeadamente, o seguinte:
“1 - A idade de aposentação e o tempo de serviço estabelecidos no n.º 1 do artigo 37.º do Estatuto da Aposentação passam a ser de 65 anos e de 15 anos, respetivamente.
2 - São revogadas todas as disposições legais e regulamentares que contrariem o disposto na presente lei e as que estabeleçam regimes transitórios de passagem à aposentação, reforma, reserva, pré-aposentação e disponibilidade a subscritores da CGA, I.P., que, em 31 de dezembro de 2005, ainda não reuniam condições para passar a essas situações, designadamente:
h) O artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 229/2005, de 29 de dezembro, alterado pela Lei n.º 77/2009, de 13 de agosto, e pelo Decreto-Lei n.º 287/2009, de 8 de outubro, bem como os anexos I a VIII daquele decreto-lei;
j) A Lei n.º 77/2009, de 13 de agosto.
4 - O regime fixado no presente artigo tem natureza imperativa, prevalecendo sobre quaisquer outras normas, especiais ou excecionais, em contrário e sobre instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho e contratos de trabalho, não podendo ser afastado ou modificado pelos mesmos.
5 - O disposto no presente artigo produz efeitos a partir da data da entrada em vigor da presente lei”.
Esta disposição que ora se pretende seja objeto de aprovação, em sede do Orçamento de Estado para o ano de 2013, com o devido respeito, configura-se como profundamente injusta, porquanto estes docentes, atendendo à especificidade das suas funções profissionais, prestam e, sempre prestaram, um maior número de horas na sua componente letiva (25), comparativamente aos restantes professores dos 2º e 3º ciclo do ensino básico e secundário (22).
Para minorar a situação destes docentes, foi criada legislação específica em termos de aposentação, nomeadamente, o Decreto-Lei 229/05 de 29 de Dezembro, que instituiu um regime transitório para os monodocentes e, a Lei nº 77/2009 de 13 de Agosto, que por sua vez instituiu um regime especial de aposentação para educadores de infância e professores do 1º ciclo do ensino básico, em regime de monodocência, que concluíram o curso do Magistério Primário e de Educação de Infância em 1975 e
1976.
Na verdade, estes dois diplomas, a Lei nº 77/2009 e o Decreto-Lei nº 229/05, na sua génese apenas pretendem compensar aqueles que, de acordo com as suas funções dedicaram um maior número de horas letivas na docência, estando assim sujeitos a um maior desgaste no exercício das suas funções, também porque lidam com crianças, comparativamente a todos os restantes docentes.
Ademais, ao contrário dos outros docentes o próprio Estatuto da Carreira Docente em todas as suas redações, nunca previu, nem prevê atualmente, qualquer redução da componente letiva dos professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e dos Educadores de Infância.
Deste modo, é da mais elementar justiça que se conceda a aposentação completa a este grupo de docentes, cujo número será reduzido, e, consequentemente não sejam objeto de revogação o artigo 5º do Decreto-Lei 229/05 de 29 de Dezembro, assim como a Lei nº 7/2009 de 13 de Agosto, mantendo-se os seus exatos termos.
Por outro lado mesmo que V. Exas. entendam, face ao Programa de Assistência Económica e Financeira em vigor (PAEF), que devam ser adotadas medidas especiais nestes regimes de aposentação, sugerimos que, numa última ratio, os diplomas em equação e as suas disposições sejam suspensas, apenas e só, até ao final do ano de 2014, data em que o redito Programa terminará.

Com elevada estima e consideração,

A Presidente da Direção Nacional da Associação Nacional de Professores
(Dr.ª Paula Figueiras Carqueja)



Declarada de Utilidade Pública – D.R. n.º 228, II Série, de 03/10/1991
RUA S. VICENTE, n.º 37–4710–312 BRAGA–Tel. 253209590–Fax. 253209599–Tlm: 961333051–e-mail: geral@anprofessores.pt

quinta-feira, novembro 08, 2012

A APRe na Assembleia da República



A APRe na Assembleia da República
No dia 7 de Novembro, pelas 15H00 a 5ª Comissão da AR (COFAP) – Comissão do Orçamento, Finanças e Administração Pública, recebeu uma delegação da APRE! constituída por seis elementos, sendo três de Coimbra (António Rocha, Fernando Martins e Rosário Gama), dois de Lisboa (António Serzedelo e Teresa Rio Carvalho) e uma do Porto (Eduarda Neves).
Foram expostos os motivos do nosso pedido de audiência, deixando bem claro que a APRe! repudia as medidas do Orçamento de Estado para 2013, atentatórias dos mais elementares direitos doa Aposentados, Pensionistas e Reformados, no que se refere aos cortes previstos – 90% do subsídio de férias, a designada “taxa de solidariedade” ou “contribuição extraordinária de solidariedade” a que acresce um brutal aumento de impostos, resultante da aplicação da sobretaxa de 4% e dos novos escalões do IRS, além dos outros como, por exemplo, o IMI.
Foi ainda afirmado que a Associação pretende lutar pelos direitos dos seus associados estimulando o recurso aos tribunais, até às últimas instâncias, caso as medidas gravosas para este grupo social sejam aprovadas.
Um dos deputados presentes afirmou-se solidário com as posições da APRe! tendo informado que, caso o orçamento seja aprovado, um grupo de deputados irá pedir a fiscalização sucessiva da lei junto do Tribunal Constitucional. Uma outra deputada afirmou-se solidária mas, contextualizando a situação do país, referiu que no momento actual se impõe o recurso às medidas propostas para o orçamento de 2013.
O Presidente, em exercício, comunicou que iria ser divulgada, junto dos parlamentares, uma síntese da reunião de modo a todos tomarem conhecimento das reivindicações da APRE!
Foi entregue, em mão, uma cópia da Petição Pública “Em Defesa dos Direitos dos Aposentados, Pensionistas e Reformados” que neste momento já ultrapassou as 10 500 assinaturas e que brevemente será remetida “on line” à Senhora Presidente da Assembleia da República.
Pela Comissão Instaladora da APRE! 
Maria do Rosário Gama