domingo, outubro 21, 2012
sábado, outubro 20, 2012
Gaspar, amigo, o povo não está contigo!
Gaspar, amigo, o povo não está contigo!
http://www.jornaisdodia.com/DiarioDeNoticias.aspx
por NUNO
SARAIVA 20-10-2012
Definitivamente,
Portugal é um país de ingratos. O altruísta ministro das Finanças, cujo único
propósito na tarefa de destruir a economia portuguesa é retribuir "a
dádiva" que o País lhe deu ao investir na sua educação ao longo de
décadas, é um mal-amado e um incompreendido.
E vai daí,
Vítor Gaspar decidiu que a maneira de corresponder ao esforço nacional na sua
sabedoria é com um saque fiscal.
O País,
manifestamente, não entende a sua generosidade. Mal- -agradecido pela malfadada
reforma da TSU que poria os trabalhadores a financiar os patrões, e, não
satisfeito com a vingança brutal da sobretaxa e dos escalões do IRS que reduzem
de forma sanguinária os rendimentos das famílias, ainda tem a lata de desatar a
criticar e a insultar um ministro que quer apenas salvar a Pátria. Mesmo que o
FMI - que já assumiu que também se enganou nas previsões -, a Comissão
Europeia, o Presidente da República, a Universidade Católica ou um povo
inteiro, o tal que é "o melhor povo do mundo", desatem a gritar que
caminhamos para o abismo. Mesmo que o País se queixe que tem fome; que fique a
saber-se que não há dinheiro para uma escola do Algarve dar de comer a uma
criança de cinco anos, apenas porque os pais têm uma dívida de pouco mais de 30
euros; que há empresas a fechar todos os dias atirando milhares para o
desemprego; que um bando de comunistas perigosos - tipo Marques Mendes, Pacheco
Pereira, Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix ou outros que tais - sejam
cúmplices ou instiguem à violência contra o roubo perpetrado através do aumento
dos impostos; e que, imagine-se, estamos perante um ministro, contavam os jornais,
que é "detestado pelo CDS e por setores do PSD", vá lá saber-se
porquê. Tudo gente desagradecida.
Vítor Gaspar
pode até ter sido um aluno brilhante. Pode, inclusive, ser um académico rico de
competência. Mas isso não faz dele, nem de ninguém, um governante de
excelência. A verdade, verdadinha, é que, até agora, o todo-poderoso ministro
das Finanças não acertou uma. Falharam todas as previsões macroeconómicas dos
últimos 15 meses. Da redução da dívida pública ao acerto do défice externo, da
taxa de desemprego às receitas fiscais arrecadadas pelo Estado, das promessas
de que 2013 seria o ano da recuperação - em que parte do Orçamento do Estado é
que ela está prevista? - à devastadora execução orçamental em curso, ou do
compromisso de que o ajustamento português se faria "dois terços do lado
da despesa e um terço do lado da receita". Isto para já não falar da perda
de legitimidade democrática e de representação de uma maioria parlamentar que
desonrou todas as promessas que a levaram ao poder. Tudo fracassou.
Na
iniciativa privada, tamanhos maus resultados seriam garantia de uma carta de
despedimento. Porém, no Governo da República, a pretexto da "credibilidade
externa de Portugal", é sinónimo de continuidade garantida no posto de
trabalho. Pudera! Continuamos a fazer a vontade à Alemanha da senhora Merkel -
como a Europa quase inteira - em vez de cuidarmos do interesse nacional.
Ninguém advoga, digo eu, que os compromissos com os nossos credores não devem
ser honrados. Ninguém defende, digo eu, que o memorando a que estamos sujeitos
seja, pura e simplesmente, rasgado. Não! Do que já ninguém parece ter dúvidas,
à exceção do primeiro-ministro "colonizado" pelo dogma de Vítor
Gaspar, é que não há salvação possível sem crescimento económico. E que este só
será possível quando a dívida monstruosa, que nos custa anualmente quase oito
mil milhões de euros, for renegociada.
A todas estas evidências, Passos e Gaspar viram a cara. Em Bruxelas dizem
até que se sentem confortáveis com o que negociaram com a troika, mesmo que
gregos e espanhóis berrem que a austeridade do "custe o que custar"
tem efeitos devastadores. De facto, o País tolerante, pacífico, e que ao longo de ano e meio demonstrou estar disposto a partilhar os sacrifícios e a ser compreensivo com a necessária austeridade, não merece um ministro das Finanças tão competente assim.
terça-feira, setembro 18, 2012
Portugal - Troika queria Aprovar e Não conseguiu!
O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu!
NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO... PUDERA...
O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!----
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores,
suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos
ex-Presidentes da República.
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80,
profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na
Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras
libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não
servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir
milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções
nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E
os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de
cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem
ser auditados*?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa
reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200
euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas
Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização
dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem
verbas para as suas actividades.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das
Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo
País;.
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das
horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e
até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e
entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não
permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal
como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a
compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e
respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos
contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por
nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe
total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO
SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR
DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que
servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de
província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás
oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre
aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo,
no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar,
julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado
e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN
e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos,
onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma
recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões
ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de
funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a
quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado),
que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se
locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo
ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo
preço que "entendem".
24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo,
confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram
patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando
preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas
pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos
dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência
aos que efectivamente dela precisam;
25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que,
daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra
crise".
26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com
que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de
justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não
prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que
tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos
ditos.
28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos
políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e
depois.
29. Pôr os Bancos a pagar impostos.
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores,
suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos
ex-Presidentes da República.
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80,
profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na
Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras
libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não
servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir
milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções
nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E
os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de
cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem
ser auditados*?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa
reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200
euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas
Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização
dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem
verbas para as suas actividades.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das
Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo
País;.
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das
horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e
até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e
entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não
permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal
como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a
compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e
respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos
contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por
nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe
total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO
SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR
DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que
servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de
província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás
oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre
aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo,
no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar,
julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado
e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN
e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos,
onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma
recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões
ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de
funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a
quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado),
que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se
locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo
ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo
preço que "entendem".
24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo,
confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram
patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando
preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas
pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos
dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência
aos que efectivamente dela precisam;
25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que,
daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra
crise".
26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com
que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de
justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não
prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que
tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos
ditos.
28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos
políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e
depois.
29. Pôr os Bancos a pagar impostos.
Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa
a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que
grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.
POR TODOS NÓS, NOSSOS FILHOS E NETOS.
Recebido por Email
sábado, agosto 18, 2012
Proença de Carvalho está em todas Omnipresente
Dr. Proença de Carvalho omeniprsente
I
Funções que desempenha atualmente
· Presidente do Conselho de Administração da ZON MULTIMÉDIA, SGPS, S.A.;
· Membro da Comissão de Remunerações do Banco Espírito Santo, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia ?Geral da Galp Energia, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Estoril Sol, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Socitrel ? Sociedade Industrial
de Trefilaria, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Portugália ? Administração de
Patrimónios, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Mague ? SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Almonda ? Sociedade Gestora de
Participações
Sociais, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Renova ? Fábrica de Papel do
Almonda, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Celulose do Caima, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Cabo Raso ? Empreendimentos
Turísticos, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia ?Geral da SOGEB ? Sociedade de Gestão de
Bens, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola Belo de
Mértola, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola dos
Namorados, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Coaltejo ? Criador de Ovinos
Algarve e Alentejo,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sogesfin ? Sociedade Gestora de
Participações
Sociais, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da 3 Z ? Administração de Imóveis,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sétimos - Participações, SGPS,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Confiança Participações, SGPS,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola da Serra
Branca, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Gotan, SGPS, S.A.
32
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola da Apariça,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola das
Polvorosas, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola de Corona,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Herdade do Monte da Pedra, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da TRABELIBEX - Investimentos
Imobiliários, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ÉCAMPO - Cinegética e Turismo,
.S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FREIXAGRO - Empresa Agrícola do
Freixo, S.A.
II
Outras funções exercidas nos últimos cinco anos
· Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Caixa Geral de Depósitos,
S.A., de 2007 a
2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Edifer ? Investimentos,
Sociedade Gestora de
Participações Sociais, S.A., desde 2003 A 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Edifer - Sociedade Gestora de
Participações
Sociais, S.A., desde 2003 A 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Euroatlântica - Investimentos e
Comércio, S.A.,
desde 1998 a 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da PANATLÂNTICA - HOLDING,
Sociedade
Gestora de Participações Sociais, S.A., desde 1995 a 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da G.A. ? Estudos e Investimentos,
SA, desde
1996 a 2011;
· Director do Círculo Voltaire desde 1993 a 2006;
· Presidente do Conselho de Administração da Fundação Arpad Szénes-Vieira da
Silva, desde
1993 a 2007;
· Presidente do Conselho Consultivo da Explorer Investments - Sociedade de
Capital de Risco,
S.A., até 2010;
· Membro do Conselho de Administração da SINDCOM - Sociedade de Investimento
na Indústria
e Comércio, SGPS, S.A., desde 2005 a 2010.
III
Funções que desempenha em instituições não sociedades comerciais
· Presidente do Conselho de Curadores da Fundação D. Anna de Sommer
Champalimaud e Dr.
Carlos Montez Champalimaud;
33
· Presidente da Assembleia-Geral da AEM - Empresas Emitentes de Valores
Cotados em
Mercado, em representação da ZON MULTIMÉDIA - Serviços de Telecomunicações e
Multimédia, SGPS, S.A.;
· Presidente da Assembleia-Geral do Instituto Português de Corporate
Governance, desde 21 de
Junho de 2010;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação Galp Energia;
· Presidente da Assembleia Geral da Liga de Amigos da Casa-Museu João
Soares;
· Membro do Conselho de Curadores da Fundação Batalha de Aljubarrota;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação Renascer;
· Docente no Instituto Jurídico da Comunicação (Faculdade de Direito da
Universidade de
Coimbra);
· Membro do Conselho Consultivo do Fórum para a Competitividade;
· Membro do Conselho de Patronos da Fundação Arpad-Szenes ? Vieira da Silva;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação António da Mota;
Número de ações de que é titular na Cimpor: 1 (uma).
Recebida por email de V. Monteiro
I
Funções que desempenha atualmente
· Presidente do Conselho de Administração da ZON MULTIMÉDIA, SGPS, S.A.;
· Membro da Comissão de Remunerações do Banco Espírito Santo, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia ?Geral da Galp Energia, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Estoril Sol, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Socitrel ? Sociedade Industrial
de Trefilaria, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Portugália ? Administração de
Patrimónios, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Mague ? SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Almonda ? Sociedade Gestora de
Participações
Sociais, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Renova ? Fábrica de Papel do
Almonda, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Celulose do Caima, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Cabo Raso ? Empreendimentos
Turísticos, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia ?Geral da SOGEB ? Sociedade de Gestão de
Bens, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola Belo de
Mértola, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola dos
Namorados, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Coaltejo ? Criador de Ovinos
Algarve e Alentejo,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sogesfin ? Sociedade Gestora de
Participações
Sociais, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da 3 Z ? Administração de Imóveis,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sétimos - Participações, SGPS,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Confiança Participações, SGPS,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola da Serra
Branca, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Gotan, SGPS, S.A.
32
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola da Apariça,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola das
Polvorosas, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola de Corona,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Herdade do Monte da Pedra, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da TRABELIBEX - Investimentos
Imobiliários, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ÉCAMPO - Cinegética e Turismo,
.S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FREIXAGRO - Empresa Agrícola do
Freixo, S.A.
II
Outras funções exercidas nos últimos cinco anos
· Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Caixa Geral de Depósitos,
S.A., de 2007 a
2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Edifer ? Investimentos,
Sociedade Gestora de
Participações Sociais, S.A., desde 2003 A 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Edifer - Sociedade Gestora de
Participações
Sociais, S.A., desde 2003 A 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Euroatlântica - Investimentos e
Comércio, S.A.,
desde 1998 a 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da PANATLÂNTICA - HOLDING,
Sociedade
Gestora de Participações Sociais, S.A., desde 1995 a 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da G.A. ? Estudos e Investimentos,
SA, desde
1996 a 2011;
· Director do Círculo Voltaire desde 1993 a 2006;
· Presidente do Conselho de Administração da Fundação Arpad Szénes-Vieira da
Silva, desde
1993 a 2007;
· Presidente do Conselho Consultivo da Explorer Investments - Sociedade de
Capital de Risco,
S.A., até 2010;
· Membro do Conselho de Administração da SINDCOM - Sociedade de Investimento
na Indústria
e Comércio, SGPS, S.A., desde 2005 a 2010.
III
Funções que desempenha em instituições não sociedades comerciais
· Presidente do Conselho de Curadores da Fundação D. Anna de Sommer
Champalimaud e Dr.
Carlos Montez Champalimaud;
33
· Presidente da Assembleia-Geral da AEM - Empresas Emitentes de Valores
Cotados em
Mercado, em representação da ZON MULTIMÉDIA - Serviços de Telecomunicações e
Multimédia, SGPS, S.A.;
· Presidente da Assembleia-Geral do Instituto Português de Corporate
Governance, desde 21 de
Junho de 2010;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação Galp Energia;
· Presidente da Assembleia Geral da Liga de Amigos da Casa-Museu João
Soares;
· Membro do Conselho de Curadores da Fundação Batalha de Aljubarrota;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação Renascer;
· Docente no Instituto Jurídico da Comunicação (Faculdade de Direito da
Universidade de
Coimbra);
· Membro do Conselho Consultivo do Fórum para a Competitividade;
· Membro do Conselho de Patronos da Fundação Arpad-Szenes ? Vieira da Silva;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação António da Mota;
Número de ações de que é titular na Cimpor: 1 (uma).
Recebida por email de V. Monteiro
terça-feira, agosto 07, 2012
FRANÇOISE HOLLANDE GRANDE EXEMPLO DO LÍDER DO GOVERNO FRANCÊS
A DIGNIDADE MORAL DE UM GRANDE GOVERNANTE EUROPEU!...
O GRANDE EXEMPLO DO LÍDER DO GOVERNO FRANCÊS FRANÇOISE HOLLANDE.....
Isto é o que fez o François Hollande (não são palavras..., mas actos) em 56 dias no cargo:
- Suprimiu 100% dos carros oficiais e mandou que fossem leiloados; os rendimentos destinam-se ao Fundo da Previdência e destina-se a ser distribuido pelas regiões com maior número d
e centros urbanos com os suburbios mais ruinosos.
- Tornou a enviar um documento (doze linhas) para todos os órgãos estaduais que dependem do governo central em que comunicou a abolição do "carro da empresa" provocativa e desafiadora, quase a insultar os altos funcionários, com frases como "se um executivo que ganha € 650.000/ano, não se pode dar ao luxo de comprar um bom carro com o seu rendimento do trabalho, significa que é muito ambicioso, é estúpido, ou desonesto. A nação não precisa de nenhuma dessas três figuras " . Fora os Peugeot e os Citroen. 345 milhões de euros foram salvos imediatamente e transferidos para criar (a abrir em 15 ago 2012) 175 institutos de pesquisa científica avançada de alta tecnologia, assumindo o emprego de 2560 desempregados jovens cientistas "para aumentar a competitividade e produtividade da nação."
- Aboliu o conceito de paraíso fiscal (definido "socialmente imoral") e emitiu um decreto presidencial que cria uma taxa de emergência de aumento de 75% em impostos para todas as famílias, líquidas, que ganham mais de 5 milhões de euros/ano. Com esse dinheiro (mantendo assim o pacto fiscal) sem afetar um euro do orçamento, contratou 59.870 diplomados desempregados , dos quais 6.900 a partir de 1 de julho de 2012, e depois outros 12.500 em 01 de setembro, como professores na educação pública.
- Privou a Igreja de subsídios estatais no valor de 2,3 milhões de euros que financiavam exclusivas escolas privadas, e pôs em marcha (com esse dinheiro) um plano para a construção de 4.500 creches e 3.700 escolas primárias, a partir dum plano de recuperação para o investimento em infra-estrutura nacional.-
- Estabeleceu um "bónus-cultura" presidencial, um mecanismo que permite a qualquer pessoa pagar zero de impostos se se estabelece como uma cooperativa e abrir uma livraria independente contratando, pelo menos, dois licenciados desempregados a partir da lista de desempregados, a fim de economizar dinheiro dos gastos públicos e contribuir para uma contribuição mínima para o emprego e o relançamento de novas posições sociais.
- Aboliu todos os subsídios do governo para revistas, fundações e editoras, substituindo-os por comissões de "empreendedores estatiais" que financiam acções de actividades culturais com base na apresentação de planos de negócios relativos a estratégias de marketing avançados.
- Lançou um processo muito complexo que dá aos bancos uma escolha (sem impostos): Quem porporcione empréstimos bonificados às empresas francesas que produzem bens recebe benefícios fiscais, quem oferece instrumentos financeiros paga uma taxa adicional: é pegar ou sair.
- Reduzido em 25% o salário de todos os funcionários do governo, 32% de todos os deputados e 40% de todos os altos funcionários públicos que ganham mais de € 800.000 por ano. Com essa quantidade (cerca de 4 milhões) criou um fundo que dá garantias de bem-estar para "mães solteiras" em difíceis condições financeiras que garantam um salário mensal por um período de cinco anos, até que a criança vai à escola primária e três anos se a criança é mais velha. Tudo isso sem alterar o equilíbrio do orçamento.
Resultado: Olhem que SURPRESA !!!
O spread com títulos alemães caiu, por magia.
A inflação não aumentou.
A competitividade da produtividade nacional aumentou no mês de junho, pela primeira vez em três anos.
E se exigissemos que os nossos governantes fizessem o mesmo?????
NOTA DE RODAPÉ: Um exemplo a seguir pelo líder do GOVERNO DE PORTUGAL , Pedro Passos Coelho e seus SUBDITOS, e respectivos ADMINISTRADORES DE EMPRESAS PUBLICO-PRIVADAS, DIRECTORES DE INSTITUTOS, E EXECUTIVOS DA EDP, ÁGUAS DE PORTUGAL, GALP, HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS E UNIVERSIDADES PRIVADAS, BANQUEIROS E AFINS QUE GANHAM MAIS DO QUE PRODUZEM E NUM PAÍS EM QUE A PRODUTIVIDADE A NÍVEL DOS QUADROS SUPERIORES É SÓ SHOW-OFF E MUITO DINHEIRO A RODAR PARA VIVEREM NA MAIS PERFEITA E ESCANDALOSA LUXURIA À CUSTA DO PEQUENO CONTRIBUINTE, E DA MÃO-DE-OBRA PRECÁRIA QUE ESTES SENHORES AJUDARAM A PROMOVER E A FOMENTAR, LEVANDO O PAÍS HÁ BEIRA DA EXTREMA POBREZA E DA FOME, ONDE SE PAGAM IMPOSTOS INFLACCIONADOS PARA UMA QUALIDADE DE VIDA QUE NÃO SE TEM... PÁREM DE NOS ROUBAREM!!!
O GRANDE EXEMPLO DO LÍDER DO GOVERNO FRANCÊS FRANÇOISE HOLLANDE.....
Isto é o que fez o François Hollande (não são palavras..., mas actos) em 56 dias no cargo:
- Suprimiu 100% dos carros oficiais e mandou que fossem leiloados; os rendimentos destinam-se ao Fundo da Previdência e destina-se a ser distribuido pelas regiões com maior número d
e centros urbanos com os suburbios mais ruinosos.
- Tornou a enviar um documento (doze linhas) para todos os órgãos estaduais que dependem do governo central em que comunicou a abolição do "carro da empresa" provocativa e desafiadora, quase a insultar os altos funcionários, com frases como "se um executivo que ganha € 650.000/ano, não se pode dar ao luxo de comprar um bom carro com o seu rendimento do trabalho, significa que é muito ambicioso, é estúpido, ou desonesto. A nação não precisa de nenhuma dessas três figuras " . Fora os Peugeot e os Citroen. 345 milhões de euros foram salvos imediatamente e transferidos para criar (a abrir em 15 ago 2012) 175 institutos de pesquisa científica avançada de alta tecnologia, assumindo o emprego de 2560 desempregados jovens cientistas "para aumentar a competitividade e produtividade da nação."
- Aboliu o conceito de paraíso fiscal (definido "socialmente imoral") e emitiu um decreto presidencial que cria uma taxa de emergência de aumento de 75% em impostos para todas as famílias, líquidas, que ganham mais de 5 milhões de euros/ano. Com esse dinheiro (mantendo assim o pacto fiscal) sem afetar um euro do orçamento, contratou 59.870 diplomados desempregados , dos quais 6.900 a partir de 1 de julho de 2012, e depois outros 12.500 em 01 de setembro, como professores na educação pública.
- Privou a Igreja de subsídios estatais no valor de 2,3 milhões de euros que financiavam exclusivas escolas privadas, e pôs em marcha (com esse dinheiro) um plano para a construção de 4.500 creches e 3.700 escolas primárias, a partir dum plano de recuperação para o investimento em infra-estrutura nacional.-
- Estabeleceu um "bónus-cultura" presidencial, um mecanismo que permite a qualquer pessoa pagar zero de impostos se se estabelece como uma cooperativa e abrir uma livraria independente contratando, pelo menos, dois licenciados desempregados a partir da lista de desempregados, a fim de economizar dinheiro dos gastos públicos e contribuir para uma contribuição mínima para o emprego e o relançamento de novas posições sociais.
- Aboliu todos os subsídios do governo para revistas, fundações e editoras, substituindo-os por comissões de "empreendedores estatiais" que financiam acções de actividades culturais com base na apresentação de planos de negócios relativos a estratégias de marketing avançados.
- Lançou um processo muito complexo que dá aos bancos uma escolha (sem impostos): Quem porporcione empréstimos bonificados às empresas francesas que produzem bens recebe benefícios fiscais, quem oferece instrumentos financeiros paga uma taxa adicional: é pegar ou sair.
- Reduzido em 25% o salário de todos os funcionários do governo, 32% de todos os deputados e 40% de todos os altos funcionários públicos que ganham mais de € 800.000 por ano. Com essa quantidade (cerca de 4 milhões) criou um fundo que dá garantias de bem-estar para "mães solteiras" em difíceis condições financeiras que garantam um salário mensal por um período de cinco anos, até que a criança vai à escola primária e três anos se a criança é mais velha. Tudo isso sem alterar o equilíbrio do orçamento.
Resultado: Olhem que SURPRESA !!!
O spread com títulos alemães caiu, por magia.
A inflação não aumentou.
A competitividade da produtividade nacional aumentou no mês de junho, pela primeira vez em três anos.
E se exigissemos que os nossos governantes fizessem o mesmo?????
NOTA DE RODAPÉ: Um exemplo a seguir pelo líder do GOVERNO DE PORTUGAL , Pedro Passos Coelho e seus SUBDITOS, e respectivos ADMINISTRADORES DE EMPRESAS PUBLICO-PRIVADAS, DIRECTORES DE INSTITUTOS, E EXECUTIVOS DA EDP, ÁGUAS DE PORTUGAL, GALP, HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS E UNIVERSIDADES PRIVADAS, BANQUEIROS E AFINS QUE GANHAM MAIS DO QUE PRODUZEM E NUM PAÍS EM QUE A PRODUTIVIDADE A NÍVEL DOS QUADROS SUPERIORES É SÓ SHOW-OFF E MUITO DINHEIRO A RODAR PARA VIVEREM NA MAIS PERFEITA E ESCANDALOSA LUXURIA À CUSTA DO PEQUENO CONTRIBUINTE, E DA MÃO-DE-OBRA PRECÁRIA QUE ESTES SENHORES AJUDARAM A PROMOVER E A FOMENTAR, LEVANDO O PAÍS HÁ BEIRA DA EXTREMA POBREZA E DA FOME, ONDE SE PAGAM IMPOSTOS INFLACCIONADOS PARA UMA QUALIDADE DE VIDA QUE NÃO SE TEM... PÁREM DE NOS ROUBAREM!!!
segunda-feira, agosto 06, 2012
Fundação Mário Soares
O escândalo da Fundação Mário Soares !!!!!! ...
O que faz esta fundação, sabem?
Na FDL aprendi que as Fundações são pessoas jurídicas dotadas pelo seu Fundador de um acervo patrimonial que é gerido por forma a desenvolver actividades em domínios diversos, como sejam a cultura, a arte, a investigação, o apoio a projectos relevantes, etc. Como exemplos
paradigmáticos tínhamos, então, a F. Gulbenkian e temos, mais recente, a F. Champalimaud e a F. Soares dos Santos, a que preside o António Barreto. Há outras.
Só que, de há uns bons tempos para cá, desfigurando e abusivamente se apropriando desse genuíno perfil estatutário, vêm brotando, como cogumelos, verdadeiros abortos fundacionais, de cariz público ou privado, que não passam de grosseiras desconstruções jurídicas destinadas a sacar subsídios e privilégios do Estado, das Regiões e das Autarquias e/ou a desviar avultadas verbas públicas para fins que escapam a um adequado/efectivo controlo democrático.
Trata-se, bem vistas as coisas, de Maquinações, que não de Fundações.. Se essas e outras forem finalmente desactivadas, talvez um dia vejamos como bendita esta crise maldita.
64 mil € para a Fundação Mário Soares
A Fundação Mário Soares vai receber, este ano, pelo menos 64.825 euros de apoio financeiro da vereação da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa (CML).
Para além dos 50 mil euros anuais que "o Município está obrigado" a dar como "apoio financeiro" à fundação de Soares, acrescem mais
14..825 euros, propostos pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto – e que vão hoje a discussão e votação em reunião de Câmara.
O protocolo entre o município de Lisboa e a Fundação Mário Soares, que obrigava a um apoio anual entre 30 e cerca de 44.000 euros, foi assinado a 07 de Novembro de 1995, pelo presidente da Câmara, Jorge Sampaio, vigorando durante 10 anos, ou seja, até 2015.
Foi actualizado para 50 mil euros em Julho de 2010, pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, como "reconhecimento do trabalho levado a cabo pela Fundação".
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/64-mil--para-a-fundacao-mario-soares
É por estas e outras que Portugal está na bancarrota. A Câmara Municipal de Lisboa está afundada em dívidas, que irão ser pagas através da austeridade que o Governo está a impor, contudo continua a sustentar uma Fundação particular.
Não se viu, até hoje, cortes nestes abusos. O que se vê são cortes nos nossos bolsos, mas para os amigos, como Mário Soares, não há. E este fulano, Mário Soares, vem para as televisões e jornais dizer que é preciso sacrifícios.
O que faz esta fundação, sabem?
Na FDL aprendi que as Fundações são pessoas jurídicas dotadas pelo seu Fundador de um acervo patrimonial que é gerido por forma a desenvolver actividades em domínios diversos, como sejam a cultura, a arte, a investigação, o apoio a projectos relevantes, etc. Como exemplos
paradigmáticos tínhamos, então, a F. Gulbenkian e temos, mais recente, a F. Champalimaud e a F. Soares dos Santos, a que preside o António Barreto. Há outras.
Só que, de há uns bons tempos para cá, desfigurando e abusivamente se apropriando desse genuíno perfil estatutário, vêm brotando, como cogumelos, verdadeiros abortos fundacionais, de cariz público ou privado, que não passam de grosseiras desconstruções jurídicas destinadas a sacar subsídios e privilégios do Estado, das Regiões e das Autarquias e/ou a desviar avultadas verbas públicas para fins que escapam a um adequado/efectivo controlo democrático.
Trata-se, bem vistas as coisas, de Maquinações, que não de Fundações.. Se essas e outras forem finalmente desactivadas, talvez um dia vejamos como bendita esta crise maldita.
64 mil € para a Fundação Mário Soares
A Fundação Mário Soares vai receber, este ano, pelo menos 64.825 euros de apoio financeiro da vereação da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa (CML).
Para além dos 50 mil euros anuais que "o Município está obrigado" a dar como "apoio financeiro" à fundação de Soares, acrescem mais
14..825 euros, propostos pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto – e que vão hoje a discussão e votação em reunião de Câmara.
O protocolo entre o município de Lisboa e a Fundação Mário Soares, que obrigava a um apoio anual entre 30 e cerca de 44.000 euros, foi assinado a 07 de Novembro de 1995, pelo presidente da Câmara, Jorge Sampaio, vigorando durante 10 anos, ou seja, até 2015.
Foi actualizado para 50 mil euros em Julho de 2010, pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, como "reconhecimento do trabalho levado a cabo pela Fundação".
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/64-mil--para-a-fundacao-mario-soares
É por estas e outras que Portugal está na bancarrota. A Câmara Municipal de Lisboa está afundada em dívidas, que irão ser pagas através da austeridade que o Governo está a impor, contudo continua a sustentar uma Fundação particular.
Não se viu, até hoje, cortes nestes abusos. O que se vê são cortes nos nossos bolsos, mas para os amigos, como Mário Soares, não há. E este fulano, Mário Soares, vem para as televisões e jornais dizer que é preciso sacrifícios.
sábado, agosto 04, 2012
Passos Coelho Palavras Lixadas
Palavras 'lixadas' de Passos
A linguagem popular de Passos Coelho é uma manobra política ou o primeiro-ministro está apenas a ser genuíno? Relembre algumas das frases mais 'infelizes' do primeiro-ministro
Sara Belo Luís
9:03 Sábado, 4 de Agosto de 2012
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453 1
Muito tem Pedro Passos Coelho facilitado a vida a Ricardo Araújo Pereira (R.A.P.) as metáforas a que, nos últimos tempos, tem recorrido nas suas intervenções públicas são meia crónica semanal do humorista.
A propósito do "que se lixem as eleições", por exemplo, R.A.P. discorria, na última edição da VISÃO, sobre "a soteriologia do passoscoelhismo" escrevendo que, ao contrário do que acontece na maior parte das religiões, "a salvação não depende da vontade do crente".
No PSD, o vocabulário de Passos Coelho agradou a uns (Marques Mendes considerou-o "eficaz"), desagradou a outros (Paulo Rangel achou-o "vulgar e rasteiro"). Deslizes ou faltas de jeito não parecem existir e, em tempos de descrédito da classe política, o discurso antissistema pode sempre dar votos.
Para o especialista em comunicação política, Rui Calafate, a frase é "pura", própria da "linguagem terra a terra", "muito próxima do que diz o povo".
E, nessa medida, defende o diretor-geral da agência Special One, o sound bite funciona: "As pessoas estavam habituadas ao modelo de José Sócrates em que qualquer medida vinha preparada com uma embalagem, com um pacote de comunicação, mas Pedro Passos Coelho não tem um batalhão de assessores à volta dele nem encapota as suas intervenções com técnicas comunicacionais." Também o filósofo Miguel Real analisou, a pedido da VISÃO, as declarações do primeiro-ministro. Para o autor do livro Nova Teoria do Mal, "a frase de Passos Coelho pode ser lida segundo o cruzamento de dois complexos culturais profundamente entranhados na História de Portugal". Por um lado, o "complexo pombalino", que revela "uma postura de absoluta superioridade face ao comum das gentes", com Passos Coelho a apresentar-se com "o carisma político de 'Salvador' tal como Pombal, tal como Afonso Costa, tal como Salazar, tal como Sócrates".
E, por outro lado, o "complexo de vitimização ": "Porque estatuído como 'Salvador', Passos Coelho sabe que tem de atravessar os 'passos da Cruz' para salvar Portugal, expiar o mal da incompreensão, as vaias dos adversários, as dúvidas dos ignorantes, o ceticismo dos derrotistas". Dito com a boa-disposição de R.A.P.: "Sacrifica-se duplamente por nós: perdendo eleições e incorrendo em abominável eleitoralismo." E já agora, alguém quer ser salvo?
Passos Coelho 'dixit':
• "É o chamado murro no estômago."
6 de julho de 2011 À entrada de reuniões com a Confederação Empresarial de Portugal e a Confederação Espanhola de Organizações Empresariais, como reação ao facto de a Moody's ter baixado o rating de Portugal para o nível de "lixo"
• "Nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que ou consegue fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se como professores, pode olhar para todo o mercado da língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa."
18 de dezembro de 2011 Em entrevista ao Correio da Manhã, sugerindo aos professores excedentários que emigrem
• "Vamos trabalhar agora, já são horas."
6 de janeiro de 2012 Evitando as perguntas dos jornalistas, à saída do Parlamento, onde foi ouvir cantar as Janeiras
• "Devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas e ter pena dos alunos, coitadinhos, que sofrem tanto para aprender."
6 de fevereiro de 2012 Na cerimónia de aniversário do Instituto de Ciências Educativas, em Odivelas, instituição na qual deu aulas
• "Às vezes parece que gostamos de sarna para nos coçar."
4 de abril de 2012 Em entrevista à Rádio Renascença, explicando que não existem condições para repor de imediato os subsídios de Natal e férias da Função Pública
• "Estar desempregado não pode ser um sinal negativo. Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma. Tem de representar também uma oportunidade para mudar de vida."
11 de maio de 2012 Na apresentação do Programa Estratégico para o Empreendedorismo e Inovação
• "Não estamos a pôr porcaria na ventoinha e assustar os portugueses."
11 de julho de 2012 No Parlamento, respondendo a uma pergunta de Francisco Louçã sobre um eventual aumento de impostos
• "Se algum dia tiver de perder umas eleições em Portugal para salvar o País, que se lixem as eleições, o que interessa é Portugal."
23 de julho de 2012 Num jantar do grupo parlamentar do PSD, assinalando o fim da sessão legislativa
• "Todas as dificuldades por que passámos servirão para alguma coisa quando mantivermos boa consciência do que se passa à nossa volta, quando não nos comportarmos como baratas tontas e soubermos bem para onde vamos."
25 de julho de 2012 Na sessão solene de inauguração da feira Expofacic, em Cantanhede
Ler mais: http://visao.sapo.pt/palavras-lixadas-de-passos=f679215#ixzz22Zqx2A1Y
A linguagem popular de Passos Coelho é uma manobra política ou o primeiro-ministro está apenas a ser genuíno? Relembre algumas das frases mais 'infelizes' do primeiro-ministro
Sara Belo Luís
9:03 Sábado, 4 de Agosto de 2012
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453 1
Muito tem Pedro Passos Coelho facilitado a vida a Ricardo Araújo Pereira (R.A.P.) as metáforas a que, nos últimos tempos, tem recorrido nas suas intervenções públicas são meia crónica semanal do humorista.
A propósito do "que se lixem as eleições", por exemplo, R.A.P. discorria, na última edição da VISÃO, sobre "a soteriologia do passoscoelhismo" escrevendo que, ao contrário do que acontece na maior parte das religiões, "a salvação não depende da vontade do crente".
No PSD, o vocabulário de Passos Coelho agradou a uns (Marques Mendes considerou-o "eficaz"), desagradou a outros (Paulo Rangel achou-o "vulgar e rasteiro"). Deslizes ou faltas de jeito não parecem existir e, em tempos de descrédito da classe política, o discurso antissistema pode sempre dar votos.
Para o especialista em comunicação política, Rui Calafate, a frase é "pura", própria da "linguagem terra a terra", "muito próxima do que diz o povo".
E, nessa medida, defende o diretor-geral da agência Special One, o sound bite funciona: "As pessoas estavam habituadas ao modelo de José Sócrates em que qualquer medida vinha preparada com uma embalagem, com um pacote de comunicação, mas Pedro Passos Coelho não tem um batalhão de assessores à volta dele nem encapota as suas intervenções com técnicas comunicacionais." Também o filósofo Miguel Real analisou, a pedido da VISÃO, as declarações do primeiro-ministro. Para o autor do livro Nova Teoria do Mal, "a frase de Passos Coelho pode ser lida segundo o cruzamento de dois complexos culturais profundamente entranhados na História de Portugal". Por um lado, o "complexo pombalino", que revela "uma postura de absoluta superioridade face ao comum das gentes", com Passos Coelho a apresentar-se com "o carisma político de 'Salvador' tal como Pombal, tal como Afonso Costa, tal como Salazar, tal como Sócrates".
E, por outro lado, o "complexo de vitimização ": "Porque estatuído como 'Salvador', Passos Coelho sabe que tem de atravessar os 'passos da Cruz' para salvar Portugal, expiar o mal da incompreensão, as vaias dos adversários, as dúvidas dos ignorantes, o ceticismo dos derrotistas". Dito com a boa-disposição de R.A.P.: "Sacrifica-se duplamente por nós: perdendo eleições e incorrendo em abominável eleitoralismo." E já agora, alguém quer ser salvo?
Passos Coelho 'dixit':
• "É o chamado murro no estômago."
6 de julho de 2011 À entrada de reuniões com a Confederação Empresarial de Portugal e a Confederação Espanhola de Organizações Empresariais, como reação ao facto de a Moody's ter baixado o rating de Portugal para o nível de "lixo"
• "Nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que ou consegue fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se como professores, pode olhar para todo o mercado da língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa."
18 de dezembro de 2011 Em entrevista ao Correio da Manhã, sugerindo aos professores excedentários que emigrem
• "Vamos trabalhar agora, já são horas."
6 de janeiro de 2012 Evitando as perguntas dos jornalistas, à saída do Parlamento, onde foi ouvir cantar as Janeiras
• "Devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas e ter pena dos alunos, coitadinhos, que sofrem tanto para aprender."
6 de fevereiro de 2012 Na cerimónia de aniversário do Instituto de Ciências Educativas, em Odivelas, instituição na qual deu aulas
• "Às vezes parece que gostamos de sarna para nos coçar."
4 de abril de 2012 Em entrevista à Rádio Renascença, explicando que não existem condições para repor de imediato os subsídios de Natal e férias da Função Pública
• "Estar desempregado não pode ser um sinal negativo. Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma. Tem de representar também uma oportunidade para mudar de vida."
11 de maio de 2012 Na apresentação do Programa Estratégico para o Empreendedorismo e Inovação
• "Não estamos a pôr porcaria na ventoinha e assustar os portugueses."
11 de julho de 2012 No Parlamento, respondendo a uma pergunta de Francisco Louçã sobre um eventual aumento de impostos
• "Se algum dia tiver de perder umas eleições em Portugal para salvar o País, que se lixem as eleições, o que interessa é Portugal."
23 de julho de 2012 Num jantar do grupo parlamentar do PSD, assinalando o fim da sessão legislativa
• "Todas as dificuldades por que passámos servirão para alguma coisa quando mantivermos boa consciência do que se passa à nossa volta, quando não nos comportarmos como baratas tontas e soubermos bem para onde vamos."
25 de julho de 2012 Na sessão solene de inauguração da feira Expofacic, em Cantanhede
Ler mais: http://visao.sapo.pt/palavras-lixadas-de-passos=f679215#ixzz22Zqx2A1Y
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Passos Coelho Palavras Lixadas
quinta-feira, julho 19, 2012
Poema de agradecimento à corja
Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.
Joaquim Pessoa
Joaquim Pessoa nasceu no Barreiro em 1948.
Iniciou a sua carreira no Suplemento Literário Juvenil do Diário de Lisboa.
O primeiro livro de Joaquim Pessoa foi editado em 1975 e, até hoje, publicou mais de vinte obras incluindo duas antologias. Foram lhe atribuídos os prémios literários da Associação Portuguesa de Escritores e da Secretaria de Estado da Cultura (Prémio de Poesia de 1981), o Prémio de Literatura António Nobre e o Prémio Cidade de Almada.
Poeta, publicitário e pintor, é uma das vozes mais destacadas da poesia portuguesa do pós 25 de Abril, sendo considerado um "renovador" nesta área. O amor e a denúncia social são uma constante nas suas obras, e segundo David Mourão Ferreira, é um dos poetas progressistas de hoje mais naturalmente de capazes de comunicar com um vasto público.
Bibliografia: "O Pássaro no Espelho", "A Morte Absoluta", "Poemas de Perfil", "Amor Combate", "Canções de Ex cravo e Malviver", "Português Suave", "Os Olhos de Isa", "Os Dias da Serpente", "O Livro da Noite", "O Amor Infinito", "Fly", "Sonetos Perversos", "Os Herdeiros do Vento", "Caderno de Exorcismos", "Peixe Náufrago", "Mas.", "Por Outras Palavras", "À Mesa do Amor", "Vou me Embora de Mim".
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.
Joaquim Pessoa
Joaquim Pessoa nasceu no Barreiro em 1948.
Iniciou a sua carreira no Suplemento Literário Juvenil do Diário de Lisboa.
O primeiro livro de Joaquim Pessoa foi editado em 1975 e, até hoje, publicou mais de vinte obras incluindo duas antologias. Foram lhe atribuídos os prémios literários da Associação Portuguesa de Escritores e da Secretaria de Estado da Cultura (Prémio de Poesia de 1981), o Prémio de Literatura António Nobre e o Prémio Cidade de Almada.
Poeta, publicitário e pintor, é uma das vozes mais destacadas da poesia portuguesa do pós 25 de Abril, sendo considerado um "renovador" nesta área. O amor e a denúncia social são uma constante nas suas obras, e segundo David Mourão Ferreira, é um dos poetas progressistas de hoje mais naturalmente de capazes de comunicar com um vasto público.
Bibliografia: "O Pássaro no Espelho", "A Morte Absoluta", "Poemas de Perfil", "Amor Combate", "Canções de Ex cravo e Malviver", "Português Suave", "Os Olhos de Isa", "Os Dias da Serpente", "O Livro da Noite", "O Amor Infinito", "Fly", "Sonetos Perversos", "Os Herdeiros do Vento", "Caderno de Exorcismos", "Peixe Náufrago", "Mas.", "Por Outras Palavras", "À Mesa do Amor", "Vou me Embora de Mim".
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Poema de agradecimento à corja
segunda-feira, julho 02, 2012
SCUTs Isenções por mais 3 meses
Isenções nas antigas Scut prolongadas por mais três meses
As isenções parciais das portagens para os concelhos servidos pelas antigas
Scut, que deveriam terminar no sábado (30JUN2012), vão prolongar-se por mais
três meses, sendo depois aplicado um regime de descontos, (LÁ VÃO ENTRAR NO
BOLSO) anunciou hoje o Governo.
“O Governo decidiu prolongar, por um período adicional de três meses, a
aplicação do regime de discriminação positiva, tal como vigora actualmente,
às auto-estradas ex-Scut que deveria terminar a 30 de Junho de 2012”, refere
um comunicado hoje divulgado pelo Ministério da Economia e do Emprego.
A nota adianta que, “após este período, será aprovado e aplicado um regime
de descontos e/ou taxas nestas vias que obedeça a critérios de aplicação e
montante que estejam em conformidade com o disposto na legislação europeia e
que garanta e salvaguarde que, da aplicação do regime de cobrança de taxas
de portagens, não resulte a discriminação dos utilizadores destas
auto-estradas”.
A tutela recorda que “o regime de discriminação positiva actualmente
praticado nestas vias não é consentâneo com os princípios estabelecidos pela
Comissão Europeia - Directiva Eurovinheta”, que “impõe que as portagens
devem ser aplicadas sem discriminação directa ou indirecta, por razões
associadas à nacionalidade do utilizador, ou que, ainda que não estejam
expressamente relacionadas com a nacionalidade, conduzam de facto, através
da aplicação de outros critérios de distinção, ao mesmo resultado”.
No comunicado, o ministério diz que “é este o caso do critério da residência
na área de influência das auto-estradas ex-Scut que fundamenta,
precisamente, a atribuição das respectivas isenções e descontos”.
“Com vista à validação dos níveis de flexibilidade do Governo no que toca ao
regime de discriminação positiva, foi recolhida e analisada uma série de
informação disponibilizada pela Estradas de Portugal, bem como mantidos
vários contactos com elementos da Direcção-Geral da Mobilidade e dos
Transportes da Comissão Europeia, que estarão na base do regime de descontos
e/ou taxas a aplicar às auto-estradas ex-Scut a partir de Outubro de 2012”,
refere.
Em todo o país existem actualmente sete concessões que antes estavam
abrangidas pelo regime Sem Custos para o Utilizador (Scut).
As populações e empresas locais com residência ou sede na área de influência
destas auto-estradas, que passaram a ser portajadas, beneficiaram até agora
de um sistema misto de isenções e de descontos nas taxas.
Esse regime contempla a isenção do pagamento de taxas de portagem nas
primeiras 10 viagens mensais efetuadas na respectiva auto-estrada e no
desconto de 15 por cento no valor das taxas de portagem nas restantes
viagens.
Neste processo eram consideradas como “populações e empresas locais a
abranger pelo regime de discriminação positiva” aquelas com residência ou
sede na área de influência da Scut.
Nas áreas metropolitanas com maior densidade de oferta de infra-estruturas,
casos das Scut Norte Litoral, Grande Porto e Costa de Prata, a área de
influência corresponde aos concelhos em que uma qualquer parte do seu
território “fique a menos de 10 quilómetros da via”.
Fora das áreas metropolitanas - correspondente às Scut Interior Norte,
Beiras Litoral e Alta, Beira Interior e Algarve, portajadas apenas em
Dezembro de 2011 - integram este regime os concelhos inseridos numa
nomenclatura de unidade territorial (NUT) III em que uma qualquer parte do
território “fique a menos de 20 quilómetros da via”.
As isenções nas antigas Scut deveriam acabar no sábado nas regiões com um
índice de poder de compra acima de 80 por cento da média do PIB per capita
nacional, segundo avançou à Lusa, em Abril, fonte da Estradas de Portugal.
A informação tinha por base a resolução do Conselho de Ministros de 22 de
Setembro de 2010, que instituiu a aplicação de portagens nas Scut.
“A partir de 1 de Julho de 2012, a aplicação do regime de discriminação
positiva manter-se-á apenas nas ex-Scut que sirvam regiões mais
desfavorecidas, tendo em conta o índice de disparidade do Produto Interno
Bruto (PIB) per capita regional, nomeadamente nas regiões que registem menos
de 80 por cento da média do PIB per capita nacional”, explicou na altura a
fonte.
Em Dezembro de 2011, segundo dados oficiais, estavam em vigor 336.460
isenções para circulação na A28, A29, A41 e A42 (na região Norte), A22
(Algarve) e A23, A24 e A25 (Centro).
Os últimos valores de tráfego nestas vias, relativos ao primeiro trimestre
de 2012, apontam para quebras que ultrapassam os 45 por cento no Norte e os
56 por cento no Algarve-
recebida por email de V. Almeida
As isenções parciais das portagens para os concelhos servidos pelas antigas
Scut, que deveriam terminar no sábado (30JUN2012), vão prolongar-se por mais
três meses, sendo depois aplicado um regime de descontos, (LÁ VÃO ENTRAR NO
BOLSO) anunciou hoje o Governo.
“O Governo decidiu prolongar, por um período adicional de três meses, a
aplicação do regime de discriminação positiva, tal como vigora actualmente,
às auto-estradas ex-Scut que deveria terminar a 30 de Junho de 2012”, refere
um comunicado hoje divulgado pelo Ministério da Economia e do Emprego.
A nota adianta que, “após este período, será aprovado e aplicado um regime
de descontos e/ou taxas nestas vias que obedeça a critérios de aplicação e
montante que estejam em conformidade com o disposto na legislação europeia e
que garanta e salvaguarde que, da aplicação do regime de cobrança de taxas
de portagens, não resulte a discriminação dos utilizadores destas
auto-estradas”.
A tutela recorda que “o regime de discriminação positiva actualmente
praticado nestas vias não é consentâneo com os princípios estabelecidos pela
Comissão Europeia - Directiva Eurovinheta”, que “impõe que as portagens
devem ser aplicadas sem discriminação directa ou indirecta, por razões
associadas à nacionalidade do utilizador, ou que, ainda que não estejam
expressamente relacionadas com a nacionalidade, conduzam de facto, através
da aplicação de outros critérios de distinção, ao mesmo resultado”.
No comunicado, o ministério diz que “é este o caso do critério da residência
na área de influência das auto-estradas ex-Scut que fundamenta,
precisamente, a atribuição das respectivas isenções e descontos”.
“Com vista à validação dos níveis de flexibilidade do Governo no que toca ao
regime de discriminação positiva, foi recolhida e analisada uma série de
informação disponibilizada pela Estradas de Portugal, bem como mantidos
vários contactos com elementos da Direcção-Geral da Mobilidade e dos
Transportes da Comissão Europeia, que estarão na base do regime de descontos
e/ou taxas a aplicar às auto-estradas ex-Scut a partir de Outubro de 2012”,
refere.
Em todo o país existem actualmente sete concessões que antes estavam
abrangidas pelo regime Sem Custos para o Utilizador (Scut).
As populações e empresas locais com residência ou sede na área de influência
destas auto-estradas, que passaram a ser portajadas, beneficiaram até agora
de um sistema misto de isenções e de descontos nas taxas.
Esse regime contempla a isenção do pagamento de taxas de portagem nas
primeiras 10 viagens mensais efetuadas na respectiva auto-estrada e no
desconto de 15 por cento no valor das taxas de portagem nas restantes
viagens.
Neste processo eram consideradas como “populações e empresas locais a
abranger pelo regime de discriminação positiva” aquelas com residência ou
sede na área de influência da Scut.
Nas áreas metropolitanas com maior densidade de oferta de infra-estruturas,
casos das Scut Norte Litoral, Grande Porto e Costa de Prata, a área de
influência corresponde aos concelhos em que uma qualquer parte do seu
território “fique a menos de 10 quilómetros da via”.
Fora das áreas metropolitanas - correspondente às Scut Interior Norte,
Beiras Litoral e Alta, Beira Interior e Algarve, portajadas apenas em
Dezembro de 2011 - integram este regime os concelhos inseridos numa
nomenclatura de unidade territorial (NUT) III em que uma qualquer parte do
território “fique a menos de 20 quilómetros da via”.
As isenções nas antigas Scut deveriam acabar no sábado nas regiões com um
índice de poder de compra acima de 80 por cento da média do PIB per capita
nacional, segundo avançou à Lusa, em Abril, fonte da Estradas de Portugal.
A informação tinha por base a resolução do Conselho de Ministros de 22 de
Setembro de 2010, que instituiu a aplicação de portagens nas Scut.
“A partir de 1 de Julho de 2012, a aplicação do regime de discriminação
positiva manter-se-á apenas nas ex-Scut que sirvam regiões mais
desfavorecidas, tendo em conta o índice de disparidade do Produto Interno
Bruto (PIB) per capita regional, nomeadamente nas regiões que registem menos
de 80 por cento da média do PIB per capita nacional”, explicou na altura a
fonte.
Em Dezembro de 2011, segundo dados oficiais, estavam em vigor 336.460
isenções para circulação na A28, A29, A41 e A42 (na região Norte), A22
(Algarve) e A23, A24 e A25 (Centro).
Os últimos valores de tráfego nestas vias, relativos ao primeiro trimestre
de 2012, apontam para quebras que ultrapassam os 45 por cento no Norte e os
56 por cento no Algarve-
recebida por email de V. Almeida
sábado, junho 30, 2012
Ano lectivo 2012/2013 começa entre 10 e 14 de Setembro
Por Agência Lusa, publicado em 29 Jun 2012 - 23:34 | Actualizado há 12 horas 7 minutos
O ano letivo 2012/2013 inicia-se entre 10 e 14 de setembro, para os ensinos pré-escolar, básico e secundário, segundo um despacho do Ministério da Educação e Ciência hoje divulgado.
De acordo com o diploma, divulgado pelo ministério e que aguarda publicação em Diário da República para entrar em vigor, o 1.º período letivo terminará a 14 de dezembro, enquanto o 2.º decorrerá entre 03 de janeiro e 15 de março, começando o 3.º a 02 de abril.
As pausas letivas ocorrerão de 17 de dezembro a 02 de janeiro (época do Natal e Ano Novo), de 11 a 13 de fevereiro (Carnaval) e de 18 de março a 01 de abril (Páscoa).
As aulas terminarão a 07 de junho para os alunos dos 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade e a 14 de junho para os estudantes dos 1.º, 2.º, 3.º, 4.º, 5.º, 7.º, 8.º e 10.º anos. Para os alunos do 4.º ano do ensino básico que tenham acompanhamento extraordinário, este poderá prolongar-se até 05 de julho.
Nesta mesma data terminarão as atividades letivas no ensino pré-escolar.
O despacho refere que no período em que decorrem as provas finais de ciclo e os exames nacionais, "as escolas devem adotar medidas organizativas ajustadas para os anos de escolaridade não sujeitos a exame, de modo a garantir o máximo de dias efetivos de atividades escolares, bem como o cumprimento integral dos programas das diferentes disciplinas e áreas curriculares".
O Dia do Diploma, em que habitualmente são entregues certificados e diplomas aos alunos que em 2011/2012 concluíram o ensino secundário, deverá ocorrer a 28 de setembro.
O Ministério da Educação e Ciência realça, em comunicado, que as estruturas sindicais de professores foram ouvidas sobre o calendário escolar.
O ano letivo 2012/2013 inicia-se entre 10 e 14 de setembro, para os ensinos pré-escolar, básico e secundário, segundo um despacho do Ministério da Educação e Ciência hoje divulgado.
De acordo com o diploma, divulgado pelo ministério e que aguarda publicação em Diário da República para entrar em vigor, o 1.º período letivo terminará a 14 de dezembro, enquanto o 2.º decorrerá entre 03 de janeiro e 15 de março, começando o 3.º a 02 de abril.
As pausas letivas ocorrerão de 17 de dezembro a 02 de janeiro (época do Natal e Ano Novo), de 11 a 13 de fevereiro (Carnaval) e de 18 de março a 01 de abril (Páscoa).
As aulas terminarão a 07 de junho para os alunos dos 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade e a 14 de junho para os estudantes dos 1.º, 2.º, 3.º, 4.º, 5.º, 7.º, 8.º e 10.º anos. Para os alunos do 4.º ano do ensino básico que tenham acompanhamento extraordinário, este poderá prolongar-se até 05 de julho.
Nesta mesma data terminarão as atividades letivas no ensino pré-escolar.
O despacho refere que no período em que decorrem as provas finais de ciclo e os exames nacionais, "as escolas devem adotar medidas organizativas ajustadas para os anos de escolaridade não sujeitos a exame, de modo a garantir o máximo de dias efetivos de atividades escolares, bem como o cumprimento integral dos programas das diferentes disciplinas e áreas curriculares".
O Dia do Diploma, em que habitualmente são entregues certificados e diplomas aos alunos que em 2011/2012 concluíram o ensino secundário, deverá ocorrer a 28 de setembro.
O Ministério da Educação e Ciência realça, em comunicado, que as estruturas sindicais de professores foram ouvidas sobre o calendário escolar.
quarta-feira, junho 27, 2012
Suiça a maior lavandaria de dinheiro do mundo ameaça falir
A MAIOR LAVANDARIA DE DINHEIRO DO MUNDO AMEAÇA FALIR!
A Suíça estremece. Zurique alarma-se.
Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes.
Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.
Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.
O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama.
O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.
A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.
O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.
Os suíços, então, passaram os nomes.
E a vida bancária foi retomada tranquilamente.
Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.
Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!
O banco protestou. A Suíça está temerosa.
O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.
Mas como resistir?
A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.
Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido.
O segredo bancário suíço não é coisa recente. Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.
No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.
Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica.
Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 mil milhões de dólares.
E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.
O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.
Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.
Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.
O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental.
Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...
Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?
Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa?
Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?
Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?
Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?
Tudo lá ficou para sempre e em segredo...
Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.
Na mini cúpula europeia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.
"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.
No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias.
Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adoptadas contra os paraísos fiscais.
Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.
Hoje, estamos em crise.
Viva a crise!!!
Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.
Hoje ele é presidente. É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
Nos anos 30, os americanos conseguiram caçar Al Capone.
Sob que pretexto? Fraude fiscal !!!
Para muito breve, a queda do império financeiro suíço !
Artigo - por: Gilles Lapouge
A educação faz com que as pessoas sejam fáceis de guiar, mas difíceis de arrastar; fáceis de governar, mas impossíveis de escravizar.
(Henry Peter)
Recebida por email de V. Monteiro
A Suíça estremece. Zurique alarma-se.
Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes.
Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.
Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.
O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama.
O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.
A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.
O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.
Os suíços, então, passaram os nomes.
E a vida bancária foi retomada tranquilamente.
Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.
Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!
O banco protestou. A Suíça está temerosa.
O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.
Mas como resistir?
A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.
Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido.
O segredo bancário suíço não é coisa recente. Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.
No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.
Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica.
Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 mil milhões de dólares.
E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.
O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.
Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.
Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.
O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental.
Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...
Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?
Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa?
Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?
Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?
Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?
Tudo lá ficou para sempre e em segredo...
Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.
Na mini cúpula europeia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.
"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.
No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias.
Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adoptadas contra os paraísos fiscais.
Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.
Hoje, estamos em crise.
Viva a crise!!!
Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.
Hoje ele é presidente. É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
Nos anos 30, os americanos conseguiram caçar Al Capone.
Sob que pretexto? Fraude fiscal !!!
Para muito breve, a queda do império financeiro suíço !
Artigo - por: Gilles Lapouge
A educação faz com que as pessoas sejam fáceis de guiar, mas difíceis de arrastar; fáceis de governar, mas impossíveis de escravizar.
(Henry Peter)
Recebida por email de V. Monteiro
segunda-feira, junho 18, 2012
Mia Couto Geração à rasca Um dia isto tinha de acontecer
Um Dia, Isto Tinha Que Acontecer
Por: Mia Couto
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência.
E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais, à rasca, não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar, à rasca, as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga, a alta velocidade, nem dos qualquer coisa phones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais, mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir e que, por isso, eles não suportam nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim, hoje, os frutos do que semeou durante, pelo menos, duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco, e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso à informação, sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar, do mesmo modo, o caminho para o sucesso.
Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social, à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo, que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades - características que não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós). Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, (que inveja! que chatice!) são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
“A amizade, a solidariedade e o amor ao próximo jamais sairão de moda.”!
Autor: Mia Couto
Texto recebido por e-mail de: A. Siva
Por: Mia Couto
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência.
E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais, à rasca, não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar, à rasca, as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga, a alta velocidade, nem dos qualquer coisa phones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais, mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir e que, por isso, eles não suportam nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim, hoje, os frutos do que semeou durante, pelo menos, duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco, e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso à informação, sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar, do mesmo modo, o caminho para o sucesso.
Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social, à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo, que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades - características que não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós). Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, (que inveja! que chatice!) são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
“A amizade, a solidariedade e o amor ao próximo jamais sairão de moda.”!
Autor: Mia Couto
Texto recebido por e-mail de: A. Siva
domingo, junho 10, 2012
CANCER Causa Primária
A Causa Primária do Câncer
Sabiam que no ano de 1931 um cientista recebeu o prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?
Mas peraí, se a causa foi descoberta, por que ainda não descobriram a cura?? Vamos saber agora!!
Foi este senhor:
Otto Heinrich Warburg (1883-1970).
Prêmio Nobel em 1931 por sua tese "A causa primária e a prevenção do câncer"
Segundo este cientista, o câncer é a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico.
Por que?... porque uma alimentação antifisiológica - dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente de ACIDEZ.
A ACIDEZ por sua vez, EXPULSA o OXIGÊNIO das células!!!
Ele afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro."
Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em seu organismo!
Outra afirmação interessante: "As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio."
Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.
E ele afirmava que: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena."
Ainda segundo Warburg: "Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio, porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção."
E também: "Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos."
Em sua obra "O metabolismo dos tumores", Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizamn por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a GLICOSE, sempre que o ambiente está livre de oxigênio... Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.
Resumindo:
Células sadias vivem em um ambiente alcalino e oxigenado, o qual permite seu normal funcionamento:
Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio:
IMPORTANTE:
Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteína, hidrato de carbono, gordura, minerais e vitaminas que fornecem, gerarão uma condição de acidez ou alcalinidade no organismo. Ou seja, depende unicamente do que você come!
O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada PH, cujos valores se encontram em um nível de 0 a 14, sendo PH 7, um PH neutro.
É importante saber como os alimentos ácidos e alcalinos afetam a saúde, já que para que as células funcionem de forma correta e adequada, seu PH deve ser ligeiramente alcalino. Em uma pessoa saudável, o PH do sangue se encontra entre 7,40 e 7,45. Leve em conta que se o ph sanguíneo caísse abaixo de 7, entraríamos em estado de coma, próximo a morte.
Então, o que temos a ver com tudo isto? Vamos ao que interessa!!
Alimentos que acidifican o organismo:
# Açúcar refinado e todos os seus subprodutos - o pior de tudo: não tem proteínas, nem gorduras, nem minerais, nem vitaminas, só hidrato de carbono refinado, que pressiona o pancreas. Seu PH é 2.1 ou seja, altamente acidificante
# Carnes - todas
# Leite de vaca e todos os seus derivados - queijos, requeijão, iogurtes, etc.
# Sal refinado
# Farinha refinada e todos os seus derivados - massas, bolos, biscoitos, etc.
# Produtos de padaria - a maioria contém gordura sagurada, margarina, sal, açúcar e conservantes
# Margarinas
# Refrigerantes
# Cafeína - café, chás pretos, chocolate
# Álcool
# Tabaco
# Remédios, antibióticos
# Qualquer alimento cozido - o cozimento elimina o oxigênio e o trasforma em ácido - inclusive as verduras cozidas.
# Tudo que contenha conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc. Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados. Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não cair em acidez metabólica, desta forma garantindo o bom funcionamento celular, otimizando o metabolismo. O organismo DEVERIA obter dos alimentos, as bases (minerais) para neutralizar a acidez do sangue na metabolização, porém todos os alimentos já citados, contribuem muito pouco, e em contrapartida, desmineralizam o organismo (sobretudo os refinados). Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, estes alimentos são consumidos pelo menos 3 vezes por dia, os 365 dias do ano!!! Curiosamente, todos estes alimentos citados, são ANTIFISIOLÓGICOS!!...Nosso organismo não foi projetado para digerir toda essa porcaria!!!
Alimentos Alcalinizantes
# Todas as verduras cruas (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo tem reação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio); cruas produzem oxigênio, cozidas não.
# Frutas, igualmente as verduras. Por exemplo: o limão tem um PH aproximado de 2.2, porém dentro do organismo tem um efeito altamente alcalinizante (quem sabe o mais poderoso de todos).
Não se deixe enganar pelo seu gosto ácido, ok?
As frutas produzem quantidades saudáveis de oxigênio!
# Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes, como por exemplo as amêndoas.
# Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis!.. Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de uma porcentagem de acidez (saudável). Todos os cereais devem ser consumidos cozidos.
# O mel é altamente alcalinizante.
# A clorofila das plantas (de qualquer planta)� �é altamente alcalinizante (sobretudo a aloe vera, mais conhecida como babosa).
# Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. "A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas", afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.#O exercício oxigena todo teu organismo, o sedentarismo o desgasta. Não é preciso dizer mais nada, não é?
O Doutor George w. Crile, de Cleverand, um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente:
“Todas as mortes mal chamadas "naturais", não são mais que o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo.”
Como dito anteriormente, é totalmente impossível que um câncer prolifere em uma pessoa que libera seu corpo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinas e aumentando o consumo de água pura; e que por sua vez, evita os alimentos que produzem acidez, e se abstém de elementos tóxicos. Em geral o câncer não se contrai nem se herda… o que se herda são os costumes alimentícios, ambientais e o estilo de vida. Isto sim é que produz o câncer.
Mencken escreveu:
“A luta da vida é contra a retenção de ácido”.
"O envelhecimento, a falta de energia, o stress, as dores de cabeça, enfermidades do coração, alergias, eczemas, urticária, asma, cálculos renais e arterioscleroses entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos."
O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro “Alkalize or Die” (Alcalinizar ou Morrer):
"Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no corpo!”
O Dr. Robert O. Young disse:
"O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças."
E a quimioterapia?
Não vou entrar em detalhes, somente me limito a enfatizar o óbvio: a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo de forma inmediata para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (Cálcio, Magnésio, Potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai a grande velocidade o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um PH ácido significaria a morte.
Eis a resposta do começo do email: >>> É necessário dizer que isto não é divulgado porque a indústria do câncer (leia-se indústria alimentícia + indústria farmacêutica) e a quimioterapia são alguns dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia ??
É necessário dizer que a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade??
nota: Você se dá conta do que significa isto?
Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! E pra fabricar tanta gente doente, é necessário muito alimento lixo, como a indústria alimentícia tem produzido hoje no mundo, ou seja, um produz pra dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente. Esta é uma equação bem fácil de entender, não é?
Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre alguém diz: "É.... poderia acontecer com qualquer um..." Com qualquer um ???
Agora que você já sabe, o que você vai fazer a respeito?
A ignorância justifica, o saber condena.
"Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento." Hipócrates
Recebido por email de A. Rodrigues
Sabiam que no ano de 1931 um cientista recebeu o prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?
Mas peraí, se a causa foi descoberta, por que ainda não descobriram a cura?? Vamos saber agora!!
Foi este senhor:
Otto Heinrich Warburg (1883-1970).
Prêmio Nobel em 1931 por sua tese "A causa primária e a prevenção do câncer"
Segundo este cientista, o câncer é a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico.
Por que?... porque uma alimentação antifisiológica - dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente de ACIDEZ.
A ACIDEZ por sua vez, EXPULSA o OXIGÊNIO das células!!!
Ele afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro."
Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em seu organismo!
Outra afirmação interessante: "As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio."
Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.
E ele afirmava que: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena."
Ainda segundo Warburg: "Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio, porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção."
E também: "Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos."
Em sua obra "O metabolismo dos tumores", Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizamn por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a GLICOSE, sempre que o ambiente está livre de oxigênio... Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.
Resumindo:
Células sadias vivem em um ambiente alcalino e oxigenado, o qual permite seu normal funcionamento:
Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio:
IMPORTANTE:
Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteína, hidrato de carbono, gordura, minerais e vitaminas que fornecem, gerarão uma condição de acidez ou alcalinidade no organismo. Ou seja, depende unicamente do que você come!
O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada PH, cujos valores se encontram em um nível de 0 a 14, sendo PH 7, um PH neutro.
É importante saber como os alimentos ácidos e alcalinos afetam a saúde, já que para que as células funcionem de forma correta e adequada, seu PH deve ser ligeiramente alcalino. Em uma pessoa saudável, o PH do sangue se encontra entre 7,40 e 7,45. Leve em conta que se o ph sanguíneo caísse abaixo de 7, entraríamos em estado de coma, próximo a morte.
Então, o que temos a ver com tudo isto? Vamos ao que interessa!!
Alimentos que acidifican o organismo:
# Açúcar refinado e todos os seus subprodutos - o pior de tudo: não tem proteínas, nem gorduras, nem minerais, nem vitaminas, só hidrato de carbono refinado, que pressiona o pancreas. Seu PH é 2.1 ou seja, altamente acidificante
# Carnes - todas
# Leite de vaca e todos os seus derivados - queijos, requeijão, iogurtes, etc.
# Sal refinado
# Farinha refinada e todos os seus derivados - massas, bolos, biscoitos, etc.
# Produtos de padaria - a maioria contém gordura sagurada, margarina, sal, açúcar e conservantes
# Margarinas
# Refrigerantes
# Cafeína - café, chás pretos, chocolate
# Álcool
# Tabaco
# Remédios, antibióticos
# Qualquer alimento cozido - o cozimento elimina o oxigênio e o trasforma em ácido - inclusive as verduras cozidas.
# Tudo que contenha conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc. Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados. Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não cair em acidez metabólica, desta forma garantindo o bom funcionamento celular, otimizando o metabolismo. O organismo DEVERIA obter dos alimentos, as bases (minerais) para neutralizar a acidez do sangue na metabolização, porém todos os alimentos já citados, contribuem muito pouco, e em contrapartida, desmineralizam o organismo (sobretudo os refinados). Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, estes alimentos são consumidos pelo menos 3 vezes por dia, os 365 dias do ano!!! Curiosamente, todos estes alimentos citados, são ANTIFISIOLÓGICOS!!...Nosso organismo não foi projetado para digerir toda essa porcaria!!!
Alimentos Alcalinizantes
# Todas as verduras cruas (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo tem reação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio); cruas produzem oxigênio, cozidas não.
# Frutas, igualmente as verduras. Por exemplo: o limão tem um PH aproximado de 2.2, porém dentro do organismo tem um efeito altamente alcalinizante (quem sabe o mais poderoso de todos).
Não se deixe enganar pelo seu gosto ácido, ok?
As frutas produzem quantidades saudáveis de oxigênio!
# Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes, como por exemplo as amêndoas.
# Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis!.. Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de uma porcentagem de acidez (saudável). Todos os cereais devem ser consumidos cozidos.
# O mel é altamente alcalinizante.
# A clorofila das plantas (de qualquer planta)� �é altamente alcalinizante (sobretudo a aloe vera, mais conhecida como babosa).
# Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. "A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas", afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.#O exercício oxigena todo teu organismo, o sedentarismo o desgasta. Não é preciso dizer mais nada, não é?
O Doutor George w. Crile, de Cleverand, um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente:
“Todas as mortes mal chamadas "naturais", não são mais que o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo.”
Como dito anteriormente, é totalmente impossível que um câncer prolifere em uma pessoa que libera seu corpo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinas e aumentando o consumo de água pura; e que por sua vez, evita os alimentos que produzem acidez, e se abstém de elementos tóxicos. Em geral o câncer não se contrai nem se herda… o que se herda são os costumes alimentícios, ambientais e o estilo de vida. Isto sim é que produz o câncer.
Mencken escreveu:
“A luta da vida é contra a retenção de ácido”.
"O envelhecimento, a falta de energia, o stress, as dores de cabeça, enfermidades do coração, alergias, eczemas, urticária, asma, cálculos renais e arterioscleroses entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos."
O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro “Alkalize or Die” (Alcalinizar ou Morrer):
"Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no corpo!”
O Dr. Robert O. Young disse:
"O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças."
E a quimioterapia?
Não vou entrar em detalhes, somente me limito a enfatizar o óbvio: a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo de forma inmediata para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (Cálcio, Magnésio, Potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai a grande velocidade o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um PH ácido significaria a morte.
Eis a resposta do começo do email: >>> É necessário dizer que isto não é divulgado porque a indústria do câncer (leia-se indústria alimentícia + indústria farmacêutica) e a quimioterapia são alguns dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia ??
É necessário dizer que a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade??
nota: Você se dá conta do que significa isto?
Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! E pra fabricar tanta gente doente, é necessário muito alimento lixo, como a indústria alimentícia tem produzido hoje no mundo, ou seja, um produz pra dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente. Esta é uma equação bem fácil de entender, não é?
Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre alguém diz: "É.... poderia acontecer com qualquer um..." Com qualquer um ???
Agora que você já sabe, o que você vai fazer a respeito?
A ignorância justifica, o saber condena.
"Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento." Hipócrates
Recebido por email de A. Rodrigues
quinta-feira, maio 31, 2012
Observatórios 111 ou mais e para Quê
Vejam só a imensa quantidade de gente que anda a observar e, como era de esperar, não fazem a ponta de um chavo. Limitam-se a chular-nos.
Dá para imaginar quanta gente aqui trabalha.... vamos fazer um calculo !!!
Contamos pelo menos 111 Observatórios vezes 20 “empregados” (entre Presidente e Vice, Adjuntos, Tesoureiros, Secretárias, Administraticos e Porteiros)...
Estamos a falar de pelo menos 2200 Portugueses que têm a tal oportunidade de que o “outro” falava de ter um emprego !!!
Afinal, quem observa somos nós e pagamos bem caro por toda esta palhaçada. Depois queremos dinheiro para a saúde, a educação, “pitróleo” para os Submarinos.!.!.e não há !!!
Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde (só pode ser piada)
Observatório nacional de saúde (é mesmo piada)
Observatório português dos sistemas de saúde (...só para a saúde são 3 !!!)
Observatório vida (de quem?)
Observatório do ordenamento do território (e que bem que se vive)
Observatório do comércio (lícito ou ilícito?)
Observatório da imigração (o tal que faz bué da falta…)
Observatório para os assuntos da família (da pobreza das famílias)
Observatório permanente da juventude (dos boys)
Observatório nacional da droga e toxicodependência (quê?...)
Observatório europeu da droga e toxicodependência (hã!...)
Observatório geopolítico das drogas (...mais 3 !!!)
Observatório do ambiente (das passarinhas)
Observatório das ciências e tecnologias (dos Magalhães)
Observatório do turismo (e veem os trabalhadores ministeriais a viajar?)
Observatório para a igualdade de oportunidades (aí é que é! Somos todos iguais e bem observados)
Observatório da imprensa (ainda há gente que acredita)
Observatório das ciências e do ensino superior (para quê? Os putos estão a sair das escolinhas)
Observatório dos estudantes do ensino superior (das miúdaças, talvez)
Observatório da comunicação (falam, falam, falam e não os vejo a fazer nada)
Observatório das actividades culturais (boião da coltura)
Observatório local da Guarda (e de Barrancos, não?)
Observatório de inserção profissional (é para os deputados e ministros após ao aninhos de vigência)
Observatório do emprego e formação profissional (...???)
Observatório nacional dos recursos humanos (até daqueles…)
Observatório regional de Leiria (...o que é que esta gente fará ??)
Observatório permanente do ensino secundário (observar as pitas)
Observatório permanente da justiça (aí é que é!!!! Haja justiça)
Observatório estatístico de Oeiras (...deve ser para observar o SATU !!!)
Observatório da criação de empresas (tá a dar… todos os dias…)
Observatório Mcom (o que se vê nesta coisa?)
Observatório têxtil (e do algodão, aquele que não engana)
Observatório da neologia do português (os brasileirismos)
Observatório de segurança (talvez sejam aqueles que nos seguram as carteiras sempre abertas, para sair mais uns eritos)
Observatório do desenvolvimento do Alentejo (mas, com calma!..........................)
Observatório de cheias (...lol...lol...)
Observatório da sociedade de informação (outra vez a treta dos comunica, informa, aldraba)
Observatório da inovação e conhecimento (inovação: o desemprego é uma oportunidade; conhecimento: era bom que o mentor o conhecesse)
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento (...mais 3 !!!)
Observatório das regiões em reestruturação (porreiro!!!)
Observatório das artes e tradições (era uma vez um D Afonso que bateu na mãe)
Observatório de festas e património (ESTE É QUE É BOM!!! VOTO NESTE!!! VENHAM AS BEJECAS!!!)
Observatório dos apoios educativos (agora que tínhamos chegado às festas, vamos estudar?)
Observatório da globalização (até fico tonto)
Observatório do endividamento dos consumidores (...serão da DECO ??)
Observatório do sul Europeu (deve ser daqueles que andam sempre nas praias do Sul à nossa conta)
Observatório europeu das relações profissionais (s/ comentários)
Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal (...o que é estes fazem ???)
Observatório europeu do racismo e xenofobia (biba as mirorias, carago!!!)
Observatório dos territórios rurais (os grelos, os tomates, os marmelos e afins)
Observatório dos mercados agrícolas (lá está! O comercio dos grelos, os tomates, os marmelos e afins)
Observatório virtual da astrofísica (da Mara)
Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais (...valha-nos a virgem !!!)
Observatório da segurança rodoviária (e das multas)
Observatório das prisões portuguesas (para acomodar os pedófilos, criminosos e outros bons moços)
Observatório nacional dos diabetes (finalmente alguém válido!!!)
Observatório de políticas de educação e de contextos educativos (outra vez a escolinha? Tirem cursos ao domingo!!!)
Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira (lol...lol...)
Observatório estatístico (alguém faça uma estatística dos custos desta treta toda)
Observatório dos tarifários e das telecomunicações (...este não existe !!! é mesmo tacho !!!)
Observatório da natureza (gosto daquela natureza ondulante, bem cheirosa, macia e……………………….)
Observatório qualidade (de quê?)
Observatório da literatura e da literacia (e o acordo ortográfico)
Observatório da inteligência económica (hé! hé!! hé!!!)
Observatório para a integração de pessoas com deficiência (vá lá, este passa, desde que nãos seja deficiência política)
Observatório da competitividade e qualidade de vida (qualidade de quem?)
Observatório nacional das profissões de desporto (correr ao Pingo Doce, fugir das Finanças, yoga nos Centros de Saúde e muito mais)
Observatório das ciências do 1º ciclo (outra vez o estudo, bolas)
Observatório nacional da dança (isso sim, haja música)
Observatório da língua portuguesa (mas quantas vezes de trata da língua?)
Observatório de entradas na vida activa (e as saídas? Isso é que é importante e ninguém está a ver)
Observatório europeu do sul (os mouros, carago)
Observatório de biologia e sociedade (coitados dos cibernautas)
Observatório sobre o racismo e intolerância (ok! Gostamos de todos)
Observatório permanente das organizações escolares (já nem comento a porra da escola)
Observatório médico (das doentes entre os 25 e 40 anos, gosto)
Observatório solar e heliosférico (cá para mim este deveria estar nas toxicodependências)
Observatório do sistema de aviação civil (...o que é este gente fará ??)
Observatório da cidadania (não há pachorra…)
Observatório da segurança nas profissões (devem estar cegos)
Observatório da comunicação local (...e estes ???)
Observatório jornalismo electrónico e multimédia (vão dar uma volta!)
Observatório urbano do eixo atlântico (...minha nossa senhora !!!)
Observatório robótico (vão roubar para a estrada)
Observatório permanente da segurança do Porto (...ACABEM JÁ COM ESTE !!!)
Observatório do fogo (...que raio de observação !!)
Observatório da comunicação (Obercom) (duas vezes observado é sempre melhor)
Observatório da qualidade do ar (...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz já isto ???)
Observatório do centro de pensamento de política internacional (NEM CÁ DEMTRO SE PODEM VER!!!)
Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais (...este É bom !!! com o nosso desenvolvimento aero-espacial !!!)
Observatório europeu das PME (nano micro …)
Observatório da restauração (lá está! As bejecas)
Observatório de Timor Leste (e conseguem ver de cá???)
Observatório de reumatologia (e de todo o poder político)
Observatório da censura (censurar a censura. Só neste país)
Observatório do design (dos cabeleireiros e arranjo de unhas)
Observatório da economia mundial (assim é que é. Observem as grandes economias. E, já agora, aprendam)
Observatório do mercado de arroz (arroz doce?)
Observatório da DGV (Das Gajas Vaidosas)
Observatório de neologismos do português europeu (mas mandaram os prof de português regressar, para que serve?)
Observatório para a educação sexual (até gosto)
Observatório para a reabilitação urbana (treta)
Observatório para a gestão de áreas protegidas (bué treta)
Observatório europeu da sismologia (...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz isto também ???)
Observatório nacional das doenças reumáticas (outra vez)
Observatório da caça (era bom se fosse a caça às bruxas)
Observatório da habitação (olhem! Digam qualquer coisinhas aos bancos que nos levam as casas)
Observatório do emprego em portugal (...este é mesmo brincadeira !!!)
Observatório Alzheimer (agora é que é dos políticos)
Observatório magnético de Coimbra (e atraí mesmo? Só podem estar a gozar!!! A gastar erário público com magnetismo)
Pergunta; em que é que esta gente que “Observa” tornaram o País melhor ???
Dá para imaginar quanta gente aqui trabalha.... vamos fazer um calculo !!!
Contamos pelo menos 111 Observatórios vezes 20 “empregados” (entre Presidente e Vice, Adjuntos, Tesoureiros, Secretárias, Administraticos e Porteiros)...
Estamos a falar de pelo menos 2200 Portugueses que têm a tal oportunidade de que o “outro” falava de ter um emprego !!!
Afinal, quem observa somos nós e pagamos bem caro por toda esta palhaçada. Depois queremos dinheiro para a saúde, a educação, “pitróleo” para os Submarinos.!.!.e não há !!!
Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde (só pode ser piada)
Observatório nacional de saúde (é mesmo piada)
Observatório português dos sistemas de saúde (...só para a saúde são 3 !!!)
Observatório vida (de quem?)
Observatório do ordenamento do território (e que bem que se vive)
Observatório do comércio (lícito ou ilícito?)
Observatório da imigração (o tal que faz bué da falta…)
Observatório para os assuntos da família (da pobreza das famílias)
Observatório permanente da juventude (dos boys)
Observatório nacional da droga e toxicodependência (quê?...)
Observatório europeu da droga e toxicodependência (hã!...)
Observatório geopolítico das drogas (...mais 3 !!!)
Observatório do ambiente (das passarinhas)
Observatório das ciências e tecnologias (dos Magalhães)
Observatório do turismo (e veem os trabalhadores ministeriais a viajar?)
Observatório para a igualdade de oportunidades (aí é que é! Somos todos iguais e bem observados)
Observatório da imprensa (ainda há gente que acredita)
Observatório das ciências e do ensino superior (para quê? Os putos estão a sair das escolinhas)
Observatório dos estudantes do ensino superior (das miúdaças, talvez)
Observatório da comunicação (falam, falam, falam e não os vejo a fazer nada)
Observatório das actividades culturais (boião da coltura)
Observatório local da Guarda (e de Barrancos, não?)
Observatório de inserção profissional (é para os deputados e ministros após ao aninhos de vigência)
Observatório do emprego e formação profissional (...???)
Observatório nacional dos recursos humanos (até daqueles…)
Observatório regional de Leiria (...o que é que esta gente fará ??)
Observatório permanente do ensino secundário (observar as pitas)
Observatório permanente da justiça (aí é que é!!!! Haja justiça)
Observatório estatístico de Oeiras (...deve ser para observar o SATU !!!)
Observatório da criação de empresas (tá a dar… todos os dias…)
Observatório Mcom (o que se vê nesta coisa?)
Observatório têxtil (e do algodão, aquele que não engana)
Observatório da neologia do português (os brasileirismos)
Observatório de segurança (talvez sejam aqueles que nos seguram as carteiras sempre abertas, para sair mais uns eritos)
Observatório do desenvolvimento do Alentejo (mas, com calma!..........................)
Observatório de cheias (...lol...lol...)
Observatório da sociedade de informação (outra vez a treta dos comunica, informa, aldraba)
Observatório da inovação e conhecimento (inovação: o desemprego é uma oportunidade; conhecimento: era bom que o mentor o conhecesse)
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento (...mais 3 !!!)
Observatório das regiões em reestruturação (porreiro!!!)
Observatório das artes e tradições (era uma vez um D Afonso que bateu na mãe)
Observatório de festas e património (ESTE É QUE É BOM!!! VOTO NESTE!!! VENHAM AS BEJECAS!!!)
Observatório dos apoios educativos (agora que tínhamos chegado às festas, vamos estudar?)
Observatório da globalização (até fico tonto)
Observatório do endividamento dos consumidores (...serão da DECO ??)
Observatório do sul Europeu (deve ser daqueles que andam sempre nas praias do Sul à nossa conta)
Observatório europeu das relações profissionais (s/ comentários)
Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal (...o que é estes fazem ???)
Observatório europeu do racismo e xenofobia (biba as mirorias, carago!!!)
Observatório dos territórios rurais (os grelos, os tomates, os marmelos e afins)
Observatório dos mercados agrícolas (lá está! O comercio dos grelos, os tomates, os marmelos e afins)
Observatório virtual da astrofísica (da Mara)
Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais (...valha-nos a virgem !!!)
Observatório da segurança rodoviária (e das multas)
Observatório das prisões portuguesas (para acomodar os pedófilos, criminosos e outros bons moços)
Observatório nacional dos diabetes (finalmente alguém válido!!!)
Observatório de políticas de educação e de contextos educativos (outra vez a escolinha? Tirem cursos ao domingo!!!)
Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira (lol...lol...)
Observatório estatístico (alguém faça uma estatística dos custos desta treta toda)
Observatório dos tarifários e das telecomunicações (...este não existe !!! é mesmo tacho !!!)
Observatório da natureza (gosto daquela natureza ondulante, bem cheirosa, macia e……………………….)
Observatório qualidade (de quê?)
Observatório da literatura e da literacia (e o acordo ortográfico)
Observatório da inteligência económica (hé! hé!! hé!!!)
Observatório para a integração de pessoas com deficiência (vá lá, este passa, desde que nãos seja deficiência política)
Observatório da competitividade e qualidade de vida (qualidade de quem?)
Observatório nacional das profissões de desporto (correr ao Pingo Doce, fugir das Finanças, yoga nos Centros de Saúde e muito mais)
Observatório das ciências do 1º ciclo (outra vez o estudo, bolas)
Observatório nacional da dança (isso sim, haja música)
Observatório da língua portuguesa (mas quantas vezes de trata da língua?)
Observatório de entradas na vida activa (e as saídas? Isso é que é importante e ninguém está a ver)
Observatório europeu do sul (os mouros, carago)
Observatório de biologia e sociedade (coitados dos cibernautas)
Observatório sobre o racismo e intolerância (ok! Gostamos de todos)
Observatório permanente das organizações escolares (já nem comento a porra da escola)
Observatório médico (das doentes entre os 25 e 40 anos, gosto)
Observatório solar e heliosférico (cá para mim este deveria estar nas toxicodependências)
Observatório do sistema de aviação civil (...o que é este gente fará ??)
Observatório da cidadania (não há pachorra…)
Observatório da segurança nas profissões (devem estar cegos)
Observatório da comunicação local (...e estes ???)
Observatório jornalismo electrónico e multimédia (vão dar uma volta!)
Observatório urbano do eixo atlântico (...minha nossa senhora !!!)
Observatório robótico (vão roubar para a estrada)
Observatório permanente da segurança do Porto (...ACABEM JÁ COM ESTE !!!)
Observatório do fogo (...que raio de observação !!)
Observatório da comunicação (Obercom) (duas vezes observado é sempre melhor)
Observatório da qualidade do ar (...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz já isto ???)
Observatório do centro de pensamento de política internacional (NEM CÁ DEMTRO SE PODEM VER!!!)
Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais (...este É bom !!! com o nosso desenvolvimento aero-espacial !!!)
Observatório europeu das PME (nano micro …)
Observatório da restauração (lá está! As bejecas)
Observatório de Timor Leste (e conseguem ver de cá???)
Observatório de reumatologia (e de todo o poder político)
Observatório da censura (censurar a censura. Só neste país)
Observatório do design (dos cabeleireiros e arranjo de unhas)
Observatório da economia mundial (assim é que é. Observem as grandes economias. E, já agora, aprendam)
Observatório do mercado de arroz (arroz doce?)
Observatório da DGV (Das Gajas Vaidosas)
Observatório de neologismos do português europeu (mas mandaram os prof de português regressar, para que serve?)
Observatório para a educação sexual (até gosto)
Observatório para a reabilitação urbana (treta)
Observatório para a gestão de áreas protegidas (bué treta)
Observatório europeu da sismologia (...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz isto também ???)
Observatório nacional das doenças reumáticas (outra vez)
Observatório da caça (era bom se fosse a caça às bruxas)
Observatório da habitação (olhem! Digam qualquer coisinhas aos bancos que nos levam as casas)
Observatório do emprego em portugal (...este é mesmo brincadeira !!!)
Observatório Alzheimer (agora é que é dos políticos)
Observatório magnético de Coimbra (e atraí mesmo? Só podem estar a gozar!!! A gastar erário público com magnetismo)
Pergunta; em que é que esta gente que “Observa” tornaram o País melhor ???
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Observatórios 111 ou mais e para Quê
Portugueses inteligentes honestos e políticos
Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes.
Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei(?)
- Aos Ingleses, organizados e pontuais..
- Aos Argentinos, chatos e arrogantes (?)
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos (?)
- Aos Portugueses, inteligentes, honestos e políticos.
O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos portugueses foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade!
- Façamos então uma correção! De agora em diante, os portuguses, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for político e honesto, não pode ser inteligente.
- O que for político e inteligente , não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser político.!!!!!!
Palavras do Senhor !!!.
Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei(?)
- Aos Ingleses, organizados e pontuais..
- Aos Argentinos, chatos e arrogantes (?)
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos (?)
- Aos Portugueses, inteligentes, honestos e políticos.
O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos portugueses foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade!
- Façamos então uma correção! De agora em diante, os portuguses, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for político e honesto, não pode ser inteligente.
- O que for político e inteligente , não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser político.!!!!!!
Palavras do Senhor !!!.
sexta-feira, maio 25, 2012
BARBEIRO CIDADÃO POLÍTICO
O BARBEIRO (Sensacional)
O Barbeiro
O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.
"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."
(Eça de Queiróz)
NA PRÓXIMA ELEIÇÃO TROQUE UM LADRÃO POR UM CIDADÃO. CAMPANHA PRÓ-FAXINA DOS POLÍTICOS.
Vamos compartilhar a mensagem acima, com todos os nossos contatos, a campanha é séria e precisamos mudar o quadro que ai está.
O Barbeiro
O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.
"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."
(Eça de Queiróz)
NA PRÓXIMA ELEIÇÃO TROQUE UM LADRÃO POR UM CIDADÃO. CAMPANHA PRÓ-FAXINA DOS POLÍTICOS.
Vamos compartilhar a mensagem acima, com todos os nossos contatos, a campanha é séria e precisamos mudar o quadro que ai está.
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quinta-feira, maio 17, 2012
VISEU NA PALMA DA MÃO INOVAR
http://www.esenviseu.net/Principal/Noticias/Noticias.asp?CodID=1133
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