Nesta fase da contestação às políticas do ME e atendendo aos constrangimentos criados pela convocação de duas manifestações de professores (8 e 15 de Novembro), O Movimento PROmova partiu para o processo negocial com a Fenprof e os outros Movimentos com o lema “Unidos, ganhamos todos; divididos, perdemos todos”. A partir deste espírito, foi possível concertar posições à volta de um conjunto de princípios prioritários e indeclináveis para os professores, além de estruturantes da “genética” do PROmova, especificamente, a exigência de suspensão imediata deste modelo de avaliação do desempenho e a rejeição da divisão arbitrária e injusta da carreira que, entre outras injustiças, desacredita todo o processo de avaliação do desempenho. Como estes postulados se encontram salvaguardados no comunicado conjunto, não hesitamos em contribuir para a unidade dos professores, associando-nos à ideia de uma manifestação única de sindicatos e movimentos.
Neste sentido, apelamos a todos os educadores e professores portugueses para rumarem a Lisboa, no dia 8 de Novembro, dando um sinal inequívoco da sua força reivindicativa. Uns irão pelos seus sindicatos, outros irão pelos movimentos com que se identificam e outros irão por si próprios. Mas é importante que vamos todos!
Para nós, mantém-se o apelo que lançámos “Uma escola, um autocarro”, pelo que os professores que abriram, nas escolas, inscrições para o dia 15, devem manter essa iniciativa, transferindo-a para o dia 8, e apresentarem-se, em Lisboa, em nome da sua escola.
Encontramo-nos todos, em Lisboa, no dia 8 de Novembro.
Um mail que o colega colocado na Educação na Secundária de Seia me acaba de enviar...!!!!
Caros(as) Amigos(as):
Ontem esteve na secundáriade Seiaum dos chamados "bombeiros da avaliação" ou "INEM da avaliação". Trata-se de um elemento pertencente ao grupo dos 22 "artistas" que está vocacionado para "apagar" fogos nas escolas mais lerdas e que respondeu, prontamente, ao SOS que nós (intencional e sabiamente) lançámos. Previsto apenas para avaliadores, por pressão dos mesmos, a sessão foi aberta ao "povão".
O "prélio" foi um fiasco e apenas serviu para a mulher levar nas orelhas. Perante a nossa argumentação, o que foi transmitido pode ser assim resumido:
- Simplifiquem; as escolas é que complicam.
- Reduzam o nº de objectivos;
- Juntem ou suprimam os itens das fichas;
- Dêem a volta à questão dos resultados dos alunos e abandono escolar (concordou comigo quando eu sugeri que o professor, na formulação dos seus objectivos para esses campos, assumisse um qualquer compromisso/contributo a desenvolver/aplicar para melhorar, globalmente, os resultados da escola e não tivesse que fixar uma meta quantitativa individual.
- Façam as coisas para a "molhada" ter bom (ela disse todos, mas quase a "comemos" e ficou algo aflita…);
- Atirem a definição de objectivos para mais tarde (Novembro/ Dezembro/…)
- Isto é para experimentar; sem stress…
- A maior parte das fichas que para aí anda "é de loucos".
- Vai chegar às escolas um guião para a definição dos objectivos.
- Informalmente, disse-me que a ministra teve que apagar uma cena de ciúmes das Equipas de apoio às escolas (antigas CAE) em relação ao tal grupo dos 22. As equipas também querem ir às escolas "evangelizar". Só que…falta-lhes formação para….
Moral da história: gastam-se mais uns cobres, os 22 dão formação às EAE e …pronto! Dentro de algum tempo teremos mais gente a chatear as escolas.
- Por último, fui ao meu "disco rígido", associei uns dados e descobri que a dita senhora pertence à escola onde lecciona a digníssima esposa do Valter Lemos – nossa amável colega - Ela confirmou e volta e meia estávamos a revisitar o passado (afinal até demos aulas na mesma escola).
Saímos amigos para sempre, com troca de e-mails e tudo…
Aqui partilho, com os meus caros amigos(as) o resultado de uma bela tarde de sexta feira que só não foi perfeita por ter faltado ao ténis.
Duas criancinhas de oito anos conversam no quarto:
O menino pergunta para a menina:
- O que vais pedir no DIA DA CRIANÇA?
- Eu vou pedir uma Barbie, e tu?
- Eu vou pedir um TAMPAX! -responde o menino
- TAMPAX?! O que é isso ?!
- Nem imagino... mas na televisão dizem que com TAMPAX a gente pode ir à praia todos os dias, andar de bicicleta, andar a cavalo, dançar, ir ao clube, correr, fazer um montão de coisas fixes, e o melhor... SEM QUE NINGUÉM PERCEBA.*
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte. Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar: Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
' O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente.' A origem desta carta é desconhecida, mas ela traz 'sorte' a todos os que a passam. Não fiques com esta carta. Simplesmente, manda a amigos a quem desejas bem!!!
Ruas não desiste de ligação ferroviária e universidade pública A ligação de Viseu à ferrovia e a criação de uma universidade pública virada para a inovação e a excelência, são essenciais para o desenvolvimento da região de Viseu. A ideia foi defendida, ontem, pelo presidente da autarquia viseense, Fernando Ruas, durante a sessão de abertura do Encontro Nacional de Auditores e que contou, também, com a presença do secretário de Estado adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita
O presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas, aproveitou a sessão de abertura do Encontro Nacional de Auditores - evento que se prolonga pelo dia de hoje, em Viseu e que visa discutir assuntos relacionados com a interioridade, o desenvolvimento e o ordenamento do território - para defender a necessidade de a cidade viseense poder contar com uma ligação ferroviária e uma universidade pública distinta dos modelos actuais. Na opinião do autarca, só assim será possível fazer face ao "handicap" de Viseu estar localizada na "província". Fez, ainda, questão de salientar que, o desenvolvimento até agora verificado na região, se deve ao empreendedorismo dos seus habitantes e lamentou a falta de investimento por parte da Administração Central...
Os professores e os sindicatos (21-10-2008) http://www.esenviseu.net/Principal/Noticias/Noticias.asp?CodID=767
Os professores são dos grupos profissionais mais coesos. Gostam de se repartir por várias organizações sindicais. De preferência muitas. O objectivo, por enquanto utópico, parece ser um professor, um sindicato. Ordem também desejam os docentes. Andam há décadas a tentar pôr ordem na pró-Ordem. Para que a Ordem possa nascer. Mas a sua desordem - pelo menos a intelectual - não consegue. Por sua vez cada sindicato, dos mais de vinte que existem, parece não gostar da Ordem. A não ser da sua própria ordem interna. Em mais de trinta anos de democracia os sindicatos conseguiram melhorias para os professores, sobretudo salariais e relativas à progressão na carreira docente. Pouco mais. E, para os seus dirigentes, não poucas regalias. Desde anos a fio sem dar aulas, até complementos de habilitações quase à-lá-minuta. Hoje, os sindicatos mais representativos, continuam amarrados ao frentismo sindical da Função Pública. Dirigem os professores como podem. E pouco podem. Não estão isentos de grande responsabilidade na regressão da carreira docente actual. Os sindicatos não gostam de quem possa usar das suas prerrogativas. Ou mexer na vaca sagrada da sua capacidade de mobilização. Não suportam que grupos de professores independentes resolvam convocar manifestações de desagravo. A uma manifestação marcada para dia 15 de Novembro, pela Associação dos Professores e Educadores em Defesa do Ensino (mais uma organização!), a Fenprof reage convocando, e antecipando, outra manifestação para dia 8, lançando o anátema de divisionismo, e de ter o Ministério por parceiro, à APEDE. Outra censura não seria de esperar. A tentação daquela federação de tutelar hegemonicamente a vida profissional dos professores é grande. Vem de longe. É anterior aos tempos da "unicidade sindical". Remonta ao remoto Outubro de 1917. Não se questiona o direito constitucional inalienável de existência de associções e sindicatos. Mas, no meio de tão eclética diversidade de organizações, os professores atarantam-se. Deprimem. Não se exprimem. Ser bom professor também pode significar ter contencioso difícil de solucionar com a realidade exterior à escola. Uma certeza tenho. Há quem se delicie, e muito, com tanta unidade dos docentes…
'Inclino-me a pensar que os sindicatos vão, mais uma vez, desmobilizar os professores a troco de coisa nenhuma. Umas cedências de pormenor, mantendo o modelo tal como está, para dar a ideia de que houve recuo e que todos ganharam. Se assim for (oxalá me engane!), será uma desgraça para os professores. Com os professores de joelhos, outras malfeitorias virão: fim das pausas da Páscoa e do Natal, escolas abertas e com alunos durante a Páscoa e o Natal, formação contínua aos sábados, etc. A profissão tal como a conhecemos está em vias de acabar. A escola pública vai morrer. As classes alta e média alta vão colocar os seus filhos em colégios privados e as escolas públicas transformar-se-ão em imensos CEFs onde não se aprende nada, apenas se guardam crianças e adolescentes. Os professores assistirão ao nascimento de um outro estatuto, ainda pior que o actual: o estatuto de prestadores de cuidados sociais e de empregados domésticos dos pais.'
ambiente Viseu O semáforo que conta os segundos Jornal de Notícias - Porto,Porto,Portugal Entram esta sexta-feira em funcionamento em várias zonas de Viseu, após uma fase de testes, os semáforos que avisam condutores e peões, numa contagem ao ... Veja todos os artigos sobre este tópico
Caros amigos, colegas, ou simplesmente conhecidos:
Este mail não é daqueles que ficamos na dúvida se são verdadeiros ou não, em relação ao seu conteúdo, se devemos enviá-los ao máximo de pessoas ou não.
Este mail é totalmente verdadeiro, infelizmente, e serve para alertar a todos, algo que pensamos que nunca nos iria acontecer a nós!!! Eu e o meu marido, fomos vítimas de uma fraude de fishing. Passo a explicar:
Somos clientes da CGD e temos um produto daquela instituição bancária que é a Caixa Directa, conhecido de todos, obviamente. Ao entrarmos na página da CGD, para acedermos á nossa conta bancária, simplesmente, para consultar os movimentos, fizemos o normal, colocamos em 1º o nº do contrato de seguida o nº do código de acesso, e entramos, imediatamente apareceu uma página por cima da página da Caixa, tapando a informação, que raramente olhamos, onde informa que nunca devemos colocar o nº da matriz do cartão, página essa que continha o seguinte:
O símbolo da Caixa Geral de Depósitos e informava (+-) isto "Por razões de segurança coloque a matriz do seu cartão e o seu contribuinte". Fizemos o que nos "mandaram".
Como podem imaginar abrimos a nossa conta a alguém, que sem escrúpulos, nos "roubou" da nossa conta bancária o montante de € 9.886,00.
Um esquema muito bem organizado, dividido em dois montantes e transferido para duas contas distintas, uma transferência efectuada 29 de Setembro e outra a 01 de Outubro. Detectamos, quinta feira - 02 de Outubro....TARDE DEMAIS!!!
(Essa página que fica sobreposta á página verdadeira da CGD, não se consegue imprimir, nem copiar, é como se não estivesse no ecran do computador.)
Ao lerem podem pensar "que estupidez, etc., etc a mim nunca me aconteceria uma coisa destas..." pois, nós também achávamos que não, por incrível que pareça, após este acontecimento que, como podem imaginar abalou as nossas vidas, temos falado com algumas pessoas que apesar de não ter desaparecido dinheiro das suas contas, fizeram exactamente o que nós fizemos, com sorte foram a tempo.
Também temos conhecimento de muitos outros que, como nós, que não houve tempo algum.
Esperamos ter colaborado, de alguma forma, para que este tipo de situação não vos aconteça.
Nota – 1 - O envio deste mail teve o aconselhamento da Policia Judiciária.
2 - Nunca abrir um mail que diga por ex. "Postal Clix" ou "Postal Sapo".
Cumprimentos
Ana Margarida Oliveira
Recebido por mail de Carla S.
(…) Espera-se que as organizações sindicais saibam interpretar esses sinais e, nas reuniões que irão manter com a ministra, não cedam nem assinem mais memorandos traidores. Entende-se, assim, o desalento da colega Fátima Miranda, em entrevista ao JN:
"Com estas reformas, os professores estão assoberbados de trabalho técnico e burocrático. Eu gostava imenso de ensinar mas isso deixou de ser o mais importante para a escola. Desapareceu a humanidade e a criativadade. Roubaram a alma à escola e ela morreu".
Aderir ou não? Alguns afirmam que sim, independentemente de quem foi a autoria da "convocatória". Outros (uma minoria, digo eu), porém referem a relevância do autor da "convocatória". Se foram os sindicatos, nem há que pensar... simplesmente não.
Por aquilo que tenho lido em vários blogues de educação, a esmagadora maioria dos comentários, aponta para um inequívoco sim à manifestação. "Vamos a ela e em força", é um resumo possível do ambiente que se vive na blogosfera. Provavelmente um reflexo do ambiente vivido pelas escolas do nosso país. Certo e sabido é que não há quase nenhum professor que não esteja "pelos cabelos" com esta avaliação forçada.
Importa no entanto, salientar a inexistência de um movimento organizador que publicite de forma eficaz a manifestação. Nem todos os professores acedem à internet com a mesma regularidade (ou facilidade) com que acedem a um qualquer canal de televisão ou outro meio de comunicação social. É importante que "alguém" se chegue à frente, mais que não seja para fornecer o apoio logístico para algo que se quer "grande".
Para já, temos a APEDE (Associação de Professores e Educadores em defesa do ensino) e o MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), que vão tratar das questões legais. Como se pode ler nos blogues destas duas organizações:
"É oficial!
Se, até aqui, apenas pairava no ar a ideia de uma manifestação, no dia 15 de Novembro, esta é, agora, irreversível.
Para todos aqueles que se têm interrogado sobre as questões legais e de organização, a partir de hoje o apelo é oficial.
Numa reunião da APEDE, em que o MUP participou, ficou decidido que uma comissão composta por elementos desta Associação e deste Movimento tratará dos aspectos legais (pedido de autorização ao Governo Civil de Lisboa) para:
Local de concentração: Marquês de Pombal, Lisboa. Dia e Hora: 15 de Novembro, às 14 horas. Segue-se desfile pela Rua Braancamp, Largo do Rato, Rua de S. Bento, terminando a manifestação em frente da Assembleia da República.
Vamos também solicitar a colaboração de outros movimentos e personalidades que têm dado o seu contributo à causa da Educação.(...)"
Agora só falta mesmo, publicitar esta iniciativa nos meios de comunicação. Não me importa nada que seja uma estrutura sindical a fazê-lo, mas incomoda-me bastante se alguma destas, se aproveitar para falsos protagonismos, que não são agora necessários nem proveitosos.
Nosso mesmo, até prova em contrário, é o COZIDO À PORTUGUESA Magalhães - mais um escandaloso golpe de propaganda Os noticiários abriram há dias, com pompa e circunstância, anunciando o lançamento do 'Primeiro computador portátil português', o 'Magalhães'. A RTP refere que é 'um projecto português produzido em Portugal A SIC refere que 'um produto desenvolvido por empresas nacionais e pela Intel e que a ' concepção é portuguesa e foi desenvolvida no âmbito do Plano Tecnologico. Na realidade, só com muito boa vontade é que o que foi dito e escrito é verdadeiro. O projecto não teve origem em Portugal, já existe desde 2006 e é da responsabilidade da Intel. Chama-se Classmate PC e é um laptop de baixo custo destinado ao terceiro mundo e já é vendido há muito tempo através da Amazon. As notícias foram cuidadosamente feitas de forma a dar ideia que o 'Magalhães' é algo de completamente novo e com origem em Portugal. Não é verdade. Felizmente, existem alguns blogues atentos. Na imprensa escrita salvou-se, que se tenha dado conta, a notícia do Portugal Diário: Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto. Pelos vistos, o jornalista Filipe Caetano foi o único a fazer um trabalhinho de investigação em vez de reproduzir o comunicado de imprensa do Governo. A ideia é destruir os esforços de Negroponte para o OLPC. O criador do MIT Media Lab criou esta inovação, o portátil de 100 dólares... A Intel foi um dos parceiros até ver o seu concorrente AND ser escolhido como fornecedor. Saiu do consórcio e criou o Classmate, que está a tentar impor aos países em desenvolvimento. Sócrates acaba de aliar-se, SEM CONCURSO, à Intel, para destruir o projecto de Negroponte. A JP Sá Couto, que ja fazia os Tsumanis, tem assim, SEM CONCURSO, todo o mercado nacional do primeiro ciclo. Tudo se justifica em nome de um número de propaganda política terceiro-mundista. Para os pivots (ex-jornalistas?) Rodrigues dos Santos ou José Alberto Carvalho, o importante é debitar chavões propagandísticos em vez de fazer perguntas. Se não fosse a blogosfera - que o ministro Santos Silva ainda não controla - esta propaganda não seria desmascarada. Os jornalistas da imprensa tradicional têm vindo a revelar-se de uma ignorância, seguidismo e preguiça atroz.
- Diz-me lá quem escreveu 'Os Lusíadas'? O aluno, a gaguejar, responde: - Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui. E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe: - Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai. Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa: - Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu 'Os Lusíadas' e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele... Diz o pai: - Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão... Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante: - Parece que o dia não lhe correu muito bem... - Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas' respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar. O comandante do posto: - Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um 'aperto', vai ver que ele confessa tudo! Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este: - Então o dia correu bem? - Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto? O marido, confortando-a: - Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!
No "Sol" de 22/09/2008: "A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, afirmou hoje, em Lousada, que um dos objectivos da sua equipa é alcançar nos próximos anos 100 por cento de aprovações no final do nono ano de escolaridade.
«Não é uma utopia. Se outros países da Europa com os quais nos comparamos o fazem, Portugal também o pode fazer», disse a ministra.
O que o Ministério sabe mas esconde cobardemente, de forma a virar os portugueses menos esclarecidos contra os que trabalham dia a dia para dar um futuro melhor aos filhos dos outros.
'Os PROFESSORES em Portugal não são assim tão maus...'
Se for à página 58, verá desmontada a convicção generalizada de que os professores portugueses passam pouco tempo na escola e que no estrangeiro não é assim. É apresentado, no estudo, o tempo de permanência na escola, onde os professores portugueses estão em 14º lugar (em 28 países), com tempos de permanência superiores aos japoneses, húngaros, coreanos, espanhóis, gregos, italianos, finlandeses, austríacos, franceses, dinamarqueses, luxamburgueses, checos, islandeses e noruegueses!
No mesmo documento de 2006 poderá verificar, na página 56, que os professores portugueses estão em 21º lugar (em 31 países) quanto a salários! Na página 32 poderá verificar que, quanto a investimento na educação em relação ao PIB, estamos num modesto 19º lugar (em 31 países) e que estamos em 23º lugar (em 31 países) quanto ao investimento por aluno.
E isto, o M.E. não manda publicar... Não tem problema. Já estamos habituados a fazer todos os serviços. Nós divulgamos aqui e passamos ao maior número de pessoas possível, para que se divulgue e publique a verdade.
Governo anuncia realização de concurso extraordinário de acesso a professor titular
Lusa / EDUCARE| 2008-09-12 O Governo anunciou hoje a realização dos concursos extraordinário e especial de acesso a professor titular, decorrendo até 15 de Setembro a recolha de elementos para a constituição dos Júris e Comissões de Certificação. O anúncio foi feito hoje através de uma "nota informativa" publicada na página na Internet da Direcção-geral dos Recursos Humanos da Educação com o título "apresentação da candidatura aos concursos especial e extraordinário para a categoria de professor titular".
A realização destes concursos foi aprovada em Abril deste ano, pelo Conselho de Ministros.
Ao concurso extraordinário apenas poderão concorrer os mais de 6400 docentes do antigo 10.º escalão que ainda não integram a mais elevada categoria da carreira.
"Define-se um concurso extraordinário de acesso à categoria de professor titular, aberto aos professores colocados no índice 340, em termos semelhantes aos fixados pelo regime do primeiro concurso de acesso para lugares da categoria de professor titular", lê-se no comunicado do Conselho de Ministros de 24 de Abril.
Ao concurso especial poderão candidatar-se os professores que não concorreram ou foram excluídos em 2007, caso se encontrassem em regime de dispensa total ou parcial entre 01 e 11 de Junho de 2007, segundo a "nota informativa" hoje divulgada.
Dentro do concurso especial serão realizados dois concursos separados, um para professores com índices remuneratórios 299 e 245, outro para professores com índice remuneratório 340.
O concurso extraordinário realiza-se a seguir ao concurso especial, lê-se na nota divulgada hoje, que refere ainda que "oportunamente será divulgada a calendarização das diferentes etapas dos concursos".
O único concurso de acesso a professor titular realizou-se em Junho de 2007. Dos 22 500 professores do antigo 10.º escalão, candidataram-se 19 716 docentes que não estavam sujeitos a vaga, bastando-lhes somar 95 pontos no conjunto dos diversos factores em análise.
De acordo com o Estatuto da Carreira Docente, só um terço dos professores de cada agrupamento de escolas pode aceder à categoria de professor titular, mas a tutela decidiu que essa quota não ficaria esgotada no primeiro concurso.
Poderão concorrer a estes os docentes dos quadros que preencham os requisitos de acesso à categoria de professor titular ou tenham completado 15 anos de serviço docente com avaliação de desempenho igual ou superior a "bom".
Na prova pública, que se concretiza com a apresentação e discussão de um trabalho sobre o quotidiano da vida escolar, o candidato deverá "demonstrar a sua aptidão para o exercício específico das funções de professor titular".
Os docentes que obtenham uma classificação inferior a 14 valores na análise curricular ficam excluídos dos concursos de acesso a professor titular. A classificação final da análise curricular é expressa numa escala de zero a 20 valores e resulta da média ponderada da classificação da prova pública, da habilitação académica, da experiência profissional e da avaliação de desempenho.
Podiam apresentar-se a concurso os professores com o grau de licenciado ou equivalente, entre outros requisitos.
O CARTÃO VERMELHO proporcionado pela Lei nº 58/2008 de 9 de Setembro. 1. Agressões, injúrias a superiores hierárquicos, colegas, subordinados ou terceiros, "em serviço ou nos locais de serviços"; 2. Graves insubordinações ou incitação à sua prática; 3. Prática de actos ofensivos das instituições e a princípios constitucionais; 4. Cinco faltas seguidas ou 10 interpoladas sem justificação, num ano civil; 5. Duas avaliações de desempenho negativas e consecutivas; 6. Divulgação de informação proibida; 7. Solicitação ou aceitação de dádivas e gratificações; 8. Outras vantagens patrimoniais; 9. Desvio de dinheiros; 10. Comparticipações em oferta de emprego público; 11. Sejam parte em contratos a celebrar por qualquer órgão; 12. Destruição, extravio de documentos, viciação de dados para obter benefício económico; 13. Actividade remunerada, no caso de estar em situação de mobilidade especial; 14. No gozo de licença extraordinária exerçam actividade remunerada nas modalidadeas que vedadas; 15. Acusação dolosa a outro colega.
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/ Recebida por mail de VMonteiro
Beneficiários obrigados a restituir prestações O Centro Distrital da Segurança Social de Viseu está a enviar cartas a diversos beneficiários, em que reclama "a restituição de prestações indevidamente pagas" por parte daqueles serviços e está a deixar algumas das famílias contactadas muito preocupadas. A situação foi denunciada pelos presidentes das Juntas de Bodiosa e S. João de Lourosa durante a reunião descentralizada da Câmara com as juntas. Os autarcas referiram que, em causa, estão valores entre os mil e cinco mil euros. Carlos Fernandes, de 48 anos, e residente em Cabanões, na freguesia de S. João de Lourosa (Viseu), ficou em choque quando a sua mulher recebeu uma carta da Segurança Social, em que lhes era pedida a devolução de 5.400,01 euros. "Fiquei perplexo e levei a carta ao presidente da Junta, que me disse para ir esclarecer o assunto junto da instituição", contou. Carlos Fernandes e a sua família (mulher e quatro filhos) vivem basicamente dos pouco mais de 600 euros mensais, do Rendimento Social de Inserção. "Mais de 300 euros são para a renda do apartamento, depois é preciso pagar gás, água e electricidade (cerca de 125 euros) e o resto é gasto em comida. Não sobra nada", explicou, acrescentando que não tem forma de cumprir a exigência feita pela Segurança Social. "Há cerca de meio ano esteve cá uma técnica que viu em que condições estamos a viver e o apoio financeiro aumentou de 150 euros para os actuais 600. Agora dizem que foram pagos indevidamente e querem o dinheiro de volta, mas não tenho forma de o fazer", sublinhou. (…)
O infinito disparate do tribunal de Loures de tratar da mesma maneira o militar da GNR que tentava deter um grupo de assaltantes e os próprios assaltantes ilustra o maior problema de Portugal nesta fase da sua vida democrática. Se juízes e procuradores em Loures não conseguem distinguir entre crime e ordem mantendo as suas decisões num limbo palavroso de incoerências politicamente correctas e medos de existir, nada nos defende da desordem. A disléxica significância actual do estatuto de "arguido" que permite na mesma penada dar rótulos idênticos a criminosos e agentes da ordem pública é um absurdo em qualquer norma civilizada. Esta justiça, ou ausência dela, faz de Portugal um país perigoso para se viver em 2008. O militar da GNR chamado para restabelecer a ordem e o "pai" foragido da prisão que levou o filho num assalto não podem ser tratados da mesma maneira por um justiça que meramente cumpre rituais de burocracia. A cegueira da crise na justiça está a originar que a mensagem pública que surge destas decisões agudize a sensação de insegurança e fragilize a capacidade do Estado de manter a ordem pública. Chegou a altura de retirar a venda da justiça em Portugal para ela ver para onde está a levar o país, aplicada como tem sido num sinistro cocktail de sabores do PREC, heranças do totalitarismo, inseguranças políticas, ambiguidades e ignorâncias cobertas por mantos diáfanos de academia-faz-de-conta. Nesta rapsódia de dissonâncias que é a interpretação apriorística e receosa de normas mal definidas, mantém-se sem conclusão o julgamento da Casa Pia que nestes anos todos perdeu qualquer hipótese de juízo sério. Não se consegue entregar Esmeralda a quem lhe garanta a infância normal a que tem direito porque Esmeralda teve o azar de nascer num país onde o Direito não é normal. Caímos no ridículo internacional com a instrução desastrada e provinciana do caso McCann onde tudo falhou. Da letra da lei, à sua interpretação, à sua aplicação. E agora em Loures diz-se ao país que é a mesma coisa tentar manter a ordem em condições extremas e levar um filho num assalto depois de se ter fugido da prisão. É tudo arguido com a mesma medida de coação. O que a Judicatura e a Procuradoria de Loures mostraram ao País não foi que a justiça é cega. Foi a cegueira da justiça em Portugal. Disseram que é a mesma coisa ser-se um cidadão militar agente da lei e um foragido apanhado em flagrante, armado com calibres letais e disfarçado com identidades falseadas. A continuar assim teremos que bramir armas em público como os mais fundamentalistas intérpretes da Constituição americana dizem que podem. E temos que ir dormir a condomínios privados porque a cidade e as zonas rurais estão a saque dos grupos que nomadizam armados à espera de uma aberta, e nós teremos que nos defender. Precisamos de procuradores capazes, juízes justos e de um ministro da Justiça que consiga administrar os meios do Estado. Obviamente não os temos no actual quadro do funcionalismo público. Por favor subcontratem. Estrangeiros mesmo, que os há muito bons, porque a coisa aqui está preta.
Ao menos num capítulo ninguém nos bate, seja na Europa, nas Américas ou na Oceânia: Nas políticas sociais de integração e valorização dos reformados. Aí estamos na vanguarda, mas muito na vanguarda. De acordo com os novos tempos, em que a esperança de vida é maior e, portanto, decidindo-se por não colocar na prateleira pessoas ainda com muito a dar à sociedade. Nos últimos tempos, quase não passa dia sem que haja notícias animadoras a este respeito.
Ora veja-se: - O Presidente da República é um reformado; - O mais 'mortinho por ser' candidato a Presidente da República é um reformado; - O ministro das Finanças é um reformado; - O anterior ministro das Finanças já era um reformado; - O ministro das Obras Públicas é um reformado; - Gestores ilustres e activíssimos como Mira Amaral e Fernando Gomes são reformados; - O novo presidente da Galp, Murteira Nabo, é um reformado; - Entre os autarcas, garantiu-o o presidente da ANMP, há 'centenas, se não milhares' de reformados;
- O presidente do Governo Regional da Madeira é, entre muitas outras coisas que a decência não me permite escrever aqui, um reformado; e assim por diante...
Digam lá qual é o país da Europa que dá tanto e tão bom emprego a reformados, que valoriza os seus quadros, independentemente de já estarem a ganhar uma pensãozita, que combate a exclusão e valoriza a experiência dos mais (ou menos...) velhos! Ao menos neste domínio, ninguém faz melhor que nós. Ainda hão-de vir todos copiar este nosso tão generoso 'Estado Social'.
O EXEMPLO PRESIDENCIAL, Prof. Doutor ANÍBAL CAVACO SILVA Actualmente recebe três pensões *pagas pelo Estado: 4.152,00 - Banco de Portugal. 2.328 ,00 - Universidade Nova de Lisboa. 2.876,00 - Por ter sido primeiro-ministro.
TOTAL: € 9.356,00 - (Em escudos -1.875.709 $ 60)
*Podendo acumulá-las com o vencimento de P. R. (que não está aqui incluído). Nota: Não tenho inveja deles, mas preocupa-me saber que enquanto uns (que deviam ser exemplo para o país) 'enchem a barriga' à conta da 'res publica', há muitos, muitíssimos, cada vez mais pobres, cada vez com mais fome, cada vez mais marginalizados!!!
Um 'velho' amigo meu que muito prezo e com quem muito aprendi, tinha um dito a propósito que nunca mais esqueci: 'Se os velhacos soubessem a vantagem que há em serem homens de bem, eram homens de bem por velhacaria'.