quinta-feira, novembro 13, 2008

ADD Actos intimidatórios

A SER VERDADE É PRÓPRIO DE UM REGIME PIDESCO!

Informação de última hora.

A DREN convocou para uma reunião amanhã os PCE das escolas cujos professores apresentaram moções de suspensão da avaliação. Não foram convocados todos os PCE da região. Foram seleccionados apenas alguns, estrategicamente aqueles que apresentaram moções. Sei de fonte segura que os PCE serão PRESSIONADOS para prosseguir com a avaliação e aulas assistidas. A esta pressão sobre os PCE seguir-se-ão pressões sobre os professores que assinaram as moções. Terão que autorizar a observação de aulas ou assinar um documento onde se responsabilizam pelas sanções que poderão decorrer da posição assumida de não quererem ser avaliados pelo sistema em vigor. O que se pode chamar a isto? Quem são os chantagistas em Portugal e no sistema educativo Português?

(Agradeço que, por favor, mantenha o meu anonimato, pois as informações que me foram dadas pelo meu PCE obrigam-me a proteger também a identidade dele. Mostrou-se visivelmente perturbado com tudo

isto.)


Recebida por e-mail de M. J. Ribeiro

ADD como suspender

Sindicato dos Professores da Região Centro . FENPROF
Caro(a) Colega,
Suspender o processo de avaliação em curso é a vontade dos professores expressa de várias formas e em diversos momentos, nomeadamente na enorme Manifestação de 8 de Novembro.
Já muitos passos foram dados nesse sentido: i) os professores subscreveram documentos que entregaram aos conselhos pedagógicos e conselhos executivos; ii) as escolas dirigiram ao ME posições a exigir a suspensão; iii) as organizações sindicais apresentaram essa exigência ao ME e suspenderam a sua participação na Comissão Paritária; iv) os 120.000 professores (80% da classe) que participaram na Manifestação de 8 de Novembro gritaram bem alto essa reclamação.
Mas, agora, é preciso concretizar essa suspensão. É preciso suspender de facto este processo de avaliação do desempenho. E isto, caso o ME não o venha a fazer, só os professores podem concretizar em cada escola.
Não se esperem soluções jurídico formais para a suspensão da avaliação do desempenho.
Do nosso ponto de vista, os professores devem tomar uma de três posições:
1- O conselho pedagógico decide pela suspensão de todo o processo e, a partir daí, não são concretizados quaisquer procedimentos relativos à avaliação do desempenho;
2- Os departamentos curriculares reúnem todos (juntos ou em separado) e decidem não desenvolver qualquer actividade de concretização do processo;
3- Em reunião geral – por exemplo, convocando todos os departamentos para a mesma hora e local – os professores decidem parar todas as actividades relacionadas com o processo de avaliação.

Este processo exige apenas que os professores afirmem a sua vontade e ajam em conformidade com as posições que expressam nas reuniões. Ou seja, depois de decidido cumpre-se. A coragem e a determinação que esteve presente nas acções já desenvolvidas é agora necessária escola a escola e cada professor é chamado a assumir a sua responsabilidade.
É este caminho de ruptura com as decisões do ME que é preciso percorrer. Não há soluções milagrosas que os juristas possam produzir.
Agora, trata-se de, em cada escola/agrupamento, os professores assumirem a suspensão de processo de avaliação.
Algumas vezes os colegas questionam: "e que consequências pode ter uma decisão dessas ?" Pode responder-se com outra pergunta: "alguém acredita que o ME pode penalizar os professores, se um significativo número de escolas decidir suspender a avaliação do desempenho ?"
Finalmente, importa afirmar que o Sindicato dos Professores da Região Centro. FENPROF assume o apoio a todas as escolas e professores que avancem com a suspensão do processo de avaliação.
10.Novembro.08
A Direcção. www.sprc.pt -www.fenprof.ptviseu@sprc.pt - lamego@sprc.pt
Recebida por e-mail de A. Coelho

terça-feira, novembro 11, 2008

ALUNOS OBRIGARAM MINISTRA A DEIXAR FAFE!

Cerca de três centenas de manifestantes, entre alunos e professores, obrigaram esta tarde a Ministra da Educação a abandonar a cidade de Fafe, sem cumprir o evento que tinha programado. Com palavras de ordem e ovos, os protestantes nem deixaram a ministra pôr o pé fora do carro.
Maria de Lurdes Rodrigues tinha programada a presença na entrega de diplomas a mais formandos do Centro de Novas Oportunidades da Escola Profissional de Fafe. À chegada ao Estúdio Fénix, local marcado para a sessão, Maria de Lurdes Rodrigues deparou-se com a manifestação.
Os alunos aproximaram-se rapidamente da viatura oficial, alguns atirando ovos, e a ministra nem chegou a sair do carro. Após uma curta conversa circunstancial com o presidente da Câmara Municipal o carro da governante arrancou a grande velocidade em direcção à auto-estrada.
Na sua frente seguiu o carro que transportava Margarida Moreira, directora da Direcção Regional de Educação do Norte. Sujeito à ira dos alunos esteve a viatura oficial do município de Fafe.
Após este incidente chegaram ao local mais reforços da GNR que controlaram a situação. No entanto, há a registar a identificação de alguns alunos e a apreensão de algumas caixas de ovos.
A cerimónia de entrega de diplomas decorreu sem a presença da Ministra.
http://educarresistindo.blogspot.com/

segunda-feira, novembro 10, 2008

ADD formas de protesto

Perante as declarações da ministra, que raiam um absurdo NUNCA visto e provocam uma indignação NUNCA sentida só vejo a possibilidade iniciarmos um processo NUNCA efectuado!
Passaram-me me cabeça duas alternativas: uma, é sentarmo-nos todos diante das escolas em greve de fome por tempo indeterminado, outra é entrar num processo de mudez e inacção (quase) total nas escolas. Reconheço que o último, embora sem o impacto visual na sociedade, até é capaz de ser o mais eficaz: vamos para a escola, damos as nossas aulas normalmente mas tudo o resto PÁRA: projectos de escola, actividades do PAA (jornais, actividades de enriquecimento curricular, visitas, exposições, comemorações, etc…). Se forem convocadas reuniões, estaremos presentes mas não falaremos. Não aprovamos nem discutimos nada. Não apresentamos objectivos individuais. Não combinamos aulas assistidas, deixamos as portas abertas para entrar quem quiser, quando quiser… Forcemos os órgãos das nossas escolas a admitir que nada está a funcionar.
Bom, a ideia fica lançada. Se alguém ainda acredita que vamos lá com manifestações, greves ou outra qualquer forma tradicional de luta, estude bem o inimigo com que nos estamos a defrontar…

Mariana Mesquita, “A Educação do meu Umbigo”

Recebida por e-mail de V. Monteiro

ADD vista de fora

Em casa, a comoção transformou-se em espanto quando ouvi Maria de Lurdes Rodrigues
Consigo compreender que, intimamente, ela esteja convicta da justeza do sistema de avaliação. Consigo, porque quem lida com gente tem a obrigação de saber ouvir nas palavras do outro, o que na realidade o motiva. Mas é precisamente aí que Maria de Lurdes Rodrigues é um caso perdido. Ela tem da escola, da avaliação e do próprio conflito uma visão intrinsecamente administrativa. Todo o seu discurso é orgânico, robotizado: a avaliação começou a ser negociada no verão de 2006, foi validada por um conselho científico, se não funciona na perfeição, a responsabilidade é das escolas - "está nas suas mãos tornar as coisas mais simples" - e tem de continuar porque não há outro modelo disponível. Então está tudo bem, pergunta o jornalista. Que quase que sim e que está a ser melhorada todos os dias e que o pode continuar a ser nos próximos, desde que se concretize.
Há, nesta cultura administrativa de poder, uma cegueira que raia o autismo
Para a ministra, todas as escolas estão a avaliar, não tem notícia de que alguma a tenha suspendido. Então e a manifestação, sempre são 120 mil, não é?, insiste o jornalista. Pois que sim que são, mas que há nela uma chantagem sobre os professores que querem fazer o seu trabalho. Ouve-se e é dificil de acreditar. Se os que estão na rua são professores, onde é que estarão os outros? "Chantagem", quando dois terços de uma classe sai à rua? Porque não faz sentido, é preciso procurá-lo.
Diz-me a experiência que posso ter a melhor ideia do mundo, mas que ela me é inútil se quem tem que a concretizar não concorda
Com Maria de Lurdes Rodrigues é diferente. Ela tem um mundo único, exclusivo e intransmissível. Nele, o que leva os professores a sairem à rua é "o medo ante a mudança". Tenho inveja desse mundo, confesso. No meu, que é normal e feito de pessoas comuns, o medo costuma fechar as pessoas em casa. No mundo da ministra, a manifestação foi uma cabala urdida pelos partidos da oposição. Renovo a minha inveja. Naquele em que vivo habituei-me, pelo contrário, a uma enorme desconfiança dos movimentos genuínos face aos partidos. Sei, por experiência própria, que é preciso uma classe estar rigorosamente nos limites da exasperação, para pedir ajuda aos políticos que reconheça comprometidos com a sua luta. Pois foi isso que aconteceu desta vez. Centenas, senão milhares de professores nos pediram - "Não nos deixem cair", "não nos abandonem", "ajudem-nos".
Não, não foram os partidos que manipularam os sentimentos dos professores; foram estes que exigiram da política o compromisso que não encontraram no seu ministério.
Estive nas duas manifestações
Porque politicamente estou solidário com esta luta, mas também porque sou pai de dois filhos que estudam na escola pública. Quero que eles gostem das escolas que frequentam. Quero que aprendam, que estudem e que tenham aproveitamento. Sei que têm professores melhores e piores, como estes sabem que têm alunos mais interessantes e interessados e outros nem tanto. É assim a vida, feita de encantos e desgostos. Gosto dela porque é assim, imperfeita e por isso aperfeiçoável. Do que não gosto é de uma escola que, frustrando os professores, não se pode encontrar com os alunos, que são a sua razão de ser. Uma escola de professores desesperados e angustiados é uma escola que morre dentro de muros. É por isso que a ministra até podia ter a melhor avaliação deste mundo, mas não servir. A avaliação que urge não é a dos professores, mas a de um ministério e de uma ministra que têm sido incapazes de perceber o mal que estão a fazer às próprias escolas. Não preciso de muita papelada nem de conselhos científicos para concluir que o problema mora em cima.
Miguel Portas





domingo, novembro 09, 2008

ADD Tribunal do Porto aceitou providencia acutelar

O Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto aceitou a
providência cautelar apresentada pelo SPN.Nesse sentido e apesar do que diz o
ME, está tudo suspenso. Felizmente não é o imbecil do Miguel Sousa Tavares que
governa o nosso país (ainda que ele o sonhe...) e os tribunais ainda têm poder
sobre os actos do Governo.
As consequências são simples e podem ser consultadas
no site da FENPROF:
- o despacho que delega na futura Presidente de um Órgão que
ainda não existe as competências do futuro órgão;
- o despacho com as fichas. Ou
seja, não há fichas nenhumas para se trabalhar;
- o despacho com os
prazos.Surpreendentemente o ME colocou no 'site' da DGRHE as posições que antes
assumira verbalmente ( as escolas podem fazer os seus próprios calendários).
Fê-lo através de uma folha branca, sem timbre e sem responsável que
assine.Quanto à questão da presença no Plenário, creio que este texto explica
tudo.
Creio que estamos no bom caminho - finalmente começa a acontecer algo,
ainda residual, que nos conforta!Agora é só continuar a aumentar a
pressão!Alguém tem ideias? O que devemos agora fazer?Nota: divulguem este mail
junto dos colegas que conhecem!
Recebida por e-mail de C. Saúde

CNIPE exige um modelo menos burocrático


Avaliação dos professores compromete aprendizagem dos alunos, defendem pais

07.11.2008 - 17h59 Lusa


A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) considerou hoje que o processo de avaliação de desempenho dos professores "pode comprometer a qualidade das aprendizagens dos alunos", exigindo ao Governo um modelo "menos burocrático e pesado".

"Na realidade, o que está a acontecer em muitas escolas do país torna evidente que esta complexa operacionalização do processo está a desviar os professores da sua tarefa de educar e ensinar", afirma a CNIPE, em comunicado, garantindo que "em muitas escolas as entrevistas aos professores estão a realizar-se durante o horário lectivo". Para a CNIPE, "muita da energia dos professores está a ser desviada para o plano excessivamente burocrático do processo com prejuízo da acção pedagógica que os docentes devem privilegiar".

"Esta situação é preocupante já que tenderá a agravar-se nos períodos escolares seguintes, com a aplicação integral e extensiva do modelo, o que terá implicações graves nos resultados finais dos alunos e das próprias escolas, no que ao sucesso diz respeito", afirma a confederação.
(...)

sexta-feira, novembro 07, 2008

Profs - Mnif 8 de NOV 2008

8 de Novembro: MANIFESTAÇÃO GIGANTESCA DE PROFESSORES OBRIGA A NOVA ALTERAÇÃO DE PERCURSO

Tendo em consideração a previsível dimensão do Plenário e da Manifestação Nacional de Professores previstos para o dia 8 de Novembro, tendo como indicadores a mobilização que existe nas escolas e o número de autocarros que ultrapassa os utilizados em 8 de Março de 2008 [cerca de 600 em Março de 2008; já se atingiram os 700 a dois dias de 8 de Novembro de 2008], o local de concentração e o percurso da manifestação tiveram de ser novamente alterados, sendo, agora, e em definitivo, os seguintes:

14.30 horas: Concentração no Terreiro do Paço:

15.00 horas: Plenário Nacional de Professores;

16.00 horas: Manifestação Nacional que passará por Rossio, Restauradores, Avenida da Liberdade e Marquês de Pombal;

17.30 horas: Aprovação da Resolução da Manifestação e encerramento da iniciativa.

ADD PSD quer suspensão

Manuela Ferreira Leite quer suspensão da actual avaliação
Lusa / EDUCARE| 2008-11-07
A presidente do PSD defendeu hoje a suspensão do actual modelo de avaliação dos professores e a aprovação de um novo modelo de avaliação externa e sem quotas administrativas. Numa declaração na sede nacional do PSD, em Lisboa, Manuela Ferreira Leite defendeu também o fim da divisão da carreira docente em duas, a de professor e a de professor titular.

A ex-ministra da Educação falou aos jornalistas depois de se reunir com professores militantes do PSD que são dirigentes sindicais, na véspera de mais uma manifestação de professores convocada para Lisboa contra o actual modelo de avaliação. "A avaliação dos professores é um princípio que o PSD defende intransigentemente", salientou Manuela Ferreira Leite.

A presidente do PSD criticou, contudo, o actual modelo, considerando que é injusto e que a sua burocracia está a perturbar a actividade docente. "O modelo em vigor assenta em princípios inadequados e injustos e num esquema de tal forma burocrático e complexo que está criar uma enorme perturbação nas escolas e a desfocar os professores da sua função essencial", afirmou, na declaração sem direito a perguntas.

"O Governo impôs um processo que tem dado origem a um clima de tensão e crispação entre todos os intervenientes, que está a prejudicar o sistema educativo. A teimosia com que tem tratado esta questão está a afectar seriamente o que é essencial para a qualidade do ensino: a motivação dos professores", acrescentou.

Manuela Ferreira Leite anunciou que, "por isso, o PSD defende a suspensão imediata deste modelo de avaliação" e entende que, "desde já, se deve começar a trabalhar num novo modelo de avaliação, sério e eficaz".

"A avaliação tem de ser externa, retirando das escolas e dos docentes a carga burocrática e conflitual que os desviam da sua função primordial que é ensinar. A avaliação tem de procurar a efectiva valorização do mérito e da excelência, devendo por isso pôr-se fim às quotas administrativas criadas por este Governo", defendeu.

De acordo com a presidente do PSD, é preciso também "acabar com a divisão da carreira docente, iníqua e geradora de injustiças, entre professores titulares e professores que acabam por ser classificados de segunda".

"Insistir no actual modelo é pura perda de tempo. Os professores não são justa e verdadeiramente avaliados e, principalmente, os alunos e as suas famílias estão a ser prejudicados com o clima de intranquilidade que se vive nas escolas", concluiu Manuela Ferreira Leite.

quarta-feira, novembro 05, 2008

A Implosão da Mentira ou o Episódio do Riocentro




Mentiram-me. Mentiram-me ontem
e hoje mentem novamente. Mentem
de corpo e alma, completamente.
E mentem de maneira tão pungente
que acho que mentem sinceramente.

Mentem, sobretudo, impune/mente.
Não mentem tristes. Alegremente
mentem. Mentem tão nacional/mente
que acham que mentindo história afora
vão enganar a morte eterna/mente.

Mentem. Mentem e calam. Mas suas frases
falam. E desfilam de tal modo nuas
que mesmo um cego pode ver
a verdade em trapos pelas ruas.

Sei que a verdade é difícil
e para alguns é cara e escura.
Mas não se chega à verdade
pela mentira, nem à democracia
pela ditadura.

Affonso Romano de Sant’ana


Recebida por e-mail de José F. Lx


Tutela receptiva a propostas

(...)
Com a insatisfação a aumentar, o Ministério da Educação acaba de admitir a possibilidade de proceder a alterações, nomeadamente no peso que a avaliação do desempenho tem no concurso de colocação de professores. "Admitimos negociar a forma concreta da avaliação do desempenho na graduação profissional com a sua aplicação no tempo, mas admitimos [isso] num cenário de chegada a um acordo", adiantou à Lusa o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira. Os sindicatos têm discordado do facto de a avaliação de desempenho ser um dos critérios determinantes na graduação dos docentes já no próximo concurso de docentes - quando até agora a ordenação dos professores baseava-se no tempo de serviço e no resultado da classificação profissional. De qualquer forma, Jorge Pedreira já deixou claro que "o tempo de serviço não pode valer o mesmo independentemente da avaliação".

A obrigatoriedade de os docentes concorrerem a um mínimo de 25 agrupamentos de escolas e a quatro quadros de zona pedagógica é também um dos pontos da discórdia. Neste ponto, o secretário de Estado desafia as estruturas sindicais a apresentar uma sugestão. "Se não for esta a solução, que apresentem uma outra proposta, desde que resolva o problema dos professores que ficam sem serviço", sublinhou, à Lusa, Jorge Pedreira. "Não faz sentido aproximar [as posições] se as estruturas sindicais negarem esse acordo", disse.

O que está também em cima da mesa é a possibilidade de uma manifestação única em Novembro. A Plataforma Sindical de Professores agendou um plenário nacional para o dia 8 e um movimento de professores marcou um outro protesto para 15 de Novembro. Ainda não há consenso sobre a matéria. Os representantes dos movimentos não sindicais de professores defendem a denúncia do memorando de entendimento, assinado em Abril, entre os sindicatos do sector e a tutela, enquanto a FENPROF rejeita essa possibilidade, reafirmando que o documento defendeu os interesses de cerca de 140 mil docentes portugueses.
(...)
http://www.educare.pt/educare/Detail.aspx?contentid=58D66E8B38DB26DBE0400A0AB8001DBD&channelid=1EE474ED3B3E054C8DCFD48A24FF0E1B&schemaid=1CD970AB0836334EB627B1FF128684C3&opsel=1